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Outback Steakhouse reforça seus “heroes” em nova campanha institucional

Um clássico é – e sempre será – um clássico. Pensando nisso, a aclamada cebola gigante e dourada Bloomin’ Onion, a tradicional Ribs On The Barbie e a famosa caneca de chopp congelada do Outback foram escolhidas como as estrelas principais da nova campanha institucional da rede de inspiração australiana, a primeira de 2022.
Os três clássicos do cardápio da marca são unanimidade em pedidos e amados por seus lovers, e juntos da famosa expressão “Eu Ouvi Outback?”, marcam a volta da rede à mídia de massa, após um período grande atuando no off-line. Com esse call to action marcante e três filmes, o Outback busca reforçar ainda mais a conexão e os momentos de celebração de seus fãs ao lado dos maiores ícones do seu menu.
“Eu Ouvi Outback?” é um convite para curtir todos os momentos que só o restaurante pode proporcionar aos seus clientes, por conta de toda a sua exclusividade e Bold Flavour, contando com novas histórias e situações do dia a dia, além de uma pegada jovem e bem-humorada. Com alcance nacional, a nova campanha envolve painéis, mídia OOH, mídia impressa, digital e três filmes de 15 segundos, que serão veiculados na TV aberta (Rede Globo), TV por assinatura (Multishow, GNT, Sportv, MegaPix e Universal Channel), aeroportos, cinemas, e muito mais, além de marcar presença em plataformas como Instagram, Facebook, TikTok e Youtube.
“Eu Ouvi Outback?’ marca nosso retorno às TVs e cinemas após 2 anos apostando somente em outros meios. Entendemos que era hora de voltarmos a amplificar nossa presença de marca fora das nossas redes sociais, estando mais uma vez onde nosso consumidor está. Dessa forma, nosso primeiro lançamento será veiculado no intervalo do Fantástico, na Rede Globo, neste domingo (dia 06/02). Também teremos ações especialmente criadas para o digital, com o objetivo de reforçar, de maneira interativa e criativa, a conexão com o nosso público e os maiores clássicos do Outback”, explica Renata Lamarco, diretora de Marketing da Bloomin’ Brands, holding proprietária da marca Outback Steakhouse no Brasil.
Todos os três filmes da campanha trazem cenas atuais com um toque de humor em sua comunicação, retratando situações em que os lovers da marca podem vivenciar nos restaurantes ao lado de três das maiores estrelas do Outback. O primeiro da série traz a famosa Caneca de Chopp congelada da marca como protagonista de uma história que reúne um grupo de amigos em um momento de descontração e diversão no Outback.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







