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LG anuncia Sonah Lee como nova diretora de marketing no Brasil

A LG Electronics do Brasil acaba de anunciar Sonah Lee como nova diretora de Marketing da empresa. A executiva chega à área com a missão de ampliar as iniciativas corporativas e sociais da marca, assim como a estratégia em canais digitais, mensurando dados de forma tangível para basear ações voltadas ao consumidor.
Com 25 anos de atuação no Marketing, Sonah tem experiência em diversas áreas do segmento, como merchandising, planejamento, eventos e, principalmente, trade marketing e novos negócios. Durante sua carreira, liderou grandes projetos de lançamentos de produtos com foco em alta performance no PDV e acumulou expertise no segmento de BTL.
À frente da diretoria de Marketing, Sonah passa a liderar projetos corporativos como o patrocínio da LG à CASACOR, ações sociais, estratégia em canais digitais, além do lançamento de produtos da marca, ressaltando sempre o direcionamento estratégico da empresa de oferecer produtos inovadores, que proporcionem uma vida melhor aos consumidores.
Em um momento em que o Marketing vem se adaptando para entender o novo comportamento do consumidor, a executiva tem a missão de decifrar os principais desafios do Marketing pós-pandemia. “Desde o fechamento do varejo físico, foi preciso adaptar rapidamente as estratégias para uma nova realidade e expandir a atuação no ambiente digital. Para isso, tem sido muito importante continuarmos próximos dos consumidores, entendendo seu comportamento e adequando o planejamento de lançamentos e nossas ofertas”, afirma Sonah.
A empresa tem criado diversas campanhas digitais e ampliou os conteúdos nas redes sociais para ajudar o consumidor a se adaptar ao novo momento, em que o “ficar em casa” ganhou uma nova dimensão na vida das pessoas. “A pandemia mudou a relação com nossas casas e as necessidades de conectividade e interatividade ganharam mais força. Seguimos investindo em produtos com tecnologia e design inovadores, com foco em inteligência artificial, que aliam conectividade e interatividade, sempre atentos às intenções do consumidor”, completa.
Sonah está há mais de 30 anos no Brasil, quase 15 deles atuando na LG. “Tenho um bom entendimento de como a LG funciona, em especial devido à minha experiência em diferentes áreas do Marketing na empresa. Além disso, o fato de estar há mais de três décadas no Brasil me possibilita ter pleno conhecimento das culturas brasileira e coreana, o que me permite encontrar uma harmonia entre elas. Para mim, isso é muito rico”, finaliza Sonah.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.









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