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OMO se transforma em SOMOS em nova campanha que celebra a coletividade

Após a renovação no portfólio da marca no último ano, OMO lança uma nova campanha nomeada “O Poder do sOMOs”, com um manifesto pela coletividade que mostra como uma das marcas mais amadas e influentes do país tem ouvido seus consumidores. A marca, que é sinônimo de categoria, continua a se reinventar completamente para se adaptar às novas necessidades.
“No cenário em que estamos vivendo, os hábitos dos consumidores têm mudado rapidamente em poucos meses, bem como suas expectativas em relação ao papel das marcas junto a sociedade. Os brasileiros estão, mais do que nunca, preocupados em manter a limpeza e o cuidado das suas roupas, da sua casa e de toda a sua família. OMO se reinventa mais uma vez para entregar soluções de alta eficácia que facilitem esse novo normal dos consumidores e que possam contribuir para um futuro melhor”. conta Mariana Gonçalo, gerente de marketing de OMO.
A comunicação celebra o poder do coletivo e evidencia as principais novidades do portfólio da marca, que aliam o poder imbatível de limpeza de OMO com alto rendimento, tecnologia, e responsabilidade com o nosso planeta. Entre elas, OMO Lavagem Perfeita, com seu exclusivo pó ultrafino que lava uma máquina cheia de roupas com apenas meia xícara de produto, e o refil da versão líquida para diluir, que rende 3 litros e custa até 25% menos que a versão tradicional, além de ter de 75% menos plástico em sua embalagem.
Além deles, o filme traz também o novo OMO Proteção Micelar, uma fórmula que alia o poder de limpeza característico da marca ao cuidado da Água Micelar, que limpa profundamente sem danificar o tecido, deixando as roupas como novas por mais tempo. Sua fórmula é hipoalergênica e a primeira do mercado sem perfume, para atender também as pessoas que têm pele sensível ou que querem realçar o cheirinho do seu amaciante no processo de lavagem das roupas.
Por fim, a campanha reforça como a marca tem buscado soluções cada vez mais sustentáveis para contribuir com um planeta mais limpo, seja usando plástico reciclado em suas embalagens, seja criando produtos concentrados que exigem embalagens menores, reduzindo assim resíduos e a quantidade de caminhões nas ruas.
“Além de redefinir o conceito de performance superior e promover tendências na categoria, estamos buscando atender às demandas dos consumidores com produtos cada vez mais sustentáveis que contribuem com o meio ambiente e o planeta”, complementa Mariana.
A campanha, que irá ao ar a partir do dia 29 de junho, será veiculada em um filme de 45’’ nas principais emissoras nacionais: Globo, Record e SBT, além de contar com a divulgação nos canais digitais da marca.
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Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.
A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.
A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.
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Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.
Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.
O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.
A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.
A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.
A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.
Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.








