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LinkedIn ultrapassa 50 milhões de usuários no Brasil

Em apenas 10 anos de atividade no Brasil, o LinkedIn já tem o quarto maior número de usuários na plataforma originados no país
Nesta segunda-feira (16), o LinkedIn anunciou que já chegou a mais de 50 milhões de usuários brasileiros na plataforma. Com o número, o Brasil torna-se o quarto maior país com presença nas rede social e apresenta crescimento de 14% ao ano. Além disso, a receita da empresa quase triplicou desde 2016 e boa parte dela deve-se aos mercados fora dos EUA.
Com 130 novos usuários na plataforma por minuto, o LinkedIn registrou ainda um crescimento significativo em relação ao engajamento. A plataforma apresentou um aumento de 35% nas conversas públicas na comparação ano a ano e 29% de crescimento no compartilhamento de conteúdo no mesmo período.
Somente em 2021, a rede lançou diversas funcionalidades como o Cover Story, que permite a apresentação por vídeo no perfil, Páginas de Serviço para freelancers e proprietários de pequenos empreendimentos, Modo de Criação para produtores de conteúdo e campo para pronomes. Estas ferramentas se somam aos recursos de vídeo, enquete, lives, newsletters e eventos virtuais que já estavam disponíveis.
De acordo com Milton Beck, Diretor Geral do LinkedIn para América Latina, mais do que um número, esta marca é um reflexo da missão da empresa ao longo desses anos.
“Desde o começo, o LinkedIn ajuda a derrubar barreiras que afastam os profissionais do trabalho dos seus sonhos, seja ele qual for. Temos advogados, engenheiros e médicos, mas também cantores, produtores de conteúdo, jogadores de futebol e astronautas. Estamos aqui para aqueles que estão buscando seu primeiro emprego e também para os que já viveram boa parte de suas vidas profissionais, os que querem fazer negócios e os que estão pensando em uma mudança de carreira. Do norte ao sul do país, temos pessoas com os mais diferentes objetivos, mas com a certeza de que há um LinkedIn para cada uma delas”, diz.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos








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