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Para os desafios do presente, uma solução do futuro: o 5G

Para os desafios de conectividade e impasses tecnológicos enfrentados hoje por diversos setores econômicos do Brasil está chegando uma solução única: o 5G. Cercada de expectativas, a tecnologia de quinta geração para o acesso, processamento e distribuição de dados em rede deve aportar em breve no País. Todas as suas funcionalidades e benefícios serão amplamente discutidos e compreendidos durante a segunda edição do Futurecom Digital Week, que será 100% digital e será realizado entre os dias 8 e 11 de novembro. Com o tema “Think the future, think ahead”, o evento vai mostrar de forma inédita e inovadora as principais aplicações do 5G no Brasil. A novidade desta edição é o Metaverso 1.0 Futurecom, uma experiência que vai mudar o jeito de realizar eventos virtuais.
“O Metaverso Futurecom é um espaço coletivo e virtual compartilhado que possibilita experiências imersivas e a interação entre soluções e consumidores corporativos. Uma nova forma de experiência e de relacionamento com o mercado em seus mais diversos segmentos econômicos e sociais. Nele, as pessoas podem trabalhar, aprender e socializar. Veio para ficar”, destaca Hermano Pinto, diretor do Portifólio de Tecnologia e Infraestrutura da Informa Markets, responsável pelo Futurecom. A experiência do Metaverso proporciona ao visitante do maior evento de tecnologia e telecomunicações da América Latina a sensação de ser transportado para uma das quatro ilhas conectadas, onde os visitantes poderão interagir com as mais diversas tecnologias e soluções de transformação digital.
As palestras e conteúdos sobre transformação digital do evento mantêm o alto nível de sempre e um dos grandes temas em discussão é a chegada do 5G. “O 5G amplia os tradicionais conceitos de redes móveis (capacidade, cobertura e qualidade do serviço), reforçando três outras dimensões: eficiência, produtividade e segurança”, explica Hermano Pinto. “Para cada setor econômico, essas características têm maior ou menor relevância, dependendo da aplicação necessária”, salienta ele.
Em um mundo essencialmente conectado como o de hoje, o monitoramento e o controle de recursos são definitivos no que diz respeito ao sucesso de qualquer indústria e ramo da economia. A tecnologia 5G vem para tornar tudo isso possível e muito mais seguro, rápido e eficiente. O 5G possibilita avanços consideráveis em relação aos padrões anteriores uma vez que permite tratar mais dispositivos conectados para atender as demandas de elementos conectados (como IoT) – estima-se uma densidade de conexão superior a 1 milhão de aparelhos por metro quadrado. A tecnologia aumenta a velocidade de conexão e traz um novo patamar de latência (resposta na transmissão de dados) que, se era de 60 a 98 milissegundos no 4G, passará a ser de 1 milissegundo nessa quinta geração e, ainda, tem maior capacidade de banda, necessária para a descomunal produção e circulação de dados em todo o mundo.
Pela importância da chegada do 5G trazendo todas essas grandes mudanças, o Futurecom Digital Week vai detalhar os impactos dessa nova tecnologia dentro do metaverso. Toda a revolução que a nova geração de transporte de dados fará em grandes segmentos econômicos será apresentada em quatro grandes ilhas dentro do mundo virtual: Ilha Agro, Ilha Indústria 4.0, Ilha Start City e Ilha “Closing the Gap of the Digital Divide” (Vila Digital).
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UBRAFE organiza Missão Inovação China para conectar executivos do setor ao mercado global de feiras

Com a proposta de aproximar o mercado nacional de feiras e eventos corporativos das principais inovações do setor no cenário internacional, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) realizará, entre os dias 14 e 22 de novembro de 2026, a Missão Inovação China. A iniciativa prevê uma imersão técnica de sete dias voltada aos associados da entidade, com um roteiro que inclui passagens por centros de exposições de grande porte, empresas de tecnologia e fornecedores da indústria de eventos global.
A escolha da China como destino fundamenta-se na infraestrutura e nos recursos tecnológicos desenvolvidos pelo país para a realização de grandes encontros de negócios. O itinerário concentra-se na região entre Guangzhou e Shenzhen, polo produtivo e tecnológico que reúne fabricantes e prestadores de serviços para o setor. O programa foi estruturado para profissionais do segmento corporativo, abrangendo visitas técnicas, sessões de networking e reuniões institucionais.
A agenda do grupo inclui visitas a sete centros de convenções e exposições de grande porte, além de reuniões de trabalho com nove empresas desenvolvedoras de soluções para feiras de negócios, quatro entidades representativas do setor e uma promotora de eventos local. A delegação brasileira também integrará a programação do Glocal International Exhibition Industry Summit, em Guangzhou, fórum focado no relacionamento entre lideranças e executivos da indústria internacional.
A ação faz parte da estratégia da UBRAFE para incentivar a atualização técnica e a modernização do mercado brasileiro de feiras e eventos de negócios, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias operacionais.
“A inovação deixou de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das feiras e eventos. Ao promover essa missão, a UBRAFE oferece aos seus associados a oportunidade de conhecer, na prática, soluções, modelos de gestão e tecnologias que estão redefinindo o futuro do setor em todo o mundo e ampliando muito a eficiência das ações de Live Marketing“, comenta Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.
A participação no projeto é voltada exclusivamente aos associados da entidade, com a limitação de uma vaga por empresa para assegurar o caráter focado do grupo de tomadores de decisão. Além do acesso às agendas técnicas e aos encontros institucionais com organizações chinesas, o pacote da missão contempla hospedagem, transporte interno e serviço de tradução em português durante toda a programação.
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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.
De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.
Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.
Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.
Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”
A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.








