Empresa
Mais gente assistindo, mais gente preparada para a TV conectada

Enquanto centenas de indústrias foram impactadas negativamente durante a COVID-19, a de streaming de vídeo cresceu 20% em todo o mundo logo no primeiro mês da pandemia, especialmente pela maior presença das pessoas dentro de casa, trazendo a necessidade e o interesse delas por consumir mais conteúdo. Com isso, a publicidade em TVs conectadas apresentou um salto não apenas de investimentos, mas também de relevância e impacto com essa crescente audiência.
Esse movimento não só gerou aumento de tráfego e audiência, mas alcançou novos públicos e fidelizou muitos que tinham um contato mais esporádico com conteúdo on demand. Com isso, novos comportamentos e formas de consumo estão se desenhando para este momento pós-confinamento, trazendo importantes oportunidades para as marcas.
Um dos principais pontos é entender como, por meio de soluções trazidas pela TV conectada, é possível ser muito mais efetivo nas campanhas, ajustando público-alvo pelos mesmos parâmetros usados em campanhas digitais, mas com o benefício da ampla penetração e de garantir sua mensagem com o máximo possível de atenção nas cada vez maiores TVs, unindo o melhor dos dois mundos.
Hoje, já é possível explorar em CTV 100% dos benefícios presentes na TV linear, como ter impacto em uma audiência massiva, as maiores qualidades possível em som e imagem, exibição da mensagem em telas enormes e a interação entre telas, especialmente a da televisão com a do smartphone. Indo muito além, como diferencial, acrescente nas possibilidades da TV conectada opções de fundamental importância estratégica, como segmentação por regiões e definição do seu próprio “prime time”, de frequência e de investimento, tudo no controle de quem lidera a campanha em tempo real, podendo ter essa estratégia atualizada sempre que necessário.
Adicione ainda o acesso e análise detalhados de dados sobre como a campanha está performando, de acordo com diferentes mensagens, devices ou parceiros de conteúdo escolhidos para a veiculação, tudo com fácil entendimento e interação. Sem contar que, em vez de impacto apenas pelo conteúdo, os anúncios são clicáveis, levando o usuário a uma página ou destino definido pela marca, que pode ser desde o site institucional a uma possibilidade de pesquisa, diferentes testes de criativos ou a extensão de uma mensagem originalmente mais curta.
Outro fator cada vez mais popular e simples de ser realizado é integrar a oferta de produtos à compra imediata via mobile, transformando a concretização de uma venda em tempo real no melhor KPI possível. Em uma pesquisa realizada pela Capterra no início deste ano, 57% dos brasileiros participantes declararam já terem feito aquisições por meio de QR Code. Após a pandemia e com canais de TV aberta incentivando e auxiliando da disseminação desse comportamento, seu uso tende a crescer de forma exponencial. Na CTV, é possível ainda atualizar constantemente esse código, fazendo as atualizações necessárias de oferta, produto etc.
De acordo com o último levantamento da eMarketer com líderes de agências e marcas da indústria americana, a TV Conectada e o OTT estão no topo da lista de canais em que eles devem aumentar seu investimento previsto para o segundo semestre de 2020, em comparação com o mesmo período do ano passado. 59% dos participantes devem ampliar os gastos com CTV por lá nesses próximos meses.
E não pense que o Brasil tem uma realidade muito diferente. Segundo a última pesquisa TIC Domicílios, da Cetic.BR, 71% da população brasileira está conectada à internet, sendo a maioria já por meio de cabo ou fibra ótica. E 37% já tem sua TV conectada à rede, o que corresponde a mais de 75 milhões de potenciais consumidores prontos para serem impactados pela mensagem, no momento certo, na maior e melhor tela possível.
Por Vanessa Delgado, vice-presidente sênior de desenvolvimento de negócios da MetaX no Brasil.
Matéria publicada no portal de notícias ADNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
Empresa
OMO Lavanderia projeta 500 unidades no Brasil e aposta no avanço do autosserviço

A OMO Lavanderia estruturou um plano para acelerar sua expansão no mercado nacional de franchising. A rede projeta saltar das atuais 200 operações para 500 unidades em um período de 18 a 24 meses. A meta é impulsionada pela busca do consumidor por soluções de conveniência, pela digitalização dos processos operacionais e pela consolidação do modelo self-service nas rotinas urbanas.
Presente em 26 estados, com cerca de 43% de suas lojas concentradas no estado de São Paulo, a marca planeja expansão simultânea em capitais e cidades de médio porte.
Segundo Valéria Silva, CEO da OMO Lavanderia, o segmento registra baixo percentual de penetração no país: apenas 5% da população economicamente ativa utiliza lavanderias especializadas ou de autosserviço. A expectativa da companhia é dobrar esse índice nos próximos cinco anos. “O brasileiro está incorporando a lavanderia ao seu dia a dia. Antes, era um serviço utilizado principalmente para peças especiais, como ternos, vestidos ou edredons. Hoje, cada vez mais consumidores enxergam a lavanderia como uma solução prática para a rotina”, pontua Valéria. A executiva acrescenta que o mercado nacional ainda caminha rumo à maturidade observada em países como os Estados Unidos, onde o serviço está integrado ao cotidiano das famílias.
A estratégia de crescimento contempla o avanço de multifranqueados na rede, que já conta com parceiros administrando entre seis e oito lojas. “Expandir com quem já conhece o negócio reduz riscos, fortalece a operação e acelera o crescimento da rede. Ao mesmo temps, seguimos buscando novos empreendedores alinhados ao nosso modelo e dispostos a participar ativamente da operação, especialmente nos primeiros meses”, explica a CEO.
O formato self-service foi desenhado para operar sem a necessidade de funcionários contratados, em metragens a partir de 30 metros quadrados. O investimento inicial parte de R$ 120 mil no modelo de locação de equipamentos e de R$ 250 mil para a compra do maquinário, com taxa de franquia inclusa em ambas as modalidades. O capital de giro recomendado é de R$ 40 mil.
O prazo de retorno do investimento é estimado em cerca de 3,3 anos, com ponto de equilíbrio previsto entre 12 e 18 meses. As unidades de autosserviço registram faturamento médio mensal de R$ 20 mil, com pontos de venda que ultrapassam a marca de R$ 70 mil mensais.
Empresa
NESCAU® lança latas colecionáveis e edição especial de cereal com Ana Castela e Pedro Sampaio

Após o lançamento de sua maior campanha publicitária dos últimos dez anos, a NESCAU® anunciou o desdobramento da iniciativa para os pontos de venda com embalagens promocionais e colecionáveis. Inspiradas no single “Agora ou Nunca”, gravado por Ana Castela e Pedro Sampaio, as novidades integram a estratégia da marca de conectar música, esporte e cultura pop no cotidiano dos consumidores.
As embalagens tradicionais de lata ganharam versões com as fotos e autógrafos dos artistas em três variações: uma estampada por Ana Castela, outra por Pedro Sampaio e uma terceira reunindo a dupla. A comunicação estimula a interação do público com a pergunta: “Você é Time Ana ou Time Pedro?”. Além da bebida em pó, o cereal matinal da linha também recebeu identidade visual temática da campanha. “A campanha vai além da comunicação e passa a fazer parte da experiência do consumidor também no ponto de venda. As novas embalagens traduzem toda a energia e atitude desse projeto, criando uma conexão ainda mais forte com o público jovem por meio da música, do esporte e da cultura pop”, afirma Lara Naccache Miranda, diretora de marketing de bebidas e cereais família da Nestlé® no Brasil.
As versões comemorativas chegaram aos canais de varejo, atacarejos, lojas de conveniência e plataformas de e-commerce de todo o país com distribuição iniciada em julho, mantendo os preços regulares das opções tradicionais do portfólio.
A ação em loja física será acompanhada por desdobramentos nas redes sociais da marca, incluindo desafios digitais, conteúdos interativos e ativações focadas no ecossistema de fãs dos cantores.








