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Santander lança campanha de doação de sangue e explora tom leve para alcançar doadores

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Peças da 5ª edição estão usando o humor como antídoto contra o medo e o desconhecimento sobre o tema. Perfil do Santander acaba de marcar outros bancos chamando para doar

Humor pode combinar com doação de sangue? O Santander acredita que sim. O Banco entra no terceiro ano da campanha #eudouosangue com uma abordagem mais leve para atrair também o público jovem. Brincando com memes consolidados, as peças trazem leveza para um assunto que pode ser difícil para algumas pessoas. O mote central escolhido foi o Chama Pra Doar, para estimular a mobilização em torno do tema. Pode ser a tia, o “mozão”, um amigo, o importante é a conta feita no final: 1+1=8. Ou seja, você e mais uma pessoa podem juntos salvar até oito vidas. A lógica de ir além da doação solitária também está sendo explorada internamente no Banco: a mobilização começou pelos membros do comitê executivo convidando colegas para doar, gerando uma corrente do bem. A mesma corrente vale para os perfis institucionais do Banco nas redes sociais: o Santander acaba de marcar outras companhias, inclusive concorrentes, chamando-as para doar.

Oi, sumido! – Pensando na necessidade de doadores recorrentes, uma peça foi criada especialmente para lembrar aqueles que já doaram em algum momento e não voltaram depois. O prazo mínimo entre as doações é de 90 dias para homens e 120 dias entre as mulheres. Filtros para redes sociais também foram desenvolvidos para que os doadores possam destacar sua ação e também convidar outras pessoas a fazerem o mesmo. A campanha ganhou as redes sociais desde o último sábado, 8 de fevereiro, e segue até o dia 20.

Essa já é a quinta edição da campanha de doação de sangue promovida pelo Santander. Na última edição, em setembro de 2019, o Banco estimulou 13,5 mil pessoas a doarem. Para orientar os interessados em doar, o Banco criou o portal www.eudousosangue.com.br. Nele é possível encontrar todas as condições gerais, de saúde e de comportamento necessárias para realizar uma doação, assim como a lista de hemocentros de todo o Brasil.

Perfis Santander Brasil:

No Twitter: @santander_br

No Instagram: santanderbrasil

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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