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Red Bull e T1 anunciam nova parceria estratégica global para os esports

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Casa do melhor time de League of Legends de todos os tempos, a T1 ganhou energia extra e, por meio de uma parceria global, amplia as suas capacidades competitiva e de estrutura ao lado da Red Bull. Por meio dessa união de longo prazo, os times de League of Legends, VALORANT, Fortnite, Super Smash Bros, PUBG MOBILE, entre outros, além dos pro-players mais famosos do mundo, como Faker, terão acesso à infraestrutura de alto rendimento da marca, troca de informações e experiência exclusivas durante todo o período.

Maior campeã mundial de LoL e em ascensão no VALORANT, a T1 conta com nomes como Lee “Faker” Sang-hyeok, Yang “Daeny” Dae-in e Lee “Zefa” Jae-min, em League of Legends, assim como Leonardo “MkLeo” Lopez, o melhor jogador de ‘Super Smash Bros.Ultimate’ do mundo. Com essa parceria, os pro-players poderão utilizar os Centros de Desempenho de Atletas da Red Bull, localizados na Áustria e nos Estados Unidos, que recebem grandes esportistas, como o piloto de Fórmula 1 Max Verstappen, a skatista brasileira Letícia Bufoni e o ciclista Henrique Avancini.

“Todos nós da T1 estamos ansiosos para aproveitar nossa nova parceria”, afirma Faker, que integrará o squad de gamers da marca, já composto por Tyler ‘Ninja’ Blevins, David ‘GrandPOObear’ Hunt, Tsunehiro ‘Gachikun’ Kanamori, Rasmus ‘Caps’ Winther, Felipe ‘YoDa’ Noronha, João ‘Flakes Power’ Sampaio, entre outros.

Uma das pioneiras a fomentar parcerias e investimentos em games, desde 2006 a Red Bull amplia a sua atuação no cenário. De lá para cá, foram mais de 200 torneios anuais, como o Red Bull SoloQ (maior evento global de LoL x1 para amadores), Red Bull Kumite (torneio mundial de Street Fighter), Red Bull M.E.O (competição de mobile games) e Red Bull Final Summoning (campeonato de Dragon Ball FighterZ). Ao todo, a marca está representada em mais de 20 jogos diversos.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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