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PepsiCo doa mais de 31 toneladas de produtos para comunidades em São Paulo, com foco no apoio às mulheres

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PepsiCo doa mais de 31 toneladas de produtos para comunidades em São Paulo, com foco no apoio às mulheres

Reafirmando o seu compromisso de contribuir com as populações em vulnerabilidade social no enfrentamento da pandemia da Covid-19, a PepsiCo, uma das maiores empresas de Alimentos e Bebidas do Mundo, realizou uma doação de mais de 148 mil unidades de produtos, ou o equivalente a mais de 31 toneladas, que serão distribuídas pela Associação Comunitária para Valorização do Heliópolis, uma representante da CUFA, em São Paulo.

Segundo Regina Teixeira, Diretora de Assuntos Corporativos da PepsiCo Brasil, esta é mais uma doação da companhia que se soma às outras diversas iniciativas sociais que vem sendo realizadas, e que integram uma agenda global e perene de apoio à sociedade. “A PepsiCo, como pertencente a um dos segmentos essenciais neste momento, de alimentos e bebidas, reforça com essa e outras ações o compromisso com o Brasil e principalmente com as comunidades em que atuamos. Nesta doação, contamos com o apoio de um time verdadeiramente engajado em uma de nossas fábricas, localizada em Sorocaba (SP), para viabilizar essa ação tão necessária.”, afirmou a executiva.

Desde 2014, já foram doadas pela companhia mais de 455 toneladas de produtos em todo o país. Dentro dessa agenda, 355 toneladas foram destinadas às ações de suporte humanitário em virtude do Coronavírus desde o início do último ano. A PepsiCo reforça que o cuidado com os(as) funcionários e funcionárias, clientes e comunidades é sua prioridade. Por isso, tem adotado localmente medidas de segurança e amparo, com uma série de iniciativas para auxiliá-los na prevenção, proteção e nos cuidados no dia a dia. Todas as ações podem ser conferidas no site da companhia, em seu Manifesto.

Parceria com Instituto Free Free

Com o objetivo de direcionar parte dessas doações para um dos públicos mais afetados durante a pandemia, a PepsiCo se uniu ao Instituto Free Free para apoiar as mulheres, mães e meninas que sofrem os impactos dessa calamidade. Elas são, em sua maioria, as responsáveis pela saúde e alimentação da família, por isso, incluí-las no centro desse suporte, é essencial para atuarmos de forma assertiva neste momento.

Prêmio CAF America 2021 – Excelência em Filantropia Internacional

A Fundação PepsiCo (braço filantrópico da companhia) foi nomeada ganhadora do Prêmio CAF America 2021 – Excelência em Filantropia Internacional – pelas ações desenvolvidas globalmente, em apoio às comunidades durante a pandemia. Em 2020, a PepsiCo e a Fundação PepsiCo investiram mais de US ﹩ 60 milhões em mais de 50 países em ações que auxiliaram diversas pessoas em situação de vulnerabilidade impactadas pelo Covid-19.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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