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MAP Brasil fala sobre o sucesso do reality show “Ilhados com Beats”, maior case do Carnaval em 2021

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Com a ausência das comemorações físicas do Carnaval em 2021, diversas soluções criativas e digitais surgiram para que a data não passasse em branco. O reality show “Ilhados com Beats”, protagonizado pela cantora Anitta junto a um time de celebridades, foi um dos mais comentados durante o período, se tornando o principal case do Carnaval. O projeto, que nasceu da expertise da artista, Head de Inovação e Criatividade da Beats, junto à MAP Brasil, agência líder em gestão de talentos do país, e ao Grupo Rodamoinho, holding de empresas com olhar voltado para o entretenimento criado por Anitta, disponibilizou seu último episódio no fim de fevereiro e segue quebrando recordes e atingindo marcas surpreendentes.

A atração, gravada em uma ilha privada em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, surgiu no início de fevereiro após a cantora brincar em suas redes sociais que criaria um reality show privado em uma ilha, se mostrando indignada com o andamento da atual edição do Big Brother Brasil. Ao acompanhar a repercussão do post, que rapidamente se tornou um dos mais comentados no Twitter, o time criativo da MAP Brasil, liderado por Amanda Gomes, sócia e fundadora da agência, tratou de fazer com que a brincadeira se tornasse um sucesso e um dos maiores cases do Carnaval em 2021. “Vimos na repercussão daquele post uma oportunidade de inovar e apresentar ao mercado soluções criativas e de levar entretenimento para a casa das pessoas neste Carnaval”, destaca Amanda, que junto à Anitta foi responsável pela criação do projeto, que foi executado junto ao do time de marketing da Skol Beats, agência WMcCann e Endemol.

O reality, que reuniu em seus cinco episódios tudo que o público brasileiro gosta de acompanhar, como provas, show live e desafios de melhor fantasia, já acumula mais de 10 milhões de visualizações na plataforma, e foi responsável também por triplicar o número de seguidores da Skol Beats, que após o anúncio do projeto passou de 280 mil para mais de 1 milhão em apenas três dias, se tornando a cervejaria mais seguida do mundo no Instagram.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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