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Raia e Drogasil transformam 40 mil atendentes em “Netos” para ajudar a geração Baby Boomer

A rede de farmácias, composta pelas marcas Raia e Drogasil, divulga a ação intitulada “40 Mil Netos”, que tem ajudado a geração Baby Boomer – pessoas nascidas entre 1945 e 1964 – a se adaptar às ferramentas digitais e a se tornar mais independentes no uso de e-commerce.
O trabalho que contou com a participação da Zmes, uma mistura contemporânea de agência com consultoria e que lidera as iniciativas de growth na Raia Drogasil surgiu quando a rede levou para o aplicativo os tradicionais descontos personalizados do cupom físico, com patamares mais altos de desconto no meio digital.
O próximo passo foi o treinamento de 40 mil funcionários – a maioria da geração Z (nascidos entre a segunda metade da década de 1990 até o início do ano de 2010) – das redes de farmácias Raia e Drogasil para fornecer assistência aos clientes na loja.
As pessoas idosas tiveram um foco especial, por responderem por uma importante fatia das compras em lojas físicas, mas serem menos ativas no aplicativo, refletindo o comportamento geracional.
Uma conexão real entre duas gerações, onde a geração Z ficou responsável por auxiliar os Boomers em todo processo de download até a finalização da compra e retirada do produto na loja em tempo real. Isso permitiu que boomers pudessem fazer compras sem depender dos membros mais jovens da família.
“O projeto “40 Mil Netos” é uma iniciativa que traz diversos benefícios, não apenas para a rede de farmácias, que aumentou as vendas, mas para uma geração inteira que passa a se adaptar às novas ferramentas, além de fortalecer o relacionamento da marca com seus clientes. Essa é uma iniciativa que torna a experiência de compra mais fácil e acessível, um avô de cada vez”, comenta Marcelo Tripoli, CEO e fundador da Zmes.
Graças a essa iniciativa, a Raia e a Drogasil tiveram 29% de aumento nas vendas para novos compradores online e mais de um milhão de downloads do aplicativo a cada mês, sendo que 65% dos downloads foram feitos na loja com o auxílio dos funcionários. O aplicativo das farmácias se tornou o segundo maior tráfego digital no setor farmacêutico em todo o mundo. A estratégia ajudou a RD a chegar a um patamar recorde de 40% de market share digital, conquistando a liderança absoluta no e commerce do varejo farmacêutico brasileiro.
“Nós acreditamos que a inclusão digital é um direito de todos. Por isso, com a campanha e a capacitação de 40 mil funcionários, nossas lojas se tornaram mais do que um lugar para comprar remédios e produtos de cuidados pessoais. Agora, nossos atendentes são como netos que ajudam a conectar a geração Baby Boomer com o modelo de mercado atual, sem abrir mão do calor humano e do atendimento presencial”, destaca Vitor Bertoncini, CEO do RD Ads.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








