Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

Maggi traz de volta a galinha azul, dessa vez em 3D

Publicado

em

Maggi traz de volta a galinha azul, dessa vez em 3D

Após anos, a icônica personagem da marca ganha roupagem mais moderna, despertando a memória afetiva de consumidores

“De leste a oeste, de norte a sul. A onda é a dança da Galinha Azul”! O jingle fez parte da década de 80 e da vida dos fãs da Galinha Azul de Maggi. A personagem da marca chegou, em um primeiro momento, para ser um diferencial da embalagem dos produtos, mas logo conquistou o coração das consumidoras, assim se tornou uma das mascotes de marca mais populares da história da propaganda brasileira.

Foto: Divulgação/Maggi

Galinha azul é personagem icônica da Maggi

A Galinha Azul logo conquistou a todos e esteve presente em diversos momentos do brasileiro: foi amiga de grandes artistas, virou hit de carnaval, foi diva de teatro e fez parte da cultura pop dos anos 80 e 90.

E depois de muitos anos, Maggi trouxe para seus consumidores uma nova versão atualizada da Galinha Azul. A marca contou com o apoio de parceiros estratégicos, Factory e Publicis, para que a Galinha Azul ganhasse formato 3D e nova roupagem.

“A Galinha Azul é muito mais que um personagem. Ela é um ícone que desperta em nossos consumidores uma memória afetiva cheia de afeto e carinho. Por esse motivo, no ano em que a Nestlé comemora 100 anos no Brasil, MAGGI trouxe a Galinha Azul repaginada e com muitas novidades para todos”, conta Samara Ferrara, gerente de marketing Maggi.

Promoção “Imagina 100 mil no bolso”

Além de estampar o portfólio de MAGGi, a Galinha também é a personagem principal da promoção “Imagina 100 mil no bolso” realizada pela marca até o fim de agosto e que premiará os consumidores com prêmios instantâneos e chances de ganhar R$100 mil todo mês.

A Galinha também participa de ações com influenciadores relacionadas à nova fase da campanha “Imagina com MAGGI”. Assinada pela Publicis, a comunicação explora a variedade de diferentes e deliciosas combinações feitas com os produtos da marca. A personagem também pode ser vista em pontos de venda da ação.

E para estar ainda mais próxima de suas consumidoras e fãs, a Galinha Azul terá um grupo de WhatsApp na qual compartilhará dicas de receitas e produtos. Para participar basta se cadastrar em //nestle100anos.com.br/zapdagalinhamaggi e aguardar um e-mail com o link de acesso ao grupo.

“Nossa grande paixão é o desenvolvimento de personagens, somos especialistas nessa arte. A Factory foi convidada para criar e produzir a nova versão da famosa Galinha Azul e mergulhamos nesse trabalho para lançar uma versão 2.0 da personagem, mantendo a sua identidade, com uma atualização mais moderna. Para isso, fizemos com diferentes elementos, como o olhar mais expressivo, uma personagem fofa e carismática, resultando em uma estética mais viva! A personagem é cartoon e não realista, sinto que personagens assim nos aproximam de uma maneira mais emocional, direto no coração”, divide a produtora executiva Jennifer Djehdianfundadora da Factory.

Foto: Divulgação/Maggi

Ficha Técnica

Produtora: Factory

Produtora Executiva: Jennifer Djehdian

Diretor de Animação: Massao Asaga

Atendimento: Marina Pimentel

Coordenação de ProduçãoErik Reis

Concept design de personagem: Sattu Rodrigues

Modelagem 3D: Marcel Nilo

Rigging: Wesley Schneider

Animação 3D: Eduardo Abramo e Fernando Donizetti da Silva

Lookdev render still: Felipe Beckman

Lookdev render animação: Alexandre Trevisan

Composição e Finalização: Massao Asaga

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

Continue lendo
Clique para comentar

You must be logged in to post a comment Login

Deixe uma resposta

Empresa

Nissin promove “Batalha de Sabores” para disputar a preferência do consumidor em campanha multiplataforma

Publicado

em

A Nissin Foods do Brasil acaba de lançar a “Batalha de Sabores”, uma ofensiva estratégica de marketing que coloca frente a frente três de seus produtos mais icônicos na versão Galinha Caipira: Nissin Lámen, Cup Noodles e Nissin Yakissoba U.F.O.. A iniciativa visa não apenas ampliar a visibilidade e a penetração do portfólio, mas também reforçar a lembrança de marca ao convidar o público a eleger qual formato do sabor favorito dos brasileiros merece o título de líder.

A narrativa da campanha utiliza o storytelling por meio dos personagens das marcas para destacar os atributos competitivos de cada item. Enquanto o Nissin Lámen foca na versatilidade do preparo caseiro, o Cup Noodles destaca a praticidade do consumo on-the-go e o Nissin Yakissoba U.F.O. aposta na intensidade de sabor como seu principal diferencial.

A partir do dia 23 de fevereiro, a estratégia de live marketing digital entra em uma fase de “modo invasão” nos perfis oficiais @nissinbrasil e @cupnoodlesbrasil. A dinâmica prevê que os personagens batalhem entre si em uma série de conteúdos interativos, contando ainda com o reforço de um time de influencers para gerar proximidade e conversas com a audiência.

“Sabemos que Galinha Caipira é o sabor preferido dos brasileiros. Com a Batalha de Sabores, mostramos como cada produto entrega uma experiência diferente dentro do universo dos macarrões instantâneos e convidamos o público a escolher o seu favorito”, explica Ana Fossati, gerente de marketing da Nissin Foods do Brasil.

Para Ricardo Dolla, Chief Creative Officer da Dentsu Creative, a ação eleva um conceito tradicional da marca a um novo patamar de execução. “A Batalha de Sabores é um clássico do universo Nissin. Só que, desta vez, não ficamos apenas no sabor. Acrescentamos novas texturas à disputa, cruzando linguagens e códigos para deixar a comunicação tão irresistível quanto o produto”, afirma o executivo.

Com veiculação prevista até o dia 15 de março, a campanha marca presença em um ecossistema digital robusto, englobando Facebook, Instagram, TikTok, YouTube, Twitch e Kwai, garantindo que a disputa atinja diferentes perfis de consumidores em seus respectivos ambientes de lazer e entretenimento digital.

Continue lendo

Empresa

Smartphones não precisam ouvir conversas para prever desejos, aponta especialista em dados

Publicado

em

Uma cena recorrente no cotidiano digital alimenta uma das maiores teorias da conspiração da atualidade: após uma conversa em voz alta, sem qualquer busca ativa, o usuário é impactado por um anúncio sobre o exato tema discutido. A sensação de vigilância é real e confirmada por estudos, como o da Universidade de Amsterdã, que aponta que a falta de compreensão sobre a coleta de dados gera especulações sobre uma possível “escuta” via microfone. No entanto, para especialistas do setor, a realidade tecnológica é ainda mais sofisticada — e menos cinematográfica.

Caio Motta, cofundador da Elementar Digital e especialista em marketing de performance, afirma que as plataformas não precisam do áudio para serem precisas. “Trabalho há mais de uma década com marketing de performance e dados. Posso afirmar com segurança que as plataformas não precisam do seu microfone porque elas têm algo muito mais poderoso”, explica. O segredo reside no machine learning e na capacidade de predição de gigantes como Google e Meta, que analisam múltiplas camadas de comportamento para antecipar desejos.

A engenharia por trás da “coincidência”

O rastreamento vai muito além do histórico de buscas. Envolve uma cadeia de correlação que inclui o endereço IP, conexões Wi-Fi e o comportamento de pessoas próximas. “Se sua esposa pesquisou colchões, o algoritmo sabe que vocês dividem o mesmo endereço e estão relacionados. Não precisa de microfone para conectar esses pontos”, pontua Motta.

Soma-se a isso o compartilhamento de dados offline. O tradicional CPF informado na farmácia em troca de descontos conecta compras físicas ao perfil digital. Assim, a compra de um suplemento na terça-feira pode disparar, na quinta, anúncios de roupas de ginástica ou aplicativos de exercícios, criando a ilusão de que o celular “ouviu” um plano de treino.

O viés de confirmação e o mercado de R$ 38 bilhões

O fenômeno psicológico conhecido como viés de confirmação completa a experiência. Em meio a centenas de anúncios ignorados diariamente, o cérebro registra apenas aquele que coincide com uma conversa recente, descartando os “erros” do algoritmo.

Esse ecossistema move cifras bilionárias. No Brasil, o investimento em publicidade digital atingiu R$ 37,9 bilhões em 2024, segundo o Digital AdSpend 2025 do IAB Brasil. “Esse dinheiro não se sustenta em conspiração, se sustenta em resultado mensurável”, ressalta o executivo. Para ele, embora a personalização ajude pequenas empresas e facilite a descoberta de produtos, ela exige vigilância ética contra práticas discriminatórias de segmentação.

Literacia digital e privacidade

Motta destaca que o maior risco à privacidade muitas vezes não vem das grandes empresas auditadas e sujeitas à LGPD, mas de aplicativos menores e data brokers obscuros que solicitam permissões abusivas. A recomendação para quem busca limitar o rastreamento inclui o uso de navegadores focados em privacidade, como o Brave Browser, e a revisão constante de permissões de aplicativos.

“Entender como a publicidade digital funciona virou alfabetização básica para qualquer pessoa conectada”, finaliza Caio Motta. “É uma realidade muito menos cinematográfica, mas, mesmo sem ouvir, os algoritmos sabem muito sobre você e fazem isso com o seu consentimento, escondido naqueles termos de uso que ninguém lê”.

Continue lendo