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LinkedIn lança novo formato de anúncios em conversas

A nova solução de marketing – o anúncio em conversa – é direcionada a agências de comunicação e publicidade, além da equipe de marketing de empresas. Mensagens enviadas pelo LinkedIn quadruplicaram nos últimos 5 anos
Falar com as pessoas pelo canal onde passam a maior parte do seu tempo. Esse é o objetivo do Anúncio em conversa, o novo formato de publicidade do LinkedIn, anunciada globalmente nesta semana. Trata-se de um anúncio em formato de mensagem na caixa de entrada com configuração de respostas sequenciais (como uma conversa) de maneira automatizada. O objetivo é fazer com que o anunciante interaja com possíveis clientes de forma mais pessoal, garantindo melhor experiência ao usuário da plataforma e permitindo a escolha de caminhos, fazendo com que o anunciante elabore o funil de vendas completo. O anúncio passa a ser um diálogo.
Os anúncios em conversa podem ser usados com outros recursos, como formulários para geração de leads e acompanhamento de conversões. Além disso, foram projetados para o engajamento em tempo real, ou seja, as mensagens são enviadas apenas quando o possível cliente estiver ativo no LinkedIn.
A nova ferramenta de anúncio acompanha o hábito do consumidor. Mais de 35% da população do mundo usa aplicativos de mensagens móveis, e os envios feitos a partir do LinkedIn mais que quadruplicaram nos últimos 5 anos. “Esse novo formato oferece um CTR de até 3x mais, destacando nosso compromisso em fornecer soluções mais eficazes que geram maior valor para nossos clientes”, destaca Natália Rainho Rocha, gerente sênior de marketing da área de Soluções de Marketing do LinkedIn para a América Latina.
O formato de anúncio passa a integrar o pacote de Soluções de Marketing da plataforma, dentro da proposta de entregar o conteúdo ideal para cada perfil de usuário, com base no poder de segmentação da rede (por perfil demográfico, personas e/ou Matched Audiences), utilizando, assim, todas as informações disponíveis nos perfis.
Veja como o novo formato funciona:
http://business.linkedin.com/pt-br/marketing-solutions/conversation-ads?u=0
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos








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