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Mondial Eletrodomésticos anuncia Juliette Freire como head de inovação para a linha de cuidados pessoais

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A Mondial, empresa com 20 anos de mercado e líder em diversas categorias de eletrodomésticos portáteis, anuncia a chegada de Juliette Freire para integrar sua equipe de criação e desenvolvimento, assumindo a posição de head de inovação para a linha de Cuidados Pessoais. Com isso, além de participar do impulsionamento da marca no mercado, Juliette terá o papel de contribuir diretamente ao desenvolvimento dos novos produtos que integrarão a categoria.

Considerada um fenômeno no Brasil e com uma legião de fãs em suas redes sociais, Juliette chega para estreitar, ainda mais, o vínculo que a marca já possui com seu público. A sinergia entre a sua história e a da Mondial, impulsionada por características marcantes de sua personalidade e que estão em sintonia com o posicionamento que a marca apresenta ao mercado, levaram à esta iniciativa.

Além da simpatia e da jornada de sucesso, Juliette carrega experiências relacionadas à área da beleza que permitirão contribuir com as estratégicas da empresa no mercado, trabalhando em conjunto com as equipes de desenvolvimento e marketing. Segundo a própria nova Head de Inovação da Mondial, ocupar essa posição é quase que a realização de um sonho. “Fiquei muito feliz e lisonjeada com o convite da empresa. Para mim, é muito especial e significativo integrar o time da Mondial! Considero que representar os consumidores é também uma forma de retribuir o carinho e a confiança que o Brasil inteiro depositou em mim. Confesso que estou adorando e cheia de ideias!”, comenta Juliette Freire.

O contrato entre as partes prevê, ainda, o uso da imagem de Juliette em campanhas de marketing, ao lado de Rodrigo Hilbert. Com a recente contratação e alinhamento das atribuições, o co-fundador Giovanni M. Cardoso, estima que essa linha de cuidados pessoais cresça 46% em 2022, ante 2021. Ainda de acordo com Giovanni, a integração de Juliette à marca, trará uma complementariedade muito rica ao caminho que a Mondial já vem traçando com Rodrigo Hilbert, junto aos consumidores, desde 2019. “A experiência como usuária das categorias de cuidados pessoais e a jornada de sucesso da Juliette, certamente, somarão benefícios ao relacionamento que a Mondial constrói, dia a dia, com seus públicos. Somos uma marca que já participa dos melhores momentos em família, onde as relações são fortalecidas a cada nova experiência. Juliette chega para integrar o time, participando do processo de desenvolvimento e ampliação da nossa categoria de cuidados pessoais”, comenta o executivo. A Mondial fechou o quarto trimestre de 2021 com uma participação de mercado de 28% e tem como meta atingir os 36% até o final deste ano.

A chegada de Juliette à Mondial foi oficializada com uma visita ao head office da empresa, localizado em Alphaville, Barueri/SP, em 14 de fevereiro de 2022. Na ocasião, além de ser oficialmente apresentada aos demais colaboradores e conhecer parte das estruturas que ainda não conhecia, Juliette participou das primeiras reuniões de trabalho com as equipes da empresa, se familiarizando com a agenda de desenvolvimento de novos produtos. Tanto ela quanto o co-fundador da Mondial, Giovanni M. Cardoso, afirmaram que muita coisa boa está por vir e que os consumidores sempre estarão no centro deste processo. A agenda da Juliette prevê, ainda para esta semana, a visita à uma das fábricas da Mondial.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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