Empresa
Mallory lança campanha “Comprou, Doou” para ajudar instituições que cuidam de pessoas em grupo de risco ao Covid-19

Durante o mês de abril, em função do novo coronavírus, a Mallory, uma das principais produtoras de eletroportáteis do país, lança a campanha “comprou, doou” que pretende trabalhar de maneira consciente a comercialização dos seus produtos, valorizando a responsabilidade social e o cuidado com o próximo. Veja aqui o vídeo da campanha.
A ação, que possui o objetivo de auxiliar pessoas que fazem parte do grupo de risco ao Covid-19, consistirá na dinâmica de: a cada ventilador comprado pelo e-commerce da Mallory, (mallory.copm.br) outro será doado para instituições como o Lar Torres de Mello e a Santa Casa de Misericórdia, no Ceará e o Instituto Pro Saber, em São Paulo, que trabalham diretamente com crianças e idosos. A Mallory atende nacionalmente, por isso a campanha vale para todo o território brasileiro.
A campanha funcionará em parceria com outra iniciativa da empresa que já está em vigor: o frete solidário que garante a entrega dos produtos da marca na casa do consumidor forma gratuita para todo o país, evitando assim a aglomeração de pessoas na hora da compra dos produtos.
Aliado na luta contra a Covid-19
Um dos eletroportáteis mais utilizados no dia a dia das famílias, os ventiladores têm ganhado mais destaque durante esse período de contingenciamento por ajudar na circulação do ar, que de acordo com especialistas dos órgãos internacionais de saúde, auxilia no combate à proliferação do novo coronavírus.
Para a CEO da Mallory, Annette de Castro, com essa ação a empresa encontrou uma forma de ajudar a quem precisa e estimular outras pessoas a praticarem a solidariedade. “Estamos passando por um momento muito difícil em todo mundo e acreditamos que essa batalha só será vencida se forem respeitadas as medidas de saúde com muita união e solidariedade da sociedade. A Mallory, como uma empresa que é referência em questões de responsabilidade social, está em busca de ajudar de todas as formas a vencer esse problema”, explica;
De acordo com o Gerente de Marketing e Comunicação da Mallory, Ronaldo Moura, o objetivo primordial é garantir o conforto dos clientes e o auxílio aqueles que mais precisam. “Com essa ação conseguimos atender a demanda dos nossos clientes em todo território nacional ao mesmo tempo que estamos exercendo o nosso papel na sociedade de ajudar ao próximo”, ressalta.
Empresa
Pedro Scooby surfa Onda de Cheddar no Méqui

Empresa
Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos








You must be logged in to post a comment Login