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O infeliz ‘adiós’ a D10S – A morte de Diego Armando Maradona

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Este dia 25 de novembro de 2020 ficará marcado na história. Nesta quarta-feira, o mundo recebeu a triste notícia de que D10S, Diego Armando Maradona faleceu após um ataque cardiorrespiratório em casa. O maior ídolo do esporte argentino e um ícone desigual do futebol mundial completara seus 60 anos, três semanas antes de sua morte, e estava em observação em um hospital há alguns dias, em Buenos Aires.  

Nas redes sociais, diversas personalidades do futebol, clubes de todas as partes do mundo e até o Papa Francisco – também argentino – lamentaram a morte do autor do antológico gol intitulado de ‘La Mano de Dios’. Nós separamos os posts de despedidas e homenagens de todos os clubes por onde El Cebollita passou e fez história! 

Santos – BRA

Não há jeito! É impossível ‘hablar’ sobre Diego Maradona e não relembrar o espetáculo da disputa saudável entre o argentino e o brasileiro rei do futebol, Pelé. Por isso, o Santos decidiu postar uma sequência de fotos entre as duas lendas do esporte.

Argentinos Juniors – ARG

Agora, falando sobre o clube que revelou ‘El Pibe de Oro’ e lançou ao mundo um garoto completamente diferente do que tudo o que a Argentina já tinha visto. Tanto que aos 15 anos, ainda com o 19 em seu dorsal, já estreia no profissional pela tradicional Seleção Argentina e começava a dar os primeiros passos para uma carreira brilhante. Anos depois, até o estádio do clube ficou marcado ao ser batizado com o nome do ídolo. 

Boca Juniors – ARG

Seu time de coração, o Boca Juniors se destacou em suas homenagens para Dieguito. Em seu Instagram, foi publicado um grande mosaico com uma foto do ídolo. Apesar de uma curta primeira passagem, não teve como não ser marcante e histórica, com apenas 16 anos, Maradona já comemorava sua primeira e única taça nacional.  

Barcelona – ESP

Claro que não demorou muito para Maradona roubar a cena no futebol argentino e se destacar aos olhos de diversos clubes do mundo. Entre eles, um dos maiores. Em 1982, o Barcelona assumia a compra de Diego por US$ 7 milhões, o que na época foi tratada como a contratação mais cara da história. 

Napoli – ITA

Mais uma vez fazendo história, em 1984, mesmo insatisfeito com algumas questões, Diego Maradona foi comprado pelo – na época – modesto Napoli, da Itália. E quebrando mais um recorde na história! Foram cerca de US$ 12 milhões que fizeram com que a transferência fosse a mais cara da história – ‘devolvendo’ o dinheiro investido ao Barcelona. 

Sevilla – ESP 

Apesar de já ter passado por diversos momentos conturbados neste momento de sua história, a lenda argentina também chegou a jogar no Sevilla por um tempo. Apenas uma temporada. Mas, para a torcida do clube espanhol Diego ficará eternamente na história do clube por todos os seus feitos. 

Newell’s Old Boys – ARG

De volta à sua casa, Diego também teve uma passagem na ‘La Lepra’, clube que também revelou Lionel Messi. Apesar de uma participação relâmpago e marcada por muitas lesões, Diego participou apenas de cinco jogos com a camisa dos Rojinegros. O clube usou suas redes sociais para dizer adeus e lembrar que o jogador sempre estará no coração de todos. 

Racing – ARG

Depois de passar pelo seu primeiro desafio como técnico no pequeno Textil Mandiyú, Maradona agradou os dirigentes do tradicional Club Racing, da Argentina. No Instagram, com muito pesar, o clube alterou sua foto de perfil para um ícone escuro e completou com ‘Adiós, Diego’.

Seleção Argentina 

Como um de seus maiores desafios, Maradona também chegou a comandar a albiceleste, entre os anos de 2008 a 2010. Impossível não lembrar que anos atrás o mesmo trazia a alegria para a nação após conquistar uma Copa do Mundo, em 1986. O eterno camisa 10 foi lembrado hoje no Instagram da Seleção. 

Al Wasl e Al Fujairah – EAU 

Os dois clubes dos Emirados Árabes Unidos por onde Maradona passou também deixaram suas homenagens na internet. 

Dorados de Sinaloa – ARG 

‘Quando você chegou aqui em Sinaloa você já era uma lenda. Obrigado por nos dar sua melhor versão, por todo o amor que você nos deu e por nos ensinar a curtir o futebol como só você poderia, esperamos ter retribuído um pouco do quanto você nos deu. Nós sempre amaremos você, chefe’. 

Gimnasia y Esgrima – ARG 

Seu último clube, o modesto Gimnasia y Esgrima, da Argentina, disputa a segunda divisão do campeonato nacional e até chegou a ficar com um técnico interino no comando do elenco, enquanto Maradona estava no hospital. Claro que, após a terrível notícia, o pequeno clube deixou sua homenagem rapidamente e deixou claro sua enorme gratidão e confessa ter ‘vivido uma história inesquecível’ no período em que o ‘Campeão do Mundo’ esteve no Gimnasia. 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

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A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.

A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.

A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.

A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.

Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).

Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”

Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.

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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

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O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.

O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .

Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”

Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”

Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil.  “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”

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