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Luciano Ottaviani assume a direção comercial da PMP.BID

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Luciano Ottaviani assume a direção comercial da PMP.BID
PMP.BID , empresa de mídia programática do Grupo Logan, líder em marketing móvel na América Latina, anuncia ao mercado a chegada do executivo Luciano Ottaviani para posição de Head of Sales. Essa posição foi criada recentemente devido ao crescimento da PMP.BID, lançada no ano passado.

Luciano é formado em Publicidade e Propaganda pela UNIPINHAL (Centro Regional Universitário de Espírito Santo do Pinhal) e MBA em Gestão Empresarial pelo INPG Business School. Com amplo conhecimento do mercado, o executivo tem como objetivo fortalecer a área de negócios da PMD.BID, além de ampliar a atuação da operação para outros países.

Francesco Simeone, Chief Growth Officer Global e gerente geral Brasil do Grupo Logan comemorou a chegada do novo membro no time. “Estamos extremamente felizes com o ingresso do Luciano na família Logan, um profissional que admiramos e que temos certeza será fundamental para o ulterior crescimento do Grupo Logan no Brasil. O seu profundo conhecimento do mercado e suas grandes qualidades humanas fazem dele a pessoa certa, no momento certo para aumentar exponencialmente o crescimento comercial da PMP.Bid no País, após um excelente 2021, durante o qual nós destacamos em pouco tempo como referência de soluções programáticas e ad techs para o público gamer”.

O novo Head of Sale, Luciano Ottaviani destacou sua chegada como um momento de realização profissional. “Desde o primeiro momento que comecei a atuar em uma empresa de digital, sempre tive o Grupo Logan como referência! Todas as novidades em soluções, tecnologias e grandes cases saíam de lá. Coincidentemente, mesmo eu sendo um concorrente, minha relação com o Francesco sempre foi excelente, como irmandade. Hoje, receber um convite para atuar nesse grupo o qual sempre admirei, juntamente a um timaço, que sempre tive muito respeito, e trabalhar com tecnologias de alta performance não tem preço!”

Em sua trajetória profissional, Ottaviani atuou como diretor nacional na BLUM, um dos maiores hubs de tecnologias em mídia mobile, e também na BLIS Brasil, mídia geolocalizada. Possui mais de 25 anos de experiência na área de Publicidade, com passagens pelo Diário de São Paulo, Rede Bom dia de Comunicação, Agência IVOIRE entre outros.

O publicitário é sócio idealizador do grupo Amigos do Mercado, membro da diretoria da APP – Associação dos Profissionais de Propaganda – e presidente da Comissão de Marketing Jurídico da OAB – Butantã.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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