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Mercado Livre aposta em mídia OOH para reforçar marca e promover Descontaço

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Em Julho, as famosas caixas do Mercado Livre que chegam diariamente nos lares dos brasileiros passam a estar presentes também nos pontos mais movimentados das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, reforçando a presença da plataforma não apenas nas casas dos consumidores, mas agora também no trajeto do dia a dia. Isso porque as duas das maiores capitais brasileiras vão receber uma série de ativações OOH que têm como objetivos reforçar atributos de marca e “Descontaço”, data promocional proprietária do Mercado Livre.

A robusta estratégia da plataforma conta com milhares de ativações em abrigos de ônibus, relógios digitais e circuitos eletrônicos em pontos movimentados e turísticos das cidades. Além do Descontaço, que será realizado entre os dias 3 e 16 de julho com deduções de até 70% em diversos produtos, a ação vai reforçar atributos como a entrega rápida e em todo o Brasil.

Em uma das ações, uma caixa do Mercado Livre com um produto saindo dela será projetada sobre um relógio. Abrigos de ônibus também receberão ativações e serão transformados na tradicional caixa da empresa, que embala os produtos entregues, que compõem a entrega mais rápida do varejo online.

A mídia OOH é a sigla para o termo em inglês “Out Of Home”, utilizado para denominar ativações publicitárias “fora de casa” e tem se tornado uma tendência crescente para impactar pessoas durante seus trajetos de ida e de volta de lugares como o ambiente de trabalho.  De acordo com Cesar Hiraoka, diretor de Marketing do Mercado Livre, a campanha mostra que Mercado Livre está presente na vida de seus consumidores, em especial no seu trajeto cotidiano.

“Com o OOH, reforçamos como o Mercado livre está presente fisicamente no dia a dia de milhões de consumidores, materializando nossas referências como a caixa de entrega, por exemplo, em pontos que estão no trajeto das pessoas – seja de ida ou volta do trabalho, ou de outra atividade que estejam realizando, ressaltando que o Mercado Livre acompanha a jornada do consumidor, oferecendo tudo o que ele precisa, dentro e fora de casa”, afirma.

Para Raphael Borges, creative director na GUT São Paulo, o conceito da ação foi pensado para traduzir para os principais OOH das cidades a satisfação de receber uma caixa do Mercado Livre. “Entendemos que esta sensação poderia ser replicada para outros ambientes cotidianos dos clientes da marca, o que aproxima ainda mais a lembrança positiva que é receber as compras feitas online”, define Borges.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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