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Para 2022, varejo deve focar nas expectativas do cliente

A ascensão da tecnologia e das compras online nos últimos anos mudou permanentemente o setor de varejo. Pensando nisso, a Emplifi, (antes conhecida como Socialbakers) marca focada em Social Marketing e Experiência do Cliente (CX) fez uma análise do futuro do setor em 2022 e destacou algumas tendências no consumo, apresentando o que deve estar no radar das marcas que querem ter um ano bem sucedido.
Principais tendências para o varejo em 2022:
1. Expectativas para surpreender o cliente
No estudo realizado pela marca, foi destacada a importância de ir além das expectativas do cliente. Hoje, o consumidor busca uma experiência elevada — uma que ofereça um melhor serviço e um toque personalizado. E a melhor maneira de alcançar isso é entendendo as diversas necessidades do consumidor moderno. Para agradar o comprador na loja física, é esperado que o comerciante destaque o valor agregado da experiência no espaço; para o comprador online, os varejistas devem reforçar ainda mais as conveniências que as compras pela Internet oferecem no mundo agitado de hoje.
2. A tecnologia como melhor aliada
Segundo a Emplifi, a tecnologia continuará como a melhor aliada dos varejistas, uma vez que as ferramentas de e-commerce, como o vídeo ao vivo por exemplo, permitem que a marca alcance vários públicos. O bate-papo por vídeo individual juntamente com as compras via livestreaming devem se popularizar ainda mais como maneiras de envolver os clientes promovendo um nível de confiança e fidelidade à marca. A retirada na loja, o uso de QR codes para se conectar com lojistas e o pagamento sem contato também devem ser implementados cada vez mais pelos comerciantes.
3. A importância do espaço físico
No estudo, a marca afirma que os lojistas precisarão adotar uma abordagem híbrida, já que muitos consumidores agora misturam compras online com aquisições feitas pessoalmente. Esse tipo de abordagem pode incluir táticas como, por exemplo, direcionar os consumidores às lojas físicas através de ofertas e eventos presenciais. A Emplifi também prevê o aumento das Dark Stores/estúdios para atuar como operações de vendas de e-commerce e/ou centros de atendimento. Essas Dark Stores oferecem diversas vantagens operacionais e financeiras para os comerciantes.
4. Atenção aos dados
Mais do que nunca, os varejistas precisam de métricas para rastrear compras, comportamentos e preferências do consumidor, assim como dados referentes à sua própria logística, a fim de manter o estoque atualizado. Além disso, o acesso aos dados deve se tornar uma prioridade em 2022, pois as métricas viabilizam um maior refinamento em todo o ciclo de vida de vendas, dando espaço a investimentos em fatores atuais de tecnologia de varejo.
5. Versatilidade
No final das contas, há muitos avanços novos e empolgantes acontecendo no setor de varejo que as marcas podem incorporar em seus sistemas online e nas lojas. Como aprendemos, especificamente nos últimos dois anos, vão triunfar as empresas que acompanham as mudanças do setor e permanecem adaptáveis, aproveitando os investimentos tecnológicos para cultivar a fidelidade à marca.
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Prio aposta em simulador de realidade virtual durante temporada do musical Wicked no Rio de Janeiro

A aproximação entre o mercado de entretenimento e o setor de energia ganhou um novo formato na temporada carioca do espetáculo Wicked. Uma das patrocinadoras responsáveis por trazer a produção musical pela primeira vez ao Rio de Janeiro, a Prio estruturou uma ativação imersiva baseada em realidade virtual para aproximar o público geral de suas operações offshore, ambiente comumente restrito aos profissionais do setor de óleo e gás.
A experiência tecnológica foi inspirada no clássico voo de vassoura retratado na história do musical. Ao utilizar os óculos de realidade virtual, os espectadores participam de uma jornada simulada que se inicia no rooftop da sede da companhia, localizada no bairro de Botafogo, e segue em direção ao litoral brasileiro, sobrevoando as plataformas de produção e os navios que integram a infraestrutura logística da empresa em alto-mar.
A iniciativa reflete o direcionamento estratégico da Prio em converter aportes culturais em experiências de marca proprietárias. Ao associar um elemento lúdico da peça teatral à rotina da companhia, a empresa utiliza a plataforma cultural como ferramenta de comunicação para traduzir conceitos de engenharia, tecnologia e inovação aplicados na extração de petróleo no país. “Grande parte do nosso trabalho acontece longe do olhar das pessoas. Aproveitamos um dos momentos mais marcantes de Wicked para criar uma experiência capaz de aproximar esse universo do público de uma forma leve, envolvente e acessível. Quando conseguimos transformar um tema complexo em algo que desperta curiosidade, criamos uma conexão genuína entre as pessoas e a nossa marca”, explica Olivia Richardson, head de comunicação e marketing da Prio.
A atração faz parte da plataforma institucional I Love Prio, divisão que centraliza os investimentos da companhia nos pilares de esporte, cultura e educação. O programa tem como diretriz apoiar projetos de democratização cultural e de incentivo social, utilizando essas frentes de visibilidade para desmistificar a complexidade operacional da indústria de energia e estreitar o relacionamento institucional com a sociedade.
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Keeper adota ações em bares universitários para aproximar soluções de governança financeira de estudantes

De olho no comportamento de universitários preocupados com a transparência, a segurança e o controle do caixa de suas comissões de formatura, a fintech Keeper adota uma abordagem de campo para se conectar com esse público. A empresa tem estruturado ativações promocionais diretamente em bares próximos a faculdades, pontos de encontro tradicionais dos estudantes em momentos de lazer. O objetivo da estratégia de live marketing é estreitar o relacionamento e apresentar suas soluções em um ambiente descontraído.
A proposta de atuação se insere em um mercado de eventos estudantis caracterizado por movimentar quantias elevadas, mas que ainda convive com processos de arrecadação informais. Fundada em 2014, a Keeper atua no segmento de comissões de formatura em todo o país por meio de um modelo próprio de custódia e governança, estruturado para gerenciar e proteger os valores recolhidos pelas turmas ao longo dos anos de graduação.
A empresa contabiliza em sua base de atendimento mais de 200 mil estudantes, distribuídos em cerca de mil turmas de 350 instituições de ensino superior no território nacional. Esse volume de operações acompanha uma demanda crescente das comissões por ferramentas que mitiguem riscos de perdas e ofereçam maior clareza sobre o fluxo de caixa.
A plataforma funciona como um ecossistema financeiro para as comissões de formatura, permitindo a centralização de cobranças, o agendamento de pagamentos e o acompanhamento dos saldos em um ambiente integrado. Para garantir a segurança das transações, as movimentações financeiras exigem documentações comprobatórias de despesas e passam por processos de validação digital, com notificações em tempo real enviadas aos membros responsáveis.
Além do suporte tecnológico, a empresa oferece consultoria financeira contínua para as turmas. Esse acompanhamento técnico engloba desde o auxílio na interpretação jurídica de contratos com fornecedores e agências de eventos até estudos de viabilidade econômica das festas de colação e recepção. O suporte busca mitigar a falta de experiência dos jovens estudantes, que frequentemente assumem a responsabilidade de administrar orçamentos expressivos por ciclos que chegam a durar cinco anos.
“A formatura é um momento simbólico, mas o processo até ela envolve decisões financeiras complexas. Nosso trabalho é garantir que esse dinheiro esteja protegido, bem administrado e que todos saibam exatamente como ele está sendo usado”, explica Alexandre Kanaan, porta-voz da Keeper e especialista em governança financeira aplicada a formaturas.
A Keeper busca se posicionar como uma alternativa de prevenção de riscos em um setor que por vezes enfrenta problemas de gestão interna. Ao introduzir práticas de compliance e rotinas de educação financeira no ambiente acadêmico, a empresa visa oferecer previsibilidade para os estudantes, seus familiares e as comissões organizadoras durante toda a jornada universitária.








