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Perdigão convida consumidores a ativarem “Modo Ivete” em nova campanha

Perdigão apresenta sua campanha intitulada “Modo Ivete” em celebração a um dos principais eventos futebolísticos do mundo. Em sua primeira campanha para a marca, o conceito criativo e 360º desenvolvido pela agência AlmapBBDO reforça a alegria e a energia dessa festa que é um “carnaval fora de época”, muito bem representado por Ivete Sangalo, embaixadora da marca. As ações trazem filmes inéditos, além de conteúdos criados em parceria com os demais embaixadores de Perdigão Na Brasa (Zé Almiro, Helô Palácio e Alder Lopes) nas redes sociais e materiais especiais para pontos-de-venda.
A ação valoriza a praticidade e a versatilidade dos principais produtos ativados do portfólio de Perdigão para a comemoração: as Linguiças Calabresas, as mais vendidas do Brasil; a Mortadela Ouro, também a mais vendida do Brasil; e as Linguiças Perdigão Na Brasa, que fazem parte da linha especializada em cortes de churrasco, que combinam perfeitamente com a galera reunida assistindo aos jogos e com uma boa música para acompanhar. Dessa forma, os vídeos trazem receitas simples e saborosas para serem preparadas ao longo do evento que tem o poder de “transformar e ativar as pessoas no modo Ivete” por conta dessa animação que energiza o público de quatro em quatro anos e que representa tão bem a personalidade da cantora.
“Um dos momentos mais aguardados do ano chegou e nós não poderíamos ficar de fora dessa festa. Nossas ações com a Ivete e os demais embaixadores de Na Brasa reforçam o quanto esse período exige uma bela comemoração e como nossos itens – sejam para petiscos ou um churrasco completo – são ideais para que todos possam comemorar com estilo e alegria cada gol, drible e vitória, já que torcer junto, além de ser mais gostoso, tem sabor de Perdigão”, comenta Rafael Gonçalez, gerente executivo da Perdigão.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








