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Priscila Oliva é a nova diretora de vendas e marketing da American Tower do Brasil

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Seguindo seu processo de desenvolvimento, a American Tower do Brasil tem uma nova Diretora Sênior de Vendas e Marketing. Desde o início deste ano, Priscila Oliva está à frente da função que, anteriormente, era ocupada por Emerson Hugues, atual General Manager do Brasil.

A executiva possui graduação em Economia pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas e MBA em Gestão Estratégica e Economia Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), com mais de 18 anos de atuação no setor de Vendas de diferentes segmentos.

Na ATC há 16 anos, Priscila começou sua trajetória como Gerente de Contas no Brasil e, posteriormente, como Gerente de Desenvolvimento de Negócios. Com experiência em soluções de telecomunicações, incluindo infraestrutura, torres e soluções de Rede de Acesso (RAN), Priscila trabalhou na negociação para o início das operações de mercados como Chile, Peru e Colômbia, atividades que abriram portas para que liderasse, no Chile, a área de Vendas, Marketing e Novos Negócios. Em 2014, assumiu um novo cargo como Country Lead da ATC Chile, função que ocupou até sua volta ao Brasil.

“Voltar ao Brasil mais de 11 anos depois é uma oportunidade de estar mais próxima das demandas de clientes-chaves em um país estratégico para American Tower, com diferentes produtos e líder no setor. Estou encarando essa nova função como um reconhecimento e grande oportunidade para seguir desenvolvendo projetos de longo prazo com nossos clientes e atendê-los com a máxima eficiência possível. Temos muitas coisas para desenvolver com a chegada do 5G e queremos seguir líderes no segmento e parceiros e dos nossos clientes nesse caminho”, diz a diretora.

Em sua nova função, Priscila é responsável pelo relacionamento e negócios com todos os clientes do segmento de Torres, com foco nas suas necessidades.

“A Priscila se junta ao time da ATC no Brasil para continuarmos desenvolvendo, a cada passo, uma parceria mais estratégica e de longo prazo com nossos clientes”, comentou Hugues.

Outras mudanças

Emerson Hugues assumiu como Diretor Geral da American Tower, em agosto de 2021, após cinco anos à frente da área de Vendas e Marketing no país. As recentes movimentações dentro da companhia são resultado do desenvolvimento de planos de sucessão de carreira, criando oportunidades de crescimento para a empresa e suas pessoas.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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