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Netshow.me recebe prêmio Cannes com o case Salla 32, criado pela Agência África

Criada pela Agência África, a campanha da Candidatura fictícia de Salla, na Finlândia, para os Jogos de Verão de 2032, fez a empresa de tecnologia ganhar o Grand Prix do Entertainment Lions for Sport. O objetivo era usar uma das cidades mais frias do mundo para mostrar os impactos do aquecimento global – e foi viabilizada pelo Programa de Parcerias da Netshow.me.
A ação foi realizada com uma coletiva de imprensa com o prefeito Erkki Parkkinen, pesquisadores e o jornalista Edney Silvestre. Com todos participando remotamente, era crucial contar com a expertise de quem é referência no mercado de transmissões ao vivo. “Trouxemos nossa experiência com projetos deste porte, apresentando todas as possibilidades que poderiam ser exploradas usando nossa tecnologia”, explica o Cofundador da Netshow.me, Rafael Belmonte.
Por se tratar de uma ação inovadora, foi necessário oferecer segurança e estabilidade para o projeto, o que descarta as redes sociais como ferramentas para a transmissão. Desta forma, a coletiva foi transmitida na plataforma da Netshow.me e customizada à identidade visual de Salla 32.
Com apenas duas semanas para a realização do projeto, a Netshow.me montou um planejamento e selecionou a equipe participante para entregar toda a ação. “Criamos toda a estrutura do projeto e acertamos os detalhes com a produtora rapidamente, até com o ensaio na véspera. Nossa tecnologia de ponta foi crucial para a coletiva encantar os jornalistas e chegar à Cannes”, diz Belmonte.
Programa de Parcerias Netshow.me
Referência em soluções de distribuição de vídeos e conteúdos digitais, a Netshow.me percebeu que poderia oferecer ainda mais valor aos seus clientes. Afinal, existe demanda para a sua tecnologia e todas as possibilidades para explorá-la. Atenta às oportunidades do mercado, a empresa criou seu Programa de Parcerias.
“Somos uma empresa de tecnologia e oferecemos soluções de ponta para complementar a entrega dos nossos parceiros de mercado, principalmente agências de publicidade, agências de conteúdo, produtoras e empresas de inovação”, explica o Account Manager, Victor Novais.
Dentro dessa estratégia de canais parceiros – como foi no caso da campanha Salla 32 junto à Agência África – estão diversos benefícios para aumentar a competitividade destes parceiros no mercado, bem como o atendimento de um Account Manager e um Partner Success para auxiliarem nos projetos fechados e treinamentos sobre as soluções Netshow.me”, explica Novais.
Estes pilares são cruciais para a viabilização e execução de projetos bem sucedidos como foi o Salla 32. “Com nosso Programa de Parcerias, conseguimos entregar jobs com um padrão de qualidade altíssimo e dignos de Cannes, pois juntamos o melhor de cada empresa em uma única entrega”, finaliza Belmonte.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








