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Pessoas desaparecidas viram personagens de videogame

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O desaparecimento de pessoas no Brasil é um fenômeno social que atinge principalmente famílias de baixa renda. Só no Estado de São Paulo, em média 25.000 pessoas somem por ano. É em prol desta causa que a ABCD – Associação Brasileira de Busca e Defesa da Criança Desaparecida, conhecida como Movimento Mães da Sé, desempenha desde 1996 um papel fundamental ao auxiliar as famílias na procura por entes desaparecidos.
Neste início de ano, então, momento em que muito se fala sobre renovação da esperança, o tema pode ganhar força e atenção, e voltar a tornar a causa mais latente. Com isso em mente, a DRUID Creative Gaming, agência especializada em comunicação e estratégia criativa para o mundo dos games, desenvolveu um projeto inovador para trazer a comunidade para perto dessa causa tão importante e aproveitar a popularidade e alcance dos jogos eletrônicos como plataforma de mídia e divulgação.
Com o lançamento de “Starfield”, um game de aventura sobre exploração no espaço e cotado como grande sucesso dos últimos meses com a venda de mais de 10 milhões de cópias no mundo, se deu o insight para a criação da oportunidade, já que um dos aspectos que mais chama atenção é o “Criador de Personagem” – ferramenta em que os jogadores podem definir as características de seus avatares. Esse asset do Starfield é tão avançado, que ficou mais famoso ainda em meio a comunidade após vários jogadores começaram a postar tutoriais e vídeos sobre como conseguiram replicar personagens famosos dentro do game – dentre eles artistas como Keanu Reeves e Willem Dafoe.
Assim, a DRUID criou o projeto que “transforma” as fotos das pessoas desaparecidas cadastradas no ABCD em personagens do jogo Starfield e convidou grandes influenciadores gamers a doarem seu tempo e audiência para a causa do Movimento, se comprometendo a jogarem com esses avatares específicos. “Por que não aproveitar a oportunidade que o jogo oferece e dar visibilidade em ajudar causas importantes como as pessoas desaparecidas?” questiona Rafael Hessel, diretor geral de criação da DRUID. Para alcançar a modelagem perfeita dos rostos do banco de dados da Instituição, a agência contou com uma equipe expert em captações in-game.
Grandes nomes do segmento gamer, como Rakin, SMZinho e Menye B apoiaram a ação, e utilizaram de suas redes sociais e canais de streaming para contar sobre o Movimento Mães da Sé e o trabalho executado pela Instituição. O intuito é gerar awareness para a Mães da Sé ao passo que, com mais pessoas seguindo os perfis da Instituição, o banco de dados com as pessoas desaparecidas também ganha mais acessos. Durante todas as lives realizadas, os streamers foram treinados pela DRUID sobre a história da ABCD para poderem conversar em seus chats sobre o assunto com seus seguidores.
A ação já está em andamento. “Nossa expectativa é conseguir engajar os gamers, uma comunidade enorme, unida e ativa, para aumentar o fluxo de informações sobre os desaparecidos, além do conhecimento, o trabalho sério e propósito da Instituição. E, claro, que o maior sonho de todos nós e os que abraçaram essa ideia com a gente é encontrar algum ente querido que está sendo procurado por sua família”, afirma Rafael Hessel.
FICHA TÉCNICA
Cliente: Mães da Sé + Starfield
Produto: Institucional
Agência: DRUID CREATIVE GAMING
Título: Avatares Desaparecidos
Planejamento: Bruna Pastorini
Diretor Geral de Criação: Rafael Hessel
Criação: Ana Agra, Ivana Ribeiro e Matheus Carrera
Diretora Geral de Atendimento: Mariana Nunes
Atendimento: Thamires Barros
Gestão de Projetos: Leandro Silva, Gabriel Businari
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Gabriel Sotero lança agência NO.LAND com modelo adaptativo e conquista contas da Genera e ONGs globais

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O mercado publicitário brasileiro ganha uma nova operação com o lançamento da NO.LAND, agência fundada e liderada pelo criativo Gabriel Sotero, ex-VML e executivo de criação mais premiado do país no The One Show 2026. A nova empresa estreia no mercado já respondendo por projetos estratégicos, como o reposicionamento da Genera — marca de genética pertencente ao Grupo Dasa — e uma campanha integrada para as entidades ambientais globais Sea Shepherd, WildAid e Freeland.

Com 22 anos de trajetória, mais de 80 marcas atendidas e 150 reconhecimentos na indústria (incluindo Cannes Lions, Effie Awards, Clio Awards, D&AD e Clube de Criação), Sotero concebeu a agência com base no conceito de full specialist. A proposta visa superar a rigidez e os custos de organogramas tradicionais por meio de estruturas modulares e adaptativas, nas quais o fundador atua diretamente nas contas ao lado de times seniores especializados nas demandas setoriais de cada cliente.

“O contexto do mundo e o comportamento do consumidor mudam numa velocidade que não respeita organogramas. Uma agência que se apega ao próprio modelo envelhece junto com ele. A NO.LAND foi pensada para se adaptar aos desafios de cada cliente e de cada momento, trazendo toda a estrutura de que um grande anunciante precisa”, afirma Gabriel Sotero, fundador da agência.

No campo da tecnologia, a agência incorpora inteligência artificial, dados e automação do briefing à produção final, posicionando o critério humano e a excelência estética (craft) como contrapontos à homogeneização do conteúdo gerado por algoritmos. O posicionamento da marca sintetiza a ruptura de barreiras operacionais a partir da assinatura: “NO.LAND is not nowhere. It’s everywhere.”

“A IA é fundamental para ampliar possibilidades, reduzir custos e gerar velocidade. Mas a mesma tecnologia também criou um problema. Quando qualquer pessoa consegue gerar cem análises, cem planos de mídia e cem peças, o valor passa para quem sabe o que merece existir. É esse julgamento que uma marca contrata quando escolhe a NO.LAND”, complementa Sotero.

Com o novo modelo de negócios, a agência busca combinar agilidade operacional, inteligência de dados e ambição criativa para gerar diferenciação e impacto nos resultados financeiros de grandes anunciantes.

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LGL Case atinge marca de mais de 70 projetos em 2026 com foco na integração entre planejamento e produção de eventos

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A produtora de eventos e experiências de marca LGL Case consolidou sua metodologia operacional voltada à convergência entre planejamento estratégico e execução técnica no setor de live marketing. Em 2026, a empresa já contabiliza mais de 70 projetos corporativos de grande escala entregues, ampliando sua presença em ativações de marcas, eventos de negócios e produções com diferentes perfis de complexidade operacional.

O modelo de trabalho da companhia estrutura-se no alinhamento contínuo entre o desenho do escopo, a alocação de recursos, a gestão de prazos e a coordenação de fornecedores. A abordagem parte do princípio de que a viabilidade de uma produção depende da previsibilidade técnica construída ainda nas etapas iniciais, garantindo rapidez de resposta para ajustes de campo sem comprometer os cronogramas estabelecidos.

“Um evento não é bem executado apenas porque ficou pronto ou porque o resultado final corresponde ao que foi imaginado. Ele é bem executado quando existe coerência entre o que foi proposto, o que foi planejado e o que acontece na prática. Nosso trabalho é conectar essas etapas, antecipar desafios e tomar decisões que permitam transformar objetivos em entregas reais, com consistência do início ao fim”, afirma Gustavo Costa, CEO da LGL Case.

A operação abrange o acompanhamento direto de todas as fases da entrega, incluindo a análise das especificidades físicas dos espaços, a validação de estruturas técnicas e a supervisão das equipes envolvidas na montagem e desmontagem.

Com a sustentação desse fluxo integrado, a LGL Case projeta seguir expandindo seu portfólio no mercado de eventos, posicionando a precisão operacional e a coerência executiva como diferenciais competitivos para atender às demandas de grandes marcas.

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