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Paralisação do mercado de feiras e eventos de negócios provoca prejuízo superior a R$ 280 bilhões e segue sem previsão de retomada em São Paulo

Na última semana o setor de feiras e eventos de negócios foi surpreendido pelo anúncio realizado pelo Governador de São Paulo, João Doria, durante coletiva, sobre a mudança na forma como é feita a reclassificação do Plano São Paulo, que passará a ser mensal, e não mais quinzenal. Assim, a próxima atualização será feita no dia 9 de outubro, o que praticamente inviabiliza o retorno dos eventos de negócios no dia 12 de outubro, como anunciado pelo governante no início de julho.
Como é necessário estar por 28 dias contínuos na fase verde para serem realizados, neste novo formato, os eventos estariam, teoricamente, autorizados para acontecer a partir de 6 de novembro. Para piorar a situação, o decreto nº 59.285 de 18 de março de 2020, da Prefeitura de São Paulo, segue proibindo a realização dos eventos no município paulista.
De acordo com levantamento da UBRAFE (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios), a paralisação de março até agosto já gerou uma perda de mais de R$ 280 bilhões à economia de São Paulo, e R$ 13,5 bilhões para as empresas do setor de eventos do sistema expositor no estado.
“Todas as empresas e profissionais ligados à cadeia produtiva de eventos estão agonizando pela falta trabalho. Desde março, estamos em constante contato com os poderes federal, estadual e municipal para mostrar como as feiras e eventos de negócios são tão ou mais seguros quanto um shopping center, e até desenvolvemos um protocolo para todo o setor, com a respectiva validação do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Também desenvolvemos desde março mais de 70 documentos às várias instâncias dos três poderes, mas até o momento não recebemos nenhum retorno efetivo sobre os pleitos”, afirma Jamil Abdala, presidente da UBRAFE.
Esse segmento é uma mola propulsora essencial à economia, responsável por 160 mil empregos no estado e pela ativação de negócios em fábricas de todo o país. O valor do impacto anual na economia brasileira na geração de resultados para as empresas expositoras dos eventos em São Paulo são da ordem de R$ 305 bilhões, equivalente a 4,6% do PIB Nacional, induzindo o consumo interno e exportações, projetando valor nacional da ordem de R$ 1 trilhão. Para obter esses resultados, expositores e visitantes aplicam anualmente no setor de eventos de negócios, somente na cidade de São Paulo, cerca de R$ 16,3 bilhões.
É importante destacar que o estado de São Paulo representa ⅓ da economia do país, e que a retomada das feiras e eventos de negócios cria reflexos positivos com impacto na economia da cidade, do estado e do país. São Paulo, como principal centro comercial e econômico da América Latina, sedia as mais importantes feiras e eventos de negócios, gerando negócios e oportunidades.
O mercado é baseado na confiabilidade e previsibilidade, pois não é possível fazer um evento da noite para o dia. Para a produção dos eventos, são necessários de 30 a 45 dias, pelo menos, em que toda a cadeia se prepara para a montagem, realização e desmontagem. A preocupação vem dos impactos que o mercado vem sofrendo, já que 95% do setor são compostos por pequenas empresas e autônomos, além da perda de empregos.
As feiras e eventos de negócios são técnicos, visitados por compradores e profissionais que buscam negócios e troca de conhecimento e, portanto, são realizações possíveis dentro de protocolos sanitários. Não há aglomeração e é absolutamente possível organizar de forma a manter as distâncias necessárias e garantir o cumprimento de todos os protocolos de segurança”, garante Abdala.
Eventos
SalesRush capacita mercado com imersão gratuita sobre processos de vendas B2B

A SalesRush, aceleradora comercial especializada em vendas B2B, acaba de anunciar a realização do workshop gratuito “Vendas Sem Improviso”. O encontro será transmitido online no dia 11 de março, das 16h às 18h, com o objetivo de munir profissionais de vendas, líderes comerciais, fundadores de empresas e agências de publicidade com uma metodologia prática para a construção de processos comerciais previsíveis — desde a definição do ICP até o fechamento dos contratos.
Em um cenário onde a improvisação ainda compromete a eficiência, o evento propõe uma jornada estruturada para corrigir falhas comuns que drenam a conversão. O conteúdo programático foi desenhado para ensinar como edificar um fluxo comercial moderno, integrando dados, frameworks de mercado e inteligência artificial como aliados estratégicos na rotina dos times de vendas.
O treinamento será conduzido por Daniel Rosa, CEO da SalesRush e especialista em estratégia comercial para o mercado de comunicação, e Camila Bove, COO da aceleradora, que possui vasta experiência em prospecção e inteligência de vendas. Os executivos apresentarão os 10 pilares fundamentais do outbound moderno, abordando temas críticos como diagnóstico comercial, construção de listas qualificadas, fluxos de cadências, estratégia de prospecção multicanal, social selling e gestão de objeções. O encerramento da imersão contará com um bônus especial focado em inteligência artificial e a utilização estratégica de CRM.
Para Daniel Rosa, a iniciativa ataca uma dor latente nas empresas brasileiras. “As empresas ainda sofrem com vendas conduzidas de forma diferente por cada vendedor, pipeline cheio e baixa conversão. Esse workshop é um chamado para trazer estrutura, método e previsibilidade para o processo de vendas”, afirma o CEO.
Com mais de cinco anos de atuação no mercado, a SalesRush já acelerou operações de mais de 300 empresas, entregando projetos que abrangem desde o diagnóstico comercial até o social selling com uso de IA. A iniciativa reforça o compromisso da aceleradora em elevar o patamar do mercado, preparando os profissionais para um momento em que a venda B2B exige, cada vez mais, a fusão entre processo, tecnologia e inteligência emocional.
Os interessados podem realizar a inscrição e ingressar na comunidade do evento através do link: workshop.salesrush.com.br.
Eventos
Riot Games convoca comunidade para experiência imersiva na Runeterra Fan Fest

No próximo dia 22 de março, a capital paulista será palco de uma celebração que promete borrar as linhas entre o virtual e o físico para os fãs de League of Legends. A Riot Games promove a Runeterra Fan Fest – First Stand, um evento que convida a comunidade a vivenciar o universo de Runeterra por meio de uma jornada sensorial sem precedentes. O cenário escolhido para a ativação é o Visualfarm Gymnasium, um hub de inovação e cultura em São Paulo, reconhecido por suas exposições digitais imersivas, que será integralmente transformado através de tecnologias de projeção de ponta para simular os campos de batalha de Summoner’s Rift e a grandiosidade do reino de Demacia.
A iniciativa marca o terceiro ano consecutivo em que a Riot desenha uma fan fest focada no engajamento direto com a comunidade. Mais do que um simples encontro, o evento se consolida como um ecossistema de entretenimento completo. A programação oferece diversas estações de gameplay para títulos como League of Legends, Wild Rift, Teamfight Tactics (TFT) e 2XKO, além do Artist’s Alley, um espaço dedicado a destacar o talento de artistas especialistas no universo da franquia. A experiência é complementada por uma loja oficial com itens licenciados do CBLOL e do First Stand, além de um telão de alta definição para a transmissão ao vivo da grande final, garantindo aos fans a atmosfera vibrante das arquibancadas.
Um dos pontos altos do evento, e que sinaliza uma estratégia de aproximação inédita da Riot com seu público brasileiro, é a realização de Meet & Greets exclusivos com desenvolvedores globais. Pela primeira vez, a comunidade terá acesso direto às mentes criativas por trás da franquia, incluindo nomes de peso como Matthew Leung-Harrison (Phroxzon), Lead Gameplay Designer; Ed Zhao, Product Lead da equipe de Campeões; e Thomas Randby, Art Director e Lead Concept Artist. A programação também contará com a presença de influenciadores e dubladores icônicos, consolidando o evento como uma das maiores ativações de live marketing do ano para o cenário de e-sports.
Com essa iniciativa, a Riot reafirma seu compromisso em fomentar não apenas a competição, mas a cultura em torno de seus títulos, transformando a audiência em participante ativa de um ecossistema que transborda das telas para a realidade física.









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