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Mundo do Enxoval lança projeto Mundo Melhor Mulheres

No último ano, o número de mulheres que vivem a maternidade solo bateu recorde no Brasil. O Estado de São Paulo, que liderou o ranking da pesquisa, obteve cerca de 20 mil crianças registradas só com o nome da mãe, segundo levantamento dos Cartórios de Registro Civil de São Paulo. Os números preocupantes e ciente sobre o cenário atual, despertou na empresa Mundo do Enxoval a motivação para criar o programa Mundo Melhor Mulheres, que será lançado no dia 8 de março, em colaboração com a Casa José Coltro, no bairro do Capão Redondo. “ Os dados alarmantes vieram ao encontro da nossa percepção interna, tanto na fábrica como nas lojas, no qual acompanhamos de perto os desafios das próprias funcionárias que são mães. Contudo, isso só nos motivou ainda mais a evoluir com o projeto que já estava no papel”, explica a idealizadora do projeto, Marina Kadooka.
Sabendo da importância da profissionalização para mulheres mães que administram sozinhas o lar, os filhos e a vida financeira da família, que a Mundo do Enxoval, junto a instituição de acolhimento, formação e integração social e profissional de crianças, jovens e adultos, Casa José Coltro, selecionaram mães e filhas para participarem do programa extensivo de especialização com perspectiva de contratação na empresa, após a conclusão dos cursos. Durante um ano, alunas selecionadas vão integrar o curso profissionalizante de Design e Marketing, ministrado por especialistas de mercado, com certificação de conclusão. E para as mães, a empresa oferecerá workshop intensivo de Costura e Bordado.
“Nós sabemos que muitas jovens talentosas estão esperando a chance certa para trilhar uma jornada de sucesso. Então, para costurar boas histórias, lançamos o projeto ‘Mundo Melhor Mulheres’ em parceria com a Casa José Coltro, que vai garantir curso profissionalizante para as jovens estudantes e workshop de intensivo para as mães, com possibilidade de contratação para integrarem ao time da empresa”, explica Fernando José Elias, CEO da Mundo do Enxoval.
O curso terá 12 meses de duração, com duas horas semanais, além dos workshops ministrados por uma curadoria de profissionais referências no mercado.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.








