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Pesquisa da Sellesta revela os desafios diários enfrentados pelos gerentes de marketing online do Brasil

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Gerar um retorno de investimento (ROI) em campanhas promocionais é o maior desafio enfrentado pelos gerentes de marketing online do Brasil (de acordo com 87% dos profissionais locais), seguido pelo conhecimento da marca (13%), de acordo com nova pesquisa publicada pela Sellesta, fornecedora global de ferramentas de e-commerce baseadas em inteligência artificial para impulsionar as vendas online.

O estudo – realizado com 200 profissionais de comércio eletrônico que operam no Brasil e no México – revelou os desafios diários para impulsionar as vendas online em um ambiente de mercado cada vez mais competitivo. Segundo os dados, 91% dos gerentes de e-commerce brasileiros enfrentam a concorrência online de pelo menos 10 outras marcas, enquanto apenas cerca da metade (56%) têm acesso às tendências diárias do mercado e informações sobre concorrentes para ajudá-los a tomar suas decisões.

Quando questionados sobre o quão conscientes e informados eles se consideram sobre as ofertas online dos concorrentes (descrições, preços, promoções, etc.), apenas 15,4% dos entrevistados brasileiros se descreveram como “extremamente atentos”, preparados para acompanhar diariamente os desenvolvimentos do mercado.

Max Zagrebin, CEO da Sellesta, afirma que esses insights são fundamentais para os profissionais de marketing, especialmente diante do aumento da concorrência online no Brasil. “Analisar e acompanhar constantemente os concorrentes de um mesmo setor é fundamental para que uma empresa de e-commerce se destaque e tenha sucesso. Atrás de milhões de anúncios e vendas que ocorrem todos os dias, há uma riqueza de dados competitivos inestimáveis que, caso contrário, estariam fora do alcance dos vendedores”, disse ele.

A pesquisa também revelou outro problema enfrentado pelos profissionais de marketing online da região: 13,6% dos entrevistados brasileiros atualmente precisam de pelo menos 5 dias para lançar uma campanha online, enquanto 11% mantêm a mesma precificação ao longo do ano.

Max acrescentou que o surgimento da IA transformará drasticamente esse cenário, permitindo que profissionais de marketing em geral – de PMEs a grandes companhias – tenham acesso e respondam à dinâmica do mercado em tempo real.

“Enquanto a ferramenta Insights de Mercado da Sellesta utiliza IA para ajudar os profissionais de marketing em marketplaces de terceiros, como a Amazon, a entender e responder às necessidades dos clientes, equipando as empresas com dados em tempo real e tendências de mercado, nosso questionário generativo com IA aprimora o envolvimento do cliente nas páginas do produto, fornecendo recomendações personalizadas e coleta de informações valiosas dos clientes”, disse ele.

Principais dados a serem destacados referentes ao Brasil:

  • 91,4% enfrentam concorrência online de pelo menos 10 outros produtos

  • 38,2% dos gerentes de e-commerce verificam manualmente os preços dos concorrentes

  • Para 87,1% dos gerentes de e-commerce no Brasil, gerar ROI é o maior desafio que enfrentam

  • Apenas 55,7% têm acesso às informações diárias sobre as tendências do mercado

  • No Brasil, 93,6% dos gerentes de e-commerce atualmente precisam de pelo menos 2 semanas para criar e implementar uma campanha de marketing online; 14,3% necessitam de pelo menos um mês

  • Apenas 55,8% dos gerentes de e-commerce têm acesso a informações de mercado e tendências em tempo real; tornando difícil para eles se adaptarem e responderem às oportunidades de mercado

  • 13,6% dos profissionais de e-commerce local precisam de pelo menos 5 dias para lançar uma campanha online.

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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