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Produtores de conteúdo e e- commerces apostam em web pushes para aumentar tráfego e engajamento

Engajar clientes e leitores no ambiente digital tem sido um desafio enfrentado por e-commerces e sites de conteúdo. Além das redes sociais, e-mail marketing e SMS, que são canais explorados com mais frequência, as marcas passaram também a adotar as notificações Web Push para alavancar o tráfego e engajamento.
“Web Push são pequenas mensagens que vão diretamente do seu website para o desktop, smartphone ou tablet dos utilizadores. Mesmo que o usuário não esteja no seu site ou no browser, ele receberá a notificação. Essa estratégia é usada para garantir que o subscritor volte ao seu site, recuperando-o e gerando tráfego”, explica Francisco Leite, Product Manager da E-goi, empresa de marketing automation.
A AliExpress, por exemplo, elaborou um case study no qual reportou uma taxa de abertura 93% maior com notificações Web Push em comparação com outras notificações de aplicativos. No relatório, a loja online, que é uma das maiores do mundo, constatou um aumento em 178% na conversão, em comparação com os usuários que não recebiam essas notificações.
Segundo o Product Manager da E-goi, um dos benefícios do Web Push está na facilidade de subscrição para os utilizadores. “Os usuários não precisam colocar seu e-mail ou quaisquer dados pessoais para receber avisos do site. Ao acessar a página da marca, haverá uma janela de permissão que pergunta se o usuário deseja ou não receber notificações daquele site. A partir do momento em que permitir o envio de notificações, a marca possui autorização para mandar as mensagens, podendo ser desativadas pelo usuário a qualquer momento de forma simples e rápida”.
Formas de aplicar o Web Push
Em blogs e sites de notícias, o Web Push pode ser utilizado para informar os leitores sobre a publicação de novos conteúdos, para manter uma relação com o público e aumentar o tráfego no site. “No E-goi, as notificações Web Push chegam instantaneamente ao browser dos subscritores sempre que um novo artigo for publicado. A automação poupa tempo do produtor de conteúdo e contribui para que o leitor fique informado com máxima rapidez e conveniência”, afirma Leite.
Outra aplicação para o Web Push é utilizada pelos e-commerces, que podem usar as notificações para anunciar novos produtos à venda no site, fazer promoções, manter os clientes informados e atrair usuários anônimos. “Se identificado o subscritor, podem ser criadas automações que permitem, por exemplo, enviar notificações de carrinho abandonado ou sugestões de produtos com link para checkout, com taxas de conversão bem elevadas aproveitando o fato do cliente ainda se encontrar no browser”, explica o Product Manager da E-goi.
Segundo Francisco Leite, o Web Push possui índices ainda mais elevados de efetividade quando associado a outras estratégias de comunicação e marketing digital. “No E-goi, o canal Web Push está integrado em uma plataforma de marketing automation, permitindo fazer sinergia com outros canais de comunicação e com automações, em uma estratégia sólida de comunicação multicanal. É possível combinar com landing pages para potencializar o aumento de base de dados, ou combinar com e-mail marketing, landing pages, sms e outros canais para fortalecer o alcance da divulgação. Tem acesso a uma ferramenta ready-to-use, prática e simples, que pode ser implementada no site ou blog sem precisar ter conhecimentos técnicos”, conclui.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.
No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.
Avon, faz sua mágica
Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.
O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.
Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.
“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.
A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.








