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Nova campanha da SOL convida brasileiros a pensarem em energia solar como solução à crise hídrica

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Com as temperaturas mais elevadas e o verão chegando, os brasileiros começam a se preocupar com a conta de luz e a temida bandeira vermelha, que faz com que as taxas aumentem ainda mais.  É dentro desse contexto que será lançada a primeira campanha institucional da empresa de energia solar e sustentabilidade SOL, assinada pela Mynd, maior agência de marketing de influência do país.

Com o mote “Destive a Bandeira. Ative o modo Solar”, as peças destacam conceitos como acessibilidade e sustentabilidade da energia solara, enfatizando a economia de até 30% em relação à energia convencional e à ausência de taxas extras ou necessidade de investimento.

As imagens, feitas para a campanha pelo fotógrafo paulista Vinicius Longato, ilustram os quatro cantos do Brasil, como praias do Nordeste e do Sudeste e uma plantação de café no Centro-Oeste. “Para cada campanha, um artista será convidado para representar a brasilidade do nosso país. O primeiro deles foi o Vinicius”, diz Daniela Robledo, diretora de comunicação da SOL.

“Entre os limites da cidade e cenários naturais, sempre vai haver boa luz. Investigar esses caminhos mostram beleza na simplicidade, importantes tanto na arquitetura quanto na fotografia”, diz Longato.

As artes da campanha incluem os elementos da nova identidade visual da empresa. Os quatro principais valores da SOL são representados pelos quatro elementos da natureza: a terra para representar a Brasilidade; o fogo, que simboliza tudo de bom que a energia solar traz, como economia e credibilidade; o ar, também protegido pelo tipo de energia segura que não polui; e a água, que representa a sustentabilidade.

Palavras e expressões regionais representam a brasilidade da empresa e dão nomes aos elementos gráficos usados nas peças. São eles: Siricutico (vontade incontrolável de viver o sol lá fora), Borogodó (que tem brilho especial, algo inexplicável que espalha energia boa), Balacobaco (bacana, supimpa, que gosta de espalhar luz, sorriso e diversão), Eita! (expressão que representa surpresa e encanto), Fuzuê (reunião festiva e animada, quando o calor humano gera uma boa confusão), Balagandã (conjunto de amuletos e muita fé na energia do Sol), Bafafá (encontro feliz) e Gandaia (sair sem compromisso para compartilhar alegria).

“A brasilidade faz parte do nosso DNA, assim como a valorização da nossa natureza e a democratização da energia boa e limpa da luz solar. São elementos como este que quisemos destacar na nossa comunicação com o público”, diz Daniela.

A campanha, assinada pela Mynd, passa a ser veiculada esta semana em ambiente digital e em mídia out of home, nas ruas de Belo Horizonte (MG). “A energia solar é um assunto que gera muito interesse, mas, ao mesmo tempo, muitas dúvidas. A campanha, além do seu papel didático, busca tocar no ponto mais sensível para o consumidor: as tarifas exorbitantes decorrentes da bandeira vermelha. Uma realidade dura, mas que infelizmente não tem previsão de sair de cena. E é aí que a energia solar e a SOL entram como solução. Foi um prazer fazer parte dessa criação!”, afirma Renan Tavares, diretor responsável pela campanha na Mynd.

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Gabriel Sotero lança agência NO.LAND com modelo adaptativo e conquista contas da Genera e ONGs globais

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O mercado publicitário brasileiro ganha uma nova operação com o lançamento da NO.LAND, agência fundada e liderada pelo criativo Gabriel Sotero, ex-VML e executivo de criação mais premiado do país no The One Show 2026. A nova empresa estreia no mercado já respondendo por projetos estratégicos, como o reposicionamento da Genera — marca de genética pertencente ao Grupo Dasa — e uma campanha integrada para as entidades ambientais globais Sea Shepherd, WildAid e Freeland.

Com 22 anos de trajetória, mais de 80 marcas atendidas e 150 reconhecimentos na indústria (incluindo Cannes Lions, Effie Awards, Clio Awards, D&AD e Clube de Criação), Sotero concebeu a agência com base no conceito de full specialist. A proposta visa superar a rigidez e os custos de organogramas tradicionais por meio de estruturas modulares e adaptativas, nas quais o fundador atua diretamente nas contas ao lado de times seniores especializados nas demandas setoriais de cada cliente.

“O contexto do mundo e o comportamento do consumidor mudam numa velocidade que não respeita organogramas. Uma agência que se apega ao próprio modelo envelhece junto com ele. A NO.LAND foi pensada para se adaptar aos desafios de cada cliente e de cada momento, trazendo toda a estrutura de que um grande anunciante precisa”, afirma Gabriel Sotero, fundador da agência.

No campo da tecnologia, a agência incorpora inteligência artificial, dados e automação do briefing à produção final, posicionando o critério humano e a excelência estética (craft) como contrapontos à homogeneização do conteúdo gerado por algoritmos. O posicionamento da marca sintetiza a ruptura de barreiras operacionais a partir da assinatura: “NO.LAND is not nowhere. It’s everywhere.”

“A IA é fundamental para ampliar possibilidades, reduzir custos e gerar velocidade. Mas a mesma tecnologia também criou um problema. Quando qualquer pessoa consegue gerar cem análises, cem planos de mídia e cem peças, o valor passa para quem sabe o que merece existir. É esse julgamento que uma marca contrata quando escolhe a NO.LAND”, complementa Sotero.

Com o novo modelo de negócios, a agência busca combinar agilidade operacional, inteligência de dados e ambição criativa para gerar diferenciação e impacto nos resultados financeiros de grandes anunciantes.

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LGL Case atinge marca de mais de 70 projetos em 2026 com foco na integração entre planejamento e produção de eventos

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A produtora de eventos e experiências de marca LGL Case consolidou sua metodologia operacional voltada à convergência entre planejamento estratégico e execução técnica no setor de live marketing. Em 2026, a empresa já contabiliza mais de 70 projetos corporativos de grande escala entregues, ampliando sua presença em ativações de marcas, eventos de negócios e produções com diferentes perfis de complexidade operacional.

O modelo de trabalho da companhia estrutura-se no alinhamento contínuo entre o desenho do escopo, a alocação de recursos, a gestão de prazos e a coordenação de fornecedores. A abordagem parte do princípio de que a viabilidade de uma produção depende da previsibilidade técnica construída ainda nas etapas iniciais, garantindo rapidez de resposta para ajustes de campo sem comprometer os cronogramas estabelecidos.

“Um evento não é bem executado apenas porque ficou pronto ou porque o resultado final corresponde ao que foi imaginado. Ele é bem executado quando existe coerência entre o que foi proposto, o que foi planejado e o que acontece na prática. Nosso trabalho é conectar essas etapas, antecipar desafios e tomar decisões que permitam transformar objetivos em entregas reais, com consistência do início ao fim”, afirma Gustavo Costa, CEO da LGL Case.

A operação abrange o acompanhamento direto de todas as fases da entrega, incluindo a análise das especificidades físicas dos espaços, a validação de estruturas técnicas e a supervisão das equipes envolvidas na montagem e desmontagem.

Com a sustentação desse fluxo integrado, a LGL Case projeta seguir expandindo seu portfólio no mercado de eventos, posicionando a precisão operacional e a coerência executiva como diferenciais competitivos para atender às demandas de grandes marcas.

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