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Agências

Quer discutir a relação? Vamos começar pelo valor

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Fernando Figueiredo da Bullet deflagra movimento para criar conscientização sobre VALOR em toda o ecossistema do mercado

Não é de hoje que se discute a relação em todo o mercado. Não apenas entre agências e clientes mas fornecedores, veículos, profissionais. As relações muitas vezes entram no automático e, processos burocráticos de todos os lados, destroem a magia de se fazer comunicação.

A relação está em pauta. Discussões de prazo de pagamento, de excesso nas concorrências, de gente trabalhando de graça, em agências que não performam mais como performavam antes, hora e homem sendo precificado no lugar de ideias.

Mas durante a pandemia a crise se instaurou, e passou a ser ainda mais urgente procurar um ponto de equilíbrio e fazer a roda girar e reestabelecer relações sustentáveis. Um sonho para CEOs de agências e de clientes.

Anunciantes apanhando em rede social. Agências topando qualquer negócio e destruindo o mercado. Clientes criando novos modelos de geração de ideia para suprir suas necessidades. Não existem culpados. Está todo mundo tentando sobreviver num ambiente hostil que nós mesmos criamos.

Clientes não enxergando valor nas agências passam a discutir preço. Agências não conseguindo reconhecer ou criar valor, acabam entrando no topa tudo por dinheiro.

Está na hora de dar um basta. Botar a bola no chão e reestabelecer valores esquecidos em algum lugar entre o compliance e o procurement.

Este movimento, que não é para agências ou clientes e sim para todo o mercado é para fazer todo mundo pensar. Discutir. Abrir o diálogo e recriar as melhores práticas. Resgatar ou criar novos valores.

“Acreditamos que resgatar valores é algo tão simples quanto um olhar. Basta ver que custo é diferente de valor e o nosso mercado tem muitos exemplos”, ressalta Fernando “Feof” Figueiredo, CEO da Bullet.

Intitulado #issotemvalor, o movimento compartilha premissas comuns ao mercado. Comparações do que tem custo e o que tem valor numa relação.

“Pra mim me parece óbvio. Se a gente consegue mexer no ponteiro do cliente, ele vai conseguir mexer no nosso.”, completa Feof.

Todo CEO de empresa busca performance. E performance se dá através de diversos fatores, que também incluem savings. Mas uma boa estratégia, combina diversas iniciativas que permitem que todos os lados ganhem.

Reconhecer valor é oposto ao “tanto faz”. Quando o anunciante reconhece valor numa relação, numa ideia, a discussão de preço ou prazo de pagamento é irrelevante, por isso que conseguir mudanças de comportamento por decreto não vai levar a lugar algum.

O movimento é open source. Não é da Bullet. E Fernando reconhece que este movimento motiva o jeito de pensar, de olhar as coisas e agir. Permite o anunciante falar o que deseja numa relação, ou uma agência pontuar o que precisa fazer para ir de encontro com os anseios do mercado. Incentiva agências a tratarem com respeito seus fornecedores, e no final do dia, fazer todo mundo se questionar: “Estou realmente criando valor?”

Muita coisa está diferente. O mercado não vai mudar. Já mudou. E isso exige uma nova forma de pensar, de agir. E este novo normal começa pelo diálogo, olhando nos olhos e sendo sincero, uns com os outros.

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Agências

Gabriel Sotero lança agência NO.LAND com modelo adaptativo e conquista contas da Genera e ONGs globais

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O mercado publicitário brasileiro ganha uma nova operação com o lançamento da NO.LAND, agência fundada e liderada pelo criativo Gabriel Sotero, ex-VML e executivo de criação mais premiado do país no The One Show 2026. A nova empresa estreia no mercado já respondendo por projetos estratégicos, como o reposicionamento da Genera — marca de genética pertencente ao Grupo Dasa — e uma campanha integrada para as entidades ambientais globais Sea Shepherd, WildAid e Freeland.

Com 22 anos de trajetória, mais de 80 marcas atendidas e 150 reconhecimentos na indústria (incluindo Cannes Lions, Effie Awards, Clio Awards, D&AD e Clube de Criação), Sotero concebeu a agência com base no conceito de full specialist. A proposta visa superar a rigidez e os custos de organogramas tradicionais por meio de estruturas modulares e adaptativas, nas quais o fundador atua diretamente nas contas ao lado de times seniores especializados nas demandas setoriais de cada cliente.

“O contexto do mundo e o comportamento do consumidor mudam numa velocidade que não respeita organogramas. Uma agência que se apega ao próprio modelo envelhece junto com ele. A NO.LAND foi pensada para se adaptar aos desafios de cada cliente e de cada momento, trazendo toda a estrutura de que um grande anunciante precisa”, afirma Gabriel Sotero, fundador da agência.

No campo da tecnologia, a agência incorpora inteligência artificial, dados e automação do briefing à produção final, posicionando o critério humano e a excelência estética (craft) como contrapontos à homogeneização do conteúdo gerado por algoritmos. O posicionamento da marca sintetiza a ruptura de barreiras operacionais a partir da assinatura: “NO.LAND is not nowhere. It’s everywhere.”

“A IA é fundamental para ampliar possibilidades, reduzir custos e gerar velocidade. Mas a mesma tecnologia também criou um problema. Quando qualquer pessoa consegue gerar cem análises, cem planos de mídia e cem peças, o valor passa para quem sabe o que merece existir. É esse julgamento que uma marca contrata quando escolhe a NO.LAND”, complementa Sotero.

Com o novo modelo de negócios, a agência busca combinar agilidade operacional, inteligência de dados e ambição criativa para gerar diferenciação e impacto nos resultados financeiros de grandes anunciantes.

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Agências

LGL Case atinge marca de mais de 70 projetos em 2026 com foco na integração entre planejamento e produção de eventos

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A produtora de eventos e experiências de marca LGL Case consolidou sua metodologia operacional voltada à convergência entre planejamento estratégico e execução técnica no setor de live marketing. Em 2026, a empresa já contabiliza mais de 70 projetos corporativos de grande escala entregues, ampliando sua presença em ativações de marcas, eventos de negócios e produções com diferentes perfis de complexidade operacional.

O modelo de trabalho da companhia estrutura-se no alinhamento contínuo entre o desenho do escopo, a alocação de recursos, a gestão de prazos e a coordenação de fornecedores. A abordagem parte do princípio de que a viabilidade de uma produção depende da previsibilidade técnica construída ainda nas etapas iniciais, garantindo rapidez de resposta para ajustes de campo sem comprometer os cronogramas estabelecidos.

“Um evento não é bem executado apenas porque ficou pronto ou porque o resultado final corresponde ao que foi imaginado. Ele é bem executado quando existe coerência entre o que foi proposto, o que foi planejado e o que acontece na prática. Nosso trabalho é conectar essas etapas, antecipar desafios e tomar decisões que permitam transformar objetivos em entregas reais, com consistência do início ao fim”, afirma Gustavo Costa, CEO da LGL Case.

A operação abrange o acompanhamento direto de todas as fases da entrega, incluindo a análise das especificidades físicas dos espaços, a validação de estruturas técnicas e a supervisão das equipes envolvidas na montagem e desmontagem.

Com a sustentação desse fluxo integrado, a LGL Case projeta seguir expandindo seu portfólio no mercado de eventos, posicionando a precisão operacional e a coerência executiva como diferenciais competitivos para atender às demandas de grandes marcas.

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