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Mundo do Enxoval lança projeto Mundo Melhor Mulheres

No último ano, o número de mulheres que vivem a maternidade solo bateu recorde no Brasil. O Estado de São Paulo, que liderou o ranking da pesquisa, obteve cerca de 20 mil crianças registradas só com o nome da mãe, segundo levantamento dos Cartórios de Registro Civil de São Paulo. Os números preocupantes e ciente sobre o cenário atual, despertou na empresa Mundo do Enxoval a motivação para criar o programa Mundo Melhor Mulheres, que será lançado no dia 8 de março, em colaboração com a Casa José Coltro, no bairro do Capão Redondo. “ Os dados alarmantes vieram ao encontro da nossa percepção interna, tanto na fábrica como nas lojas, no qual acompanhamos de perto os desafios das próprias funcionárias que são mães. Contudo, isso só nos motivou ainda mais a evoluir com o projeto que já estava no papel”, explica a idealizadora do projeto, Marina Kadooka.
Sabendo da importância da profissionalização para mulheres mães que administram sozinhas o lar, os filhos e a vida financeira da família, que a Mundo do Enxoval, junto a instituição de acolhimento, formação e integração social e profissional de crianças, jovens e adultos, Casa José Coltro, selecionaram mães e filhas para participarem do programa extensivo de especialização com perspectiva de contratação na empresa, após a conclusão dos cursos. Durante um ano, alunas selecionadas vão integrar o curso profissionalizante de Design e Marketing, ministrado por especialistas de mercado, com certificação de conclusão. E para as mães, a empresa oferecerá workshop intensivo de Costura e Bordado.
“Nós sabemos que muitas jovens talentosas estão esperando a chance certa para trilhar uma jornada de sucesso. Então, para costurar boas histórias, lançamos o projeto ‘Mundo Melhor Mulheres’ em parceria com a Casa José Coltro, que vai garantir curso profissionalizante para as jovens estudantes e workshop de intensivo para as mães, com possibilidade de contratação para integrarem ao time da empresa”, explica Fernando José Elias, CEO da Mundo do Enxoval.
O curso terá 12 meses de duração, com duas horas semanais, além dos workshops ministrados por uma curadoria de profissionais referências no mercado.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








