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RREC assina nova temporada de “Muito Além do Espresso”

A RREC – ecossistema de criatividade, produção audiovisual e entretenimento – assina a nova temporada do reality show gastronômico “Muito Além do Espresso”, parceria entre a Fast Shop e a Nespresso. Criada e produzida pela RREC, o projeto visa fortalecer a oferta de conteúdos nos canais digitais dos clientes.
Apresentada pela especialista em cafés Ana Felix, a série foi gravada no Shopping Ibirapuera Lyfe Style, loja-conceito da Fast Shop transformada em estúdio de televisão completo pela RREC. O objetivo do projeto é mostrar que o café, mais do que apenas uma bebida, pode ser uma experiência gastronômica completa e incorporada em todas as refeições.
A série conta com presença de personalidades renomadas da gastronomia, como a chef e ex-Masterchef Marcela Calegari, que ensina a receita de uma quiche com aproveitamento total de alimentos, harmonizada com café; a chef Vivi Wakuda, que vem com uma receita clássica da confeitaria; o especialista em café Vagner de Oliveira e o arquiteto e embaixador da Fast Shop Fabiano Hayasaki, que ensina ao público como montar o cantinho do café perfeito. Para facilitar na tarefa, todos os produtos utilizados durante a gravação da série estão disponíveis para compra nas lojas e site da Fast Shop.
Segundo Eduardo Cariboni, COO da RREC, o projeto demonstra o grande potencial do conteúdo na estratégia de comunicação do anunciante: “O objetivo principal da RREC é fazer do conteúdo uma ferramenta efetiva para nossos clientes, seja na comunicação com seu público, seja na concretização de negócios. Este projeto consolida os dois objetivos e reforça os méritos de apostar no conteúdo quando se planeja os investimentos de comunicação.
“A gente tinha a ideia de criar uma série, e em conversa com a RREC eles nos apresentaram o conceito do projeto, uma proposta que não tínhamos visto antes. A RREC conseguiu superar as expectativas, executando um trabalho muito bonito”, completou Thiago Campos, Trade Marketing & Eventos da Fast Shop.
“A RREC veio para unir o que é importante em dois mundos, pois a Nespresso e a Fast Shop são empresas muito diferentes, mas que compartilham o propósito de levar experiências engajadoras aos consumidores”, afirmou Tatiana Nakamura, Marketing Sponsoring & Events da Nestlé Nespresso S.A.
Dirigida pelo cineasta Jean Schwarz, a produção contou com uma equipe de 27 profissionais e tem direção fotográfica de Eduardo Rosa. A série pode ser assistida nas redes sociais da Fast Shop.
Ficha Técnica
Agência: RREC
Título: Muito Além do Espresso
Anunciante: Fast Shop e Nespresso
Criação: Eduardo Cariboni e Alexandre Feliciano
Atendimento: Hellen Lima
Produção: Hellen Lima
Produtora/filme(s): RREC
Direção de Cena: Jean Schwarz
Fotografia: Eduardo Rosa
Edição: Marcelo Pereira e Wellington Lucena
Pós-produção/finalização: Eduardo Cariboni e Marcelo Pereira
Produção de Som: RREC
Elenco: Ana Felix, Marcela Calegari, Vivi Wakuda, Wagner de Oliveira, Fábio Hayasaki
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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.
A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.
A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.
A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.
Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).
Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”
Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.
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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.
O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .
Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”
Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”
Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil. “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”








