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Liga NESCAU® é um teste vocacional esportivo para crianças e jovens na pandemia

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Especialistas em educação física atestam o valor de expor crianças a diferentes modalidade esportivas. Os benefícios óbvios são desenvolvimento de habilidade físicas, coordenação motora e consciência corporal. A reboque vem confiança, coragem, concentração e disciplina para vencer desafios em novas experiências. Colocar essa ideia em prática nem sempre é fácil. Cada modalidade demanda espaços e estruturas específicas. Mas, e se fosse possível colocar tudo em um lugar só? O ambiente digital se mostra uma alternativa viável, especialmente em tempos de pandemia.

Essa é a proposta da Liga NESCAU® 2020, que migrou 100% para o digital em 2020 em função da necessidade de isolamento social, e mostra um caminho de conexão entre as crianças e o esporte. “Queremos estimular não só quem já faz atividade física, mas quem ainda não está está conectado. Por exemplo, pessoas as quais a ficha ainda não caiu que dança é um tipo de esporte. Temos 15 modalidades e desafios para movimentar o corpo e isso é uma oportunidade para cada um encontrar um esporte para chamar de seu. Queremos ser um grande teste vocacional esportivo do Brasil”, garante Abner Bezerra, Head de Marketing de NESCAU® e Bebidas da Nestlé Brasil.

Maior campeonato poliesportivo estudantil do Brasil, a Liga NESCAU® 2020 traz 15 modalidades, nove convencionais (atletismo, ballet, basquete, futebol, ginástica, judô, skate, vôlei e xadrez) e quatro adaptadas (ginástica, futebol, basquete e ballet), além de dois desafios que serão tanto individuais como para toda a família, com dança, futmesa, badminton, tênis de mesa, torcida em casa, boxe, bocha, entre outros. Para participar, crianças de 8 a 16 anos devem acessar o site oficial do evento (www.liganescau.com.br/) e fazer sua inscrição. É tudo grátis e é possível praticar quantos esportes o menino ou a menina desejar.

“Queremos levar o Brasil inteiro a fazer atividade física e aprender com o esporte. A principal bandeira da Liga NESCAU® é ‘o esporte ensina’. E ensina valores como respeito, coragem, confiança, solidariedade, disciplina, perseverança, entre outras. Nosso objetivo é impactar o maior número de pessoas em todo o país para que elas nunca mais se desconectem desses benefícios do esporte. E o fato de termos um evento digital em 2020 derruba muitas fronteiras”, afirma Bezerra, que completa: “E sempre com diversão, porque fazer atividade física é uma coisa prazerosa e queremos construir boas experiências que se tornarão boas lembranças para toda a vida”.

A Liga NESCAU® 2020 será realizada até 12 de dezembro e a mecânica de participação é simples: A criança escolhe sua modalidade ou as modalidades, grava um vídeo registrando seu desempenho ao fazer a atividade proposta e envia para o site oficial do evento. Depois, é só aguardar a avaliação dos árbitros. Os melhores avançam para as finais. Para acompanhar o andamento da competição, todos os sábados ocorrem transmissões no site da liga. São os chamados ‘Sabadays’, com exibição de desafios para serem realizados por toda a família, além dos melhores vídeos.

Vila Esportiva NESCAU® – O acesso aos conteúdos no site fica a Vila Esportiva NESCAU®, espaço virtual que simula um complexo de arenas esportivas, onde estão todas as informações sobre cada modalidade. Construída pela marca de achocolatados da Nestlé especialmente para a competição de 2020, permite navegação em 3D e interatividade para toda a família. Para ser totalmente inclusiva, a plataforma possui uma interface adaptada para crianças com necessidades especiais, como conteúdo em libras e áudio descrição.

A Vila Esportiva NESCAU® reúne os vídeos dos Sabadays transmitidos desde outubro, além de uma série de conteúdos educacionais, como dicas de práticas esportivas, curiosidades e depoimentos dos embaixadores da marca: o ídolo do futsal Falcão; o jogador de basquete Yago; a ginasta Flávia Saraiva; a atacante Tandara do vôlei; a paratleta Verônica Hipólito e a nadadora Etiene Medeiros.

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Regrigerante FYS estreia no ‘BBB 26’ e Kerline dispara: ‘não é o Nº1 mas podia ser’

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Ao fim do primeiro paredão do‘Big Brother Brasil 2026’, foi a estreia da linha de refrigerante do Grupo Heineken FYS, como parceira do reality show. Para isso, a marca trouxe a influenciadora Kerline, considerada por muitos a primeira eliminada mais famosa do programa, para estrelar ‘Síndrome de Protagonista’, um filme bem humorado e leve em campanha de mídia na TV aberta, disponível também nas redes sociais da marca.

Na campanha criada pela AlmapBBDO, a ex-BBB aparece com muito bom humor e sinceridade para dizer:” Não é o Nº1, mas podia ser”, fazendo uma comparação e brincadeira com a marca, a partir da sua própria experiência na casa, quando, na edição de 2021, sofreu a rejeição imediata do público logo no início do programa, sendo prematuramente eliminada. Por fim, a influenciadora ressalta a qualidade e portfólio do produto, convidando as pessoas a experimentar e conhecer o portfólio da FYS.

“A estreia da FYS no ‘BBB 26’ representa um movimento bastante estratégico para a marca no mercado. E para marcar esse momento apostamos em uma comunicação marcante, debochada e criativa. E a Kerline foi a escolha ideal para gerar esse impacto”, Isabela Martins, gerente de marketing da marca FYS, do Grupo Heineken.

“A campanha parte de uma verdade simples: de que ser o número um nem sempre é o mais interessante. Ao brincar com esse lugar de um jeito autêntico, FYS se apresenta ao público com personalidade, humor e coragem, exatamente como a Kerline”, comenta Felipe Cury, diretor executivo de criação na AlmapBBDO.

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Tendências do marketing de influência em 2026

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O marketing de influência chega a 2026 consolidado como um dos principais pilares das estratégias de comunicação e vendas das marcas. Impulsionados pelo avanço da inteligência artificial e pela mudança no consumo de conteúdo, os influenciadores deixaram de ser apenas amplificadores de mensagens para se tornarem canais estruturados, com papel relevante na decisão de compra e na construção de marca. Nesse cenário, o crescimento acelerado das plataformas digitais e a perda de centralidade dos meios tradicionais refinem a lógica de atenção do público.

Essa transformação se reflete na estrutura do mercado. No Brasil, mais de 2 milhões de influenciadores já atuam como prestadores de serviço para marcas, segundo dados da Influency.me, e passaram a ser formalmente reconhecidos pela Lei 15.325, que regulamenta o exercício da profissão de multimídia. A normativa representa aproximação dos influenciadores a critérios éticos e comerciais historicamente adotados pela mídia tradicional.

“Influenciadores de médio porte já concentram audiências equivalentes às de canais de TV por assinatura, enquanto grandes criadores chegam a superar emissoras inteiras. As marcas que ainda não tratam esses parceiros com o mesmo nível de planejamento e rigor aplicados à mídia tradicional já começam a perder relevância”, afirma Rodrigo Azevedo, CEO da Influency.me.

Diante desse cenário de consolidação, profissionalização e mudança estrutural no papel dos influenciadores como canais de mídia, Azevedo, CEO da Influency.me, destaca as principais direções que devem orientar o mercado nos próximos meses. Para isso, o executivo elenca seis tendências centrais do marketing de influência em 2026.

Campanhas pontuais perdem espaço
Em vez de apostar em iniciativas pontuais para gerar visibilidade, marcas devem priorizar campanhas mais longas e recorrentes, que ajudam a construir memória de marca ao longo do tempo. Essa presença constante no perfil do influenciador, mesmo com menor volume de publicações, fortalece a familiaridade com a audiência, aumenta a confiança e gera resultados mais consistentes. Além de serem mais bem distribuídos pelos algoritmos das plataformas, esses conteúdos são percebidos pelo público de forma mais natural, integrando a marca ao dia a dia do criador e ampliando as chances de engajamento e conversão.

Autenticidade como resposta à IA
Com a popularização de conteúdos criados por inteligência artificial, o público passou a valorizar ainda mais produções que parecem reais e humanas. Em 2026, vídeos espontâneos, bastidores, erros e opiniões pessoais ganham destaque por transmitirem verdade e proximidade. Dados observados pela Influency.me indicam que esse tipo de conteúdo apresenta melhor desempenho em engajamento e conversão justamente por fugir do excesso de padronização.

Conteúdo nativo por plataforma
Conteúdos genéricos deixam de funcionar porque cada rede social tem sua própria linguagem e forma de consumo. O que engaja no TikTok, por exemplo, não necessariamente funciona no Instagram ou no YouTube. Por isso, o conteúdo precisa ser pensado desde o início para cada plataforma, levando em conta formato, duração e tipo de interação com o público.

Influenciadores como fonte de busca
Cada vez mais, plataformas como TikTok, Instagram e YouTube são usadas como ferramentas de pesquisa, especialmente pelos públicos mais jovens. Isso significa que, antes de comprar um produto ou contratar um serviço, as pessoas buscam vídeos, reviews e recomendações de influenciadores para tirar dúvidas e comparar opções. Com isso, a presença das marcas no conteúdo desses criadores deixa de ser apenas uma ação de divulgação e passa a fazer parte das estratégias de busca e consideração, influenciando diretamente o momento da decisão de compra.

Dados orientando decisões
Em 2026, o marketing de influência passa a ser cada vez mais guiado por dados. Em vez de escolher influenciadores apenas pelo número de seguidores ou pela popularidade, marcas analisam métricas de performance, afinidade com a audiência, recorrência de publicações e histórico de campanhas. Esse olhar mais estratégico permite decisões assertivas, com melhor aproveitamento do investimento e maior chance de gerar engajamento, confiança e conversão.

Profissionalização e disputa por atenção
O impacto dos influenciadores nas decisões de compra já é uma realidade. Pesquisa da Influency.me em parceria com a Opinion Box mostra que 69% dos consumidores brasileiros já compraram produtos indicados por criadores de conteúdo, e 87% ficaram satisfeitos com a experiência. Ao mesmo tempo, a maioria dos influenciadores ainda recebe entre R$ 500,00 e R$ 2 mil por mês, o que revela um mercado cada vez mais concorrido. Nesse contexto, cresce a profissionalização do setor e a disputa pela atenção do público, fazendo com que apenas conteúdos planejados, relevantes e com conexão real com a audiência consigam se destacar.

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