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Pringles®️ apresenta edição limitada de Halo Infinite

Os fãs de Halo Infinite, um dos jogos mais esperados do ano, terão agora uma opção bem gostosa para se entreter enquanto aguardam o lançamento. Pringles®️ anuncia uma edição limitada de suas embalagens com a temática do jogo. Entre julho e setembro, as latinhas poderão ser encontradas nas grandes redes de super e hipermercados.
Serão quatro latas colecionáveis estampadas com o personagem Master Chief, protagonista da nova sequência do jogo: duas versões nos tradicionais sabores Original e Creme e Cebola (os mais vendidos da marca), além de mais outras duas grandes novidades que vão balançar o mercado: os sabores limitados Cheeseburger e Cheddar & Bacon.
“A autenticidade é um elemento central para Pringles®️ e uma caraterística que enxergamos em nossos consumidores, que são apaixonados por games e usam o mundo virtual para se expressarem de forma única”, comenta Cristina Monteiro, diretora de Marketing de Categoria da Kellogg no Brasil. “A franquia Halo é um fenômeno global com forte presença na comunidade digital. Não poderíamos deixar de acompanhar este público tão fiel”, finaliza.
Os novos sabores foram elencados pela própria comunidade gamer como os snacks favoritos na hora de curtir o jogo. As latas chegam cheias de personalidade com um efeito metalizado que dão ainda mais exclusividade para o lançamento.
HALO INFINITE
Exclusivamente publicada pela Xbox Game Studios e desenvolvida pela 343 Industries, Halo é uma franquia premiada que transcendeu os videogames e se tornou um fenômeno global do entretenimento. Começando com o original “Halo: Combat Evolved” (2001), a aclamada e recordista série de jogos impulsionou a franquia Halo para um produto transmídia multibilionário composto por vários livros apresentados na lista de Best Sellers do New York Times, várias séries digitais live-action e animadas, histórias em quadrinhos, figuras de ação e vestuário que construiu uma base de fãs de milhões em todo o mundo.
No final do ano de 2021, a lendária história do Master Chief continua com “Halo Infinite”, chegando na mesma data de lançamento no Xbox Game Pass e nos Xbox Series X|S, Xbox One, Windows 10 e Steam. Veremos os jogadores embarcarem na campanha Halo mais expansiva até agora e saltarem para o multiplayer free-to-play a 120 FPS.
Hoje, mais de 82 milhões de cópias de Halo foram vendidas em todo o mundo. A franquia já gerou mais de US$ 6 bilhões em vendas mundiais e um engajamento superior a 100 milhões de usuários totais.
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Nissin promove “Batalha de Sabores” para disputar a preferência do consumidor em campanha multiplataforma

A Nissin Foods do Brasil acaba de lançar a “Batalha de Sabores”, uma ofensiva estratégica de marketing que coloca frente a frente três de seus produtos mais icônicos na versão Galinha Caipira: Nissin Lámen, Cup Noodles e Nissin Yakissoba U.F.O.. A iniciativa visa não apenas ampliar a visibilidade e a penetração do portfólio, mas também reforçar a lembrança de marca ao convidar o público a eleger qual formato do sabor favorito dos brasileiros merece o título de líder.
A narrativa da campanha utiliza o storytelling por meio dos personagens das marcas para destacar os atributos competitivos de cada item. Enquanto o Nissin Lámen foca na versatilidade do preparo caseiro, o Cup Noodles destaca a praticidade do consumo on-the-go e o Nissin Yakissoba U.F.O. aposta na intensidade de sabor como seu principal diferencial.
A partir do dia 23 de fevereiro, a estratégia de live marketing digital entra em uma fase de “modo invasão” nos perfis oficiais @nissinbrasil e @cupnoodlesbrasil. A dinâmica prevê que os personagens batalhem entre si em uma série de conteúdos interativos, contando ainda com o reforço de um time de influencers para gerar proximidade e conversas com a audiência.
“Sabemos que Galinha Caipira é o sabor preferido dos brasileiros. Com a Batalha de Sabores, mostramos como cada produto entrega uma experiência diferente dentro do universo dos macarrões instantâneos e convidamos o público a escolher o seu favorito”, explica Ana Fossati, gerente de marketing da Nissin Foods do Brasil.
Para Ricardo Dolla, Chief Creative Officer da Dentsu Creative, a ação eleva um conceito tradicional da marca a um novo patamar de execução. “A Batalha de Sabores é um clássico do universo Nissin. Só que, desta vez, não ficamos apenas no sabor. Acrescentamos novas texturas à disputa, cruzando linguagens e códigos para deixar a comunicação tão irresistível quanto o produto”, afirma o executivo.
Com veiculação prevista até o dia 15 de março, a campanha marca presença em um ecossistema digital robusto, englobando Facebook, Instagram, TikTok, YouTube, Twitch e Kwai, garantindo que a disputa atinja diferentes perfis de consumidores em seus respectivos ambientes de lazer e entretenimento digital.
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Smartphones não precisam ouvir conversas para prever desejos, aponta especialista em dados

Uma cena recorrente no cotidiano digital alimenta uma das maiores teorias da conspiração da atualidade: após uma conversa em voz alta, sem qualquer busca ativa, o usuário é impactado por um anúncio sobre o exato tema discutido. A sensação de vigilância é real e confirmada por estudos, como o da Universidade de Amsterdã, que aponta que a falta de compreensão sobre a coleta de dados gera especulações sobre uma possível “escuta” via microfone. No entanto, para especialistas do setor, a realidade tecnológica é ainda mais sofisticada — e menos cinematográfica.
Caio Motta, cofundador da Elementar Digital e especialista em marketing de performance, afirma que as plataformas não precisam do áudio para serem precisas. “Trabalho há mais de uma década com marketing de performance e dados. Posso afirmar com segurança que as plataformas não precisam do seu microfone porque elas têm algo muito mais poderoso”, explica. O segredo reside no machine learning e na capacidade de predição de gigantes como Google e Meta, que analisam múltiplas camadas de comportamento para antecipar desejos.
A engenharia por trás da “coincidência”
O rastreamento vai muito além do histórico de buscas. Envolve uma cadeia de correlação que inclui o endereço IP, conexões Wi-Fi e o comportamento de pessoas próximas. “Se sua esposa pesquisou colchões, o algoritmo sabe que vocês dividem o mesmo endereço e estão relacionados. Não precisa de microfone para conectar esses pontos”, pontua Motta.
Soma-se a isso o compartilhamento de dados offline. O tradicional CPF informado na farmácia em troca de descontos conecta compras físicas ao perfil digital. Assim, a compra de um suplemento na terça-feira pode disparar, na quinta, anúncios de roupas de ginástica ou aplicativos de exercícios, criando a ilusão de que o celular “ouviu” um plano de treino.
O viés de confirmação e o mercado de R$ 38 bilhões
O fenômeno psicológico conhecido como viés de confirmação completa a experiência. Em meio a centenas de anúncios ignorados diariamente, o cérebro registra apenas aquele que coincide com uma conversa recente, descartando os “erros” do algoritmo.
Esse ecossistema move cifras bilionárias. No Brasil, o investimento em publicidade digital atingiu R$ 37,9 bilhões em 2024, segundo o Digital AdSpend 2025 do IAB Brasil. “Esse dinheiro não se sustenta em conspiração, se sustenta em resultado mensurável”, ressalta o executivo. Para ele, embora a personalização ajude pequenas empresas e facilite a descoberta de produtos, ela exige vigilância ética contra práticas discriminatórias de segmentação.
Literacia digital e privacidade
Motta destaca que o maior risco à privacidade muitas vezes não vem das grandes empresas auditadas e sujeitas à LGPD, mas de aplicativos menores e data brokers obscuros que solicitam permissões abusivas. A recomendação para quem busca limitar o rastreamento inclui o uso de navegadores focados em privacidade, como o Brave Browser, e a revisão constante de permissões de aplicativos.
“Entender como a publicidade digital funciona virou alfabetização básica para qualquer pessoa conectada”, finaliza Caio Motta. “É uma realidade muito menos cinematográfica, mas, mesmo sem ouvir, os algoritmos sabem muito sobre você e fazem isso com o seu consentimento, escondido naqueles termos de uso que ninguém lê”.









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