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MotoGP: Suzuki Ecstar e Estrella Galicia 0,0 unem forças

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A Estrella Galicia 0,0 apoiou os dois pilotos da Team Suzuki Ecstar, Joan Mir e Alex Rins, como patrocinador pessoal durante vários anos. No entanto, este novo acordo significa que também estará presente em todos os uniformes de assinatura da Hamamatsu. A empresa cresceu nas últimas décadas e já tem uma longa história no mundo do desporto – e em particular no Campeonato do Mundo de MotoGP – o que a torna um companheiro de viagem perfeito para a Team Suzuki Ecstar.

 

“Temos o prazer de unir forças com a Team Suzuki Ecstar, tornando-nos seu patrocinador e fornecedor oficial de cerveja. É uma marca com a qual não apenas partilhamos cores, mas também um DNA semelhante em que séculos de tradição familiar e energia para competir ao mais alto nível com grandes rivais definem tudo o que fazemos. Estou certo que Álex Rins e Joan Mir, embaixadores da Estrella Galicia 0,0 e exemplos brilhantes da nossa filosofia, irão partilhar a nossa alegria neste passo em frente ao tornarem-se patrocinadores da actual equipa campeã do mundo de MotoGP”, comenta Ignácio Rivera, CEO da Hijos de Rivera SAU Corporation.

 

SHINICHI SAHARA – Líder de Projeto e Diretor de Equipe da Suzuki Motor Corporation

“A chegada de um novo patrocinador como a Estrella Galicia 0,0 é um grande feito para a Team Suzuki Ecstar. Acreditamos que fizemos um trabalho árduo para nos tornarmos campeões mundiais de MotoGP e este é um dos seus muitos benefícios. Estrella Galicia 0,0 junta-se assim ao desafio que caberá à Suzuki defender o título conquistado no ano passado. Estamos muito felizes em colaborar com uma empresa tão bem-sucedida e mundialmente conhecida, que também é particularmente popular na Espanha e tem uma longa tradição de apoiar o mundo do automobilismo. Espero que este caminho, que agora começamos a percorrer, seja de forma feliz e duradoura”.

 

JOAN MIR – Piloto da equipe Suzuki Ecstar

“Tenho uma relação de muitos anos com a Estrella Galicia 0,0 como patrocinador pessoal. Eles oferecem uma seleção fantástica de cervejas sem álcool, algo que, como atleta, considero particularmente positivo. Fico muito feliz em saber que agora eles vão patrocinar também toda a equipe, não só os pilotos, porque é um grande vínculo para todos. Tenho orgulho de tê-los em nossa equipe”.

 

ALEX RINS – Piloto da equipe Suzuki Ecstar

“Tenho uma grande ligação com a Estrella Galicia 0,0, pois desde 2013 me têm dado um apoio sólido. Saber do seu novo projeto em comum com a Team Suzuki Ecstar é uma grande notícia, sobretudo por se tratar de uma empresa muito dinâmica que sempre se organiza muito atividades divertidas fora das corridas. Tenho certeza que esta colaboração beneficiará a todos”.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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