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O sonho de ter sua própria vinícola agora no Brasil

Com uma proposta inovadora de se tornar facilmente dono de um vinhedo em um lugar único como o Vale do Uco, província de Mendoza, agora torna-se realidade para os amantes do vinho, a Finca Propia vai mais longe ao lançar seus produtos no Brasil.
Em Mendoza, a terra do vinho, localizada no coração do Vale do Uco, onde se concentram as vinícolas mais prestigiadas da América do Sul, um lugar mágico para a produção de vinhos de alta gama, especificamente em La Arboleda, está a Finca Própria, em um terroir com o maior nível de saúde da região. Um lugar de imponente beleza e rodeada pela Cordilheira dos Andes. A área se caracteriza por suas condições imbatíveis para a produção de vinho.
Em um terreno de mais de 56 hectares de superfície é cultivada vinhas com mais de 20 anos, a uma altura de 950 metros acima do nível do mar. Atualmente, é uma área onde importantes vinícolas internacionais e locais produzem seus vinhos de maior prestígio.
Através de três formatos diferentes denominados ˜Meu Terroir”, “Minha filieira” e “24 Videiras” é possível receber agora no Brasil até 360 garrafas de vinhos ao ano em sua casa com sua assinatura, sem se preocupar com nenhum processo de logística e exportação, apenas desfrutar.
Além disso, se tornar proprietário oferece benefícios exclusivos como poder desfrutar de toda a experiência de viajar até o local que já está incluso no ato de aquisição, e consequentemente pertencer ao mundo da viticulta com um público altamente qualificado e colher seus frutos.
“Hoje já estamos em mais de 11 países e temos mais de 20 anos de experiência, mapeamos o mercado brasileiro e trouxemos esse modelo de investimento vitálicio no exterior, onde não temos concorrentes no mercado brasileiro pois oferecemos a experiência completa e isentamos do cliente toda a dor de cabeça de uma importação, pois isso fica sob nossa responsabilidade.” comenta Ivo Aguirra, CEO da Finca Propia Brasil.
Como se tornar proprietário do próprio vinhedo?
Finca Propia torna isso simples e agradável. Basta ser amante de bons vinhos e ter um orçamento a partir de R$ 80.000. O modelo de negócio inovador, está estruturado através de um contrato de arrendamento que permite que você se torne o proprietário em uma fazenda de 56 hectares localizada em La Arboleda, Tupungato, um lugar único e privilegiado no Vale do Uco, na província de Mendoza.
Os vinhos
Atualmente o portfólio conta com as uvas Chardonnay, Malbec e Cabernet Sauvignon. Os vinhos incorporam o objetivo filosófico de seu criador: sofisticação, complexidade e expressão genuína do terroir.
Tanto os brancos como os tintos beneficiam do contato com a madeira graças à sua passagem por barricas de carvalho francesas de primeiro uso que permanecem pelo menos 6 meses, o que lhes confere complexidade, estrutura e maior potencial de envelhecimento.
São vinhos que expressam grande frescura, características do terroir que lhes dá origem, onde a fruta e a acidez andam de mãos dadas, tornando-os muito agradáveis de beber e partilhar.
O sonho de um grande enólogo
A Finca Propia nasceu como o sonho pessoal de Antonio Mas, que, inspirado na paisagem excepcional do Vale do Uco, pensou em fazer um vinho único e compartilhá-lo com pessoas apaixonadas como ele, para quem este universo era muito atraente mas distante devido ao grande investimento que você precisa para poder acessá-lo de pelo menos 200 mil dólares ao ano.
“O meu sonho de enólogo, que está comigo desde as minhas primeiras colheitas. Através da Finca Propia permitiu-me , juntamente com tantos amantes do vinho que durante toda a vida sonharam em ser protagonistas de tudo o que rodeia esta fascinante bebida. Um feliz encontro que traz muita satisfação e alegria a todos nós que fazemos parte deste projeto”, afirma Antonio Mas.
Antonio Mas faz vinhos há mais de quarenta anos. Foi um pioneiro na exploração da produção de vinhos de qualidade na Patagônia, e sua visão inovadora o levou a criar a primeira vinícola boutique da Argentina no início dos anos 90. Hoje o seu espírito empreendedor e paixão sem limites pelo vinho o fazem continue olhando para frente.
Assim nasceu a Finca Propia, um projeto que está realizando o sonho de muitos e que cresce a cada dia: a possibilidade de possuir um terreno no local mais privilegiado de Mendoza, que se tornou um dos lugares mais importantes do mundo.
Experiência multiplataformas
Para facilitar os primeiros passos dos futuros proprietários, Finca Propia incorporou uma plataforma digital que permite os proprietários acompanharem o status de seus vinhedos de maneira online. Graças à incorporação da tecnologia de virtualização 360°, os membros da Finca Propia poderão visualizar suas plantações como se estivessem no local, podendo monitorá-las remotamente.
“O meu sonho de enólogo, que está comigo desde as minhas primeiras colheitas. Através da Finca Propia permitiu-me , juntamente com tantos amantes do vinho que durante toda a vida sonharam em ser protagonistas de tudo o que rodeia esta fascinante bebida. Um feliz encontro que traz muita satisfação e alegria a todos nós que fazemos parte deste projeto”, afirma Antonio Mas.
Antonio Mas faz vinhos há mais de quarenta anos. Foi um pioneiro na exploração da produção de vinhos de qualidade na Patagônia, e sua visão inovadora o levou a criar a primeira vinícola boutique da Argentina no início dos anos 90. Hoje o seu espírito empreendedor e paixão sem limites pelo vinho o fazem continue olhando para frente.
Assim nasceu a Finca Propia, um projeto que está realizando o sonho de muitos e que cresce a cada dia: a possibilidade de possuir um terreno no local mais privilegiado de Mendoza, que se tornou um dos lugares mais importantes do mundo.
Experiência multiplataformas
Para facilitar os primeiros passos dos futuros proprietários, Finca Propia incorporou uma plataforma digital que permite os proprietários acompanharem o status de seus vinhedos de maneira online. Graças à incorporação da tecnologia de virtualização 360°, os membros da Finca Propia poderão visualizar suas plantações como se estivessem no local, podendo monitorá-las remotamente.
Matéria publicada no portal de notícias ADNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
Clique aqui para ver o estudo completo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








