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Nespresso e Kobra unem em projeto de arte UpCycling para alertar sobre a importância da economia circular e sustentabilidade

Instrumento de transformação: essa é a visão do grafiteiro e muralista Eduardo Kobra sobre a arte. Seu posicionamento em prol de um amanhã positivo para as pessoas e para a natureza tornou possível e legítima a parceria com a Nespresso, pioneira em cafés de alta qualidade sustentável. Pensando em criar conexões verdadeiras, aliadas a um projeto de homenagem a toda a cadeia de produção do café – do grão a xícara, com foco na preservação do meio ambiente e no cuidado com as pessoas, a Nespresso convidou o artista para a criação de duas intervenções contemporâneas: a primeira delas uma obra com obra, com uso de UpCycling e a segunda, uma painel urbano como presente para cidade de São Paulo, para alertar sobre a importância da economia circular e da sustentabilidade
Se para Kobra a arte transforma, da transformação nasceu a “Nossas Ações Dizem Tudo”, a nova obra desenvolvida pelo artista com base nos preceitos do UpCycling, uma tendência mundial de ressignificação de objetos para novas utilidades. Com o uso de cápsulas de alumínio Nespresso já utilizadas, o artista elevou ao patamar de arte itens que poderiam ser dispensados, provocando uma reflexão quanto a importância da reutilização de itens recicláveis.
“Fiquei muito feliz em ter sido convidado para esta parceria com a Nespresso, porque ao mesmo tempo que ela possibilita que eu seja criativo e produza uma obra de arte, também está coerente com um dos valores que mais prezo ao longo de minha carreira: a preservação do meio ambiente. Ao usar o conceito do UpCycling para esta ação, estou misturando o meio e a mensagem, ou seja, fazendo com que a arte em si já seja calcada na ideia de transformação sustentável”, afirma Eduardo Kobra.
As intervenções artísticas dão continuidade ao aniversário de 15 anos da história da Nespresso no Brasil e ao compromisso da companhia com a sustentabilidade no país, que se conectam também ao projeto mundial chamado “Com Todo o Cuidado”. A campanha busca evidenciar as ações da marca em todo o ciclo de vida do café e do alumínio, com um olhar cuidadoso sobre as pessoas que protagonizam essa história no campo e também com o próprio meio ambiente.
“A arte é um catalisador para mudanças positivas, pois provoca sentimentos e emoções, que resultam em transformação. O olhar do Kobra é um incentivo à reflexão, aliás, uma provocação para estimular as pessoas a pensarem sobre a importância em dar uma segunda vida a itens que poderiam ser dispensados. Isso é sustentabilidade. Por meio dessas intervenções artísticas, mostramos que o compromisso com o meio ambiente é sim tangível e depende de todos nós. O público poderá conhecer ainda nossa história na cadeia produtiva do café, que vai do campo à reciclagem, que mostra um profundo cuidado humano e sustentável por trás de cada xícara de café” contextualiza Monica Lopes, Diretora de Marketing da Nespresso no Brasil.
NOSSAS AÇÕES DIZEM TUDO
A nova criação de Kobra, a peça “Nossas Ações Dizem Tudo”, sintetiza e materializa o compromisso da marca com a sustentabilidade – das transformações do campo à destinação correta dos resíduos: ou seja, desde o produtor rural, até o último estágio da reciclagem do pó de café e do alumínio, onde o primeiro vira adubo orgânico destinado para projetos sociais e o segundo torna-se outros itens, como janelas e bicicletas.
A composição de elementos é trabalhada com diferentes texturas e dimensões, desde o orgânico, com o pó de café usado, até o sintético com o belo alumínio das cápsulas, além de papelão, tecido e papel, Kobra desenhou um mosaico 3D, no qual o protagonista é a própria mensagem, adornada com a estética multicolorida e étnica característica de sua criação.
Com dimensão de 100X102cm, a obra ficará exposta na vitrine da Boutique Nespresso na Rua Oscar Freire, 953, em São Paulo, a partir do dia 12 de julho até meados de outubro, e reflete o conceito do UpCycling – no qual o artista se aproveita de materiais já usados, dando uma segunda vida ao objeto.
Para que o público possa apreciar e interagir por meio de fotos, a obra de Kobra desenvolvida com exclusividade para a Nespresso, será posicionada de forma estratégica na vitrine, para que o público possa conhecê-la seguindo todos os protocolos de segurança que o momento pede, de dentro da Boutique Nespresso, ou mesmo do lado de fora, por meio da exposição da peça na vitrine. Ao final da exposição, a obra ficará na sede da companhia, na Avenida das Nações Unidas, 17007 – Várzea de Baixo.
INTERVENÇÃO URBANA
Ao fim do período de exposição da primeira obra, será inaugurada uma intervenção artística definitiva da marca como um presente para a cidade de São Paulo, que tem uma relação tão intensa com o café, desde a história de sua formação, até o alto consumo da bebida em diferentes momentos do dia, até hoje.
No novo painel de Kobra, com nome a ser definido, o artista retratará um recorte da imensa história dos grãos brasileiros, que são a maioria na composição dos cafés da Nespresso. O objetivo é evidenciar todo o cuidado da marca com a produção da bebida, desde o cultivo até a reciclagem, e o compromisso com o impacto positivo do café em todas as suas frentes de atuação.
O local onde a obra será posicionada ainda está em estudo, com inauguração prevista para a primavera deste ano.
CAMPANHA “COM TODO O CUIDADO” | RECICLAGEM e UPCYCLING
No Brasil, a Nespresso iniciou seu programa de reciclagem em 2011 e investe mais de R$ 5 milhões por ano em ações relacionadas. As cápsulas usadas são encaminhadas ao Centro de Reciclagem da marca, que fica em Osasco, região metropolitana de São Paulo, para separação mecânica da borra de café e do alumínio sem a utilização de água.
• BORRA DE CAFÉ: é destinada ao projeto Nespresso Hortas, que oferece o resíduo orgânico como alternativa de adubo para cultivo de alimentos orgânicos, de forma regenerativa, pela Cooperapas – Cooperativa Agroecológica de Produtores Rurais e de Água Limpa da Região Sul de São Paulo, localizada em Parelheiros.
• ALUMÍNIO: é destinado à indústria siderúrgica, volta para o seu ciclo de vida em formas variadas, como bicicletas, canetas e até peças de esquadria. O alumínio reciclado requer 95% menos energia para produzir do que o alumínio virgem, além de colaborar com uma redução significativa na pegada de carbono.
Todas as cápsulas de café Nespresso são feitas de alumínio, material reciclável, que protege cuidadosamente o frescor, a qualidade e o sabor dos cafés por mais tempo. A expectativa é que, em menos de 2 anos, todas as cápsulas da linha Original serão feitas com 80% de alumínio reciclado e da linha Vertuo, 85%.
Hoje 100% dos consumidores tem acesso a uma alternativa para coleta cápsulas usadas, sem custo e em qualquer lugar do Brasil. A marca conta com mais de 200 pontos de coleta de cápsulas espalhados pelo Brasil e a solução de logística reversa Entrega Verde em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Recife. Quem não está próximo dos pontos de coleta, ainda pode enviar as cápsulas gratuitamente pelos Correios, solicitando uma “Autorização de Postagem” no site https://www.nespresso.com/
CAMPANHA “COM TODO O CUIDADO”| AÇÕES NO CAMPO
Todas as xícaras de café Nespresso serão neutras em carbono até 2022. A marca vai atingir neutralidade em emissões de carbono por meio de iniciativas como redução da emissão de carbono com uso sustentável de energia na cadeia de valor e aumento da circularidade dos produtos e embalagens, insetting, com plantio de árvores nas fazendas das quais a Nespresso adquire café e arredores e offsetting, com suporte e investimento em projetos de compensação de carbono de alta qualidade.
Hoje, 100% das fazendas fornecedoras para Nespresso no Brasil fazem parte do Programa Nespresso AAA de Qualidade Sustentável™, desenvolvido em 2003 em parceria com a Rainforest Alliance, para fornecer aos produtores conhecimentos e técnicas que os apoiem na produção de um café de alta qualidade, utilizando práticas sustentáveis e também contribuindo para sua qualidade de vida. Atualmente, mais de 110 mil fazendas parceiras em 17 países participam e são auxiliados por mais de 450 agrônomos, que os ajudam a cultivar o café de forma ambiental, social e economicamente sustentável.
Com o objetivo de restaurar 277 hectares da floresta de Mata Atlântica, a Nespresso se uniu com a Fundação SOS Mata Atlântica em uma parceria que pretende revitalizar a região da bacia do Rio Pardo, em São Paulo. A Nespresso já investiu US$ 170 mil na iniciativa, que resultou no plantio de 70 mil árvores de mais de 60 espécies nativas, em 30 hectares. A ação criará corredores ecológicos, recuperando a mata na margem de rios e nascentes. Fazendas de café com espécies nativas também farão parte da restauração. A previsão é chegar a quase 700 mil árvores plantadas, além do cuidado, restauração e proteção de 154 nascentes.
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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.
A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.
Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.
A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.
A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.
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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.
Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.
Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.
Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.
Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.
Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.
Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.
Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.









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