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MetLife estreia campanha de marca no Brasil com Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank

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MetLife estreia campanha de marca no Brasil com Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank

A MetLife, empresa de serviços financeiros, lança sua primeira grande campanha de marca no país. As ações, que incluem mídia tradicional, out-of-home, guerrilha e ativações no digital, fazem parte de um conjunto de estratégias para posicionamento institucional, que valoriza o seguro de vida para toda a família, mostrando que ele é sobre viver melhor, trazer mais tranquilidade e segurança para todos. Entre as novidades, estão a contratação de Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank como embaixadores da marca produzindo conteúdo no Instagram até o final da campanha, ao lado de um squad de 15 outros influenciadores, que apoiarão na construção de mensagens e diálogos com os públicos de interesse. 

Com o mote #SeguroéVida, de agosto a dezembro, os influenciadores digitais do squad também produzirão conteúdo para o Instagram sobre família, qualidade de vida, trabalho, empreendedorismo, sustentabilidade e outros, sempre relacionados aos benefícios do uso do seguro de vida em vida. O time conta com nomes como Rosana Jatobá, Caito Maia, Maria Gadú, Professor Mira e Sheron Menezzes. 

Em agosto, começam a circular os anúncios impressos em veículos nacionais, além de outdoors e busdoors em praças estratégicas para a companhia, entre elas Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais. No digital, a campanha contará com anúncios para o LinkedIn, Youtube, Facebook e Instagram, além de conteúdos prioritários desenvolvidos pela própria MetLife para suas páginas oficiais.

O brasileiro nunca esteve tão aberto a ouvir sobre seguro de vida. Segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), a contratação de seguro de vida cresceu 18,4% em relação aos primeiros cinco meses de 2020. “Entendemos que este é o momento certo de mostrar à população que o seguro de vida tem benefícios que podem ser utilizados também em vida, e que são fundamentais para trazer mais tranquilidade e segurança para toda a família.”, comenta Raphael de Carvalho, CEO da MetLife Brasil e Colômbia.

“Estamos felizes em ter Bruno e Giovanna como embaixadores da MetLife no Brasil. Eles representam muito do que a empresa acredita com relação à família, cuidado, proteção e diversidade. Queremos mostrar que o seguro de vida é para todos. Ao desenvolvermos uma campanha como esta, temos a certeza de que estamos colaborando, não só para posicionar a marca MetLife, como para desmistificar a questão do seguro de vida, trazendo informação correta e promovendo uma mudança de mindset nas pessoas.”, acrescenta Carolina Montanino, Head de Marketing da MetLife Brasil. 

Os embaixadores Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank foram escolhidos por sua simplicidade e carisma com o público. Na ativação, durante o período da campanha, o casal irá trazer temas relacionados ao seguro de vida que contribuem para as pessoas viverem melhor. “Estamos muito animados com a oportunidade de fazer parte desta primeira grande campanha da MetLife. Nos unimos a marca pela solidez e propósito da empresa ao levar a todas as pessoas a importância do uso do seguro de vida em vida e seus benefícios para a construção de um futuro mais seguro. Nunca se falou tanto sobre a importância de pensar no presente e no futuro, de proteger a família e a saúde financeira”, comentou o casal.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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