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Pritt estimula criatividade com reciclagem e doa 10 mil euros em ação global

Apoiadora da educação e do desenvolvimento de habilidades motoras, criativas e cognitivas das crianças, a Pritt apresenta sua nova campanha “Floresta Criativa Pritt”, que faz parte da ação global We Craft For Children, no Brasil Nós Criamos Pelas Crianças. O projeto visa estimular a interação infantil a partir da criação de animais da imaginação usando materiais reciclados e cola Pritt bastão e Pritt Tenaz líquida.
Nesta ação, cada animalzinho que for publicada com as hashtags #NósCriamosPelasCrianças #FlorestaCriativaPritt e #
“A proposta da campanha é trazer, de forma lúdica e pedagógica, elementos essenciais para o presente e futuro das crianças. A criação da colagem do animal preferido da floresta ou da imaginação utilizando produtos que seriam descartados no lixo estimula a criatividade infantil e fortalece desde cedo a importância da reciclagem para a saúde do meio ambiente. Essa é uma iniciativa divertida, interativa e educacional, que faz o participante sentir sua colaboração diretamente para programas sustentáveis”, disse Beatriz Negrão, gerente de marca e produto da Pritt, marca de adesivos escolares e escritório da Henkel.
A campanha vai além da contribuição social e também selecionará as montagens de animais mais criativos para entrar na Floresta Criativa Pritt. As melhores criações também vão participar de uma votação no perfil da página da Pritt no Instagram. As seis criações escolhidas pela Pritt e pelo Instituto formarão três duelos. As criações mais curtidas de cada um dos três duelos serão as vencedoras e vão ganhar recriações por um passo a passo feito pelo ateliê Maria Flor @ateliemariafloroficial e postado no perfil de @PrittBrasil com a marcação do participante para que outras crianças possam fazer em casa.
Parceria com Instituto 5 Elementos
Fundado em 1993, o Instituto 5 Elementos é uma entidade sem fins lucrativos sediada em São Paulo que promove programas e projetos ecopedagógicos e ações para a formação em educação com foco em sustentabilidade. A campanha Floresta Criativa Pritt doará até 10 mil euros ao instituto.
Além das inúmeras contribuições sociais e atividades prestadas em sustentabilidade ao longo dos anos, a Pritt selecionou o Instituto 5 Elementos para a doação por seu alinhamento com os objetivos da marca com a educação e com a campanha “Floresta Criativa Pritt”.
A instituição já decidiu o destino do recurso. “Além do desenvolvimento institucional, o projeto escolhido para apadrinhamento é transformar em um curso online da premiada coleção ‘Consumo Sustentável e Ação – Resíduos Sólidos’. O desenvolvimento de uma plataforma online de fácil acesso, moderna e interativa será dedicada a professores de ensino básico, estudantes e interessados no tema consumo responsável e a educação para a sustentabilidade”, destacou Mônica Pilz Borba, do Instituto 5 Elementos.
Histórico com a educação e responsabilidade social
Não é de hoje que a Henkel promove a bandeira da educação. Desde 2019, em parceria com o Instituto Ayrton Senna, a Henkel já mobilizou 230 funcionários da empresa em contribuições mensais que variam de R$ 20 a R$ 100, diretamente descontadas da folha de pagamento mediante à adesão ao programa, para direcionar recursos à iniciativa “Presente Para o Futuro”.
A Pritt já está envolvida há anos em ações de responsabilidade social para a melhoria da qualidade da educação dentro e fora da sala de aula em todo o mundo. No Brasil, em 2017, em parceria com a organização humanitária internacional Plan International, a marca construiu e renovou duas escolas em áreas de vulnerabilidade na cidade de Codó, interior do Maranhão.
Em 2019, venceu a campanha global “Nós Criamos Pelas Crianças” (do inglês We Craft for Children) e doou, junto com a Fundação Fritz Henkel, R$ 170 mil ao Instituto Ayrton Senna para apoio a projetos educacionais da organização que beneficiam crianças e jovens das redes públicas de ensino de todo o País. Em 2020, com a pandemia, a ação teve estrutura digital e direcionou recursos para diversos países: Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Espanha, México, Itália e África do Sul. Esse ano, a ação global será realizada no Reino Unido, Alemanha, Turquia, Espanha e Brasil com o desafio de desenvolver uma campanha para estímulo das crianças com a natureza e selecionar uma instituição para receber os recursos.
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Participação de vendedores americanos no volume de vendas internacionais do Mercado Livre quase triplica em 16 meses

A representatividade dos vendedores norte-americanos no volume bruto de mercadorias (GMV) transacionado via cross-border no Mercado Livre avançou de 8,7% em abril de 2025 para 25,9% em agosto de 2026. Os dados constam em um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de inteligência e análise de dados baseada em inteligência artificial. O movimento ocorre em um cenário no qual os itens de origem internacional já equivalem a 45,9% do catálogo ativo da plataforma de e-commerce e a 77,5% dos novos anúncios publicados.
A movimentação financeira associada ao segmento dos Estados Unidos registra um valor médio por pedido de R$ 352,00 — cifra 4,8 vezes superior à média dos vendedores oriundos da China, fixada em R$ 73,00. Apesar do avanço norte-americano, a China e Hong Kong permanecem na liderança da modalidade, respondendo por 71,9% do GMV cross-border do marketplace.
O estudo da JoomPulse monitorou 12 mil unidades de manutenção de estoque (SKUs) no Mercado Livre entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, cobrindo categorias como brinquedos, joias e vestuário. O levantamento indica que o volume de anúncios internacionais que geraram conversão de vendas cresceu 83 vezes no período, enquanto o número total de pedidos desses produtos aumentou seis vezes.
O desempenho do segmento internacional transcorre de forma paralela às reformulações na tributação de compras importadas no país. A legislação que trata da isenção do imposto de importação para encomendas de até US$ 50,00 abrange 94,25% dos pedidos e 68,78% do GMV cross-border. Para transações entre US$ 50,00 e US$ 3 mil, cuja alíquota máxima passou para 30%, concentra-se uma fatia de 5,75% dos pedidos, mas que responde por 31,22% do volume financeiro. Devido ao ticket médio superior, os vendedores dos Estados Unidos concentram suas operações predominantemente nesta segunda faixa.
A análise da consultoria não identificou oscilações nos preços finais ao consumidor após as adequações fiscais. O valor médio dos pedidos situados na faixa entre US$ 30,00 e US$ 50,00 manteve-se estável em R$ 193,00 ao longo de todo o período observado.
No que tange às categorias específicas monitoradas pela legislação — como brinquedos, joias, cosméticos e vestuário —, a participação do comércio internacional sobre o GMV total dessas áreas não apresentou elevação no trimestre encerrado em agosto. Em brinquedos e hobbies, o índice passou de 2,50% em maio para 2,18% em agosto; em joias e relógios, recuou de 2,10% para 1,05%; em beleza e cuidados pessoais, alterou-se de 1,46% para 0,95%; e no segmento de calçados, vestuário e bolsas, passou de 0,47% para 0,38%.
As condições de logística e entrega também figuram como fator competitivo no setor. Nas compras abaixo de US$ 10,00 — faixa que engloba 48,37% dos pedidos internacionais —, apenas 0,1% dos anúncios de fora do país oferecem frete gratuito, ante 73,0% dos vendedores nacionais. Nas faixas de preço acima de US$ 30,00, a oferta de gratuidade no envio se equipara entre itens locais e importados. “Em maio, mostramos que o crescimento do cross-border no Brasil havia começado antes da reforma tributária”, afirma Ivan Kolankov, chief executive officer (CEO) da JoomPulse. “Agora analisamos qual segmento está crescendo mais rapidamente do que os demais. Os sellers precisam entender em qual faixa de preço e categoria entrar, a que preço e sob quais condições de frete. As condições tributárias mudaram, mas de forma diferente entre as faixas de preço, e apenas o analytics pode mostrar onde uma vantagem de fato surgiu. Monitoramos de perto cada tendência e queremos permitir que todos os sellers baseiem suas decisões em dados.”
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Gad lança sétima edição do Gad Insights com análise sobre o futuro do branding e a relevância das marcas

A consultoria de branding e design Gad’ apresentou a 7ª edição do seu estudo proprietário anual, o Gad Insights 2026. A pesquisa analisa as transformações no comportamento do consumidor ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez diretrizes direcionadas a apoiar empresas nas tomadas de decisão de gestão de marca e posicionamento de mercado.
Sob o tema “O Desafio da Relevância – Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório deste ano contextualiza um cenário marcado pelo avanço tecnológico, pela saturação de conteúdos e por um público mais impaciente. O levantamento argumenta que o atributo da diferenciação isolada perdeu eficiência, exigindo que as marcas demonstrem utilidade e propósito prático na rotina de seus públicos. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, chief executive officer (CEO) do Gad’.
A publicação anual, iniciada em 2020, já abordou tópicos como as reconfigurações de consumo na pandemia, a reputação corporativa e o storydoing em 2022, o conceito de marcas inteligentes em 2023, o fenômeno do overbranding em 2024 e a busca pelo resgate das origens das empresas em 2025.
Na edição atual, a pesquisa mapeia vetores de transformação no mercado global. O documento aborda a busca por autenticidade frente à padronização de materiais via inteligência artificial, o combate ao chamado FOMO corporativo — a tendência de marcas perseguirem movimentos passageiros sem sinergia estratégica — e a ascensão do Generative Engine Optimization (GEO), em resposta ao dado de que 58% dos consumidores globais utilizam IAs generativas em substituição aos buscadores tradicionais. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias”, observa Deos.
O estudo traz ainda recortes populacionais e econômicos, citando dados da empresa de arquitetura e design Gensler de que entre 15% e 20% da população mundial é neurodivergente, o que exige adaptações sensoriais no varejo físico. O levantamento destaca também a expansão da silver economy, voltada ao público com 60 anos ou mais — segmento que movimenta US$ 4,2 trilhões anualmente no mundo —, e aponta um estudo da BALT indicando que 77% dos consumidores brasileiros exigem evidências concretas para validar compromissos socioambientais anunciados pelas empresas. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, finaliza Deos.








