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Leite MOÇA e FOM lançam collab inédita!

Seguindo as comemorações de 100 anos no Brasil, Leite MOÇA uniu-se a FOM para uma parceria inédita. Por que não ter uma coleção de almoçadas com formado que doces que amamos??
De forma lúdica, algumas das receitas mais deliciosas feitas com Leite MOÇA foram transformadas em 10 produtos diferentes da FOM. A collab com FOM contou com o apoio e consultoria da Redibra, agência especializada em licenciamento e extensão de marca. Os itens, versáteis e divertidos, podem servir como almofadas e, até mesmo, objetos de decoração. As peças estarão disponíveis nas lojas FOM e e-commerce a partir de 01 de dezembro, sendo uma ótima opção também de presente para este Natal.
De acordo com a Head de Produto e Marketing da FOM, Suzana Carvalhaes, a campanha “Doce como um abraço” foi inspirada no cenário atual, em que a maior parte das consumidoras de Leite MOÇA são mulheres, que promovem doces momentos junto com a marca. “Entender o perfil dos consumidores de Leite MOÇA e FOM foi crucial para o desenvolvimento dos produtos da collab entre as marcas. Conseguimos fazer da parceria um marco em relação aos objetivos das duas empresas, trazendo aos consumidores o lado doce da vida com aquela sensação de abraço apertado”, explica.
“Com muito orgulho trouxemos mais uma grande parceria para Leite MOÇA que conseguiu concretizar em uma coleção linda e incrível, todo o sentimento de aconchego e memória afetiva que nossas deliciosas receitas despertam em nossos consumidores, e gerando ainda mais aproximação do público jovem, através de produtos doces e divertidos”, conta a Gerente de Marketing Consumidor de Leite MOÇA, Natália Goivinho.
Sobremesa e almofada macia: garantia de conforto e doçura
A collab traz ao mercado uma coleção para deixar os consumidores com água na boca e o “coração quentinho”. Os 10 produtos da linha contemplam três docinhos muito populares, feitos com Leite MOÇA, dentro da forminha: beijinho, brigadeiro e brigadeiro de morango. “São peças bem versáteis, uma vez que as réplicas dos doces saem das forminhas, que podem virar potes para guardar utensílios, por exemplo. Além disso, o próprio doce pode servir de almofada ou, até mesmo, uma bola para brincar com os amigos. Um produto dois em um”, conta Suzana.
A coleção contempla também donuts de brigadeiro e brigadeiro de morango, pensados com base nos doces mais queridos e tradicionais de Leite MOÇA.
Outra novidade especial é a linha duo beijinho e brigadeiro, produto mutável que transforma a lata de Leite MOÇA nos docinhos queridinhos das festas. Abrindo o zíper, o enchimento do FOM vai para o outro lado e se transforma em um brigadeiro ou beijinho.
Os famosos churros não podiam ficar de fora da coleção e chegam nos formatos carros-chefes FOM: o rolo P e rolo nó. “Trouxemos neste item, a ideia do doce de leite feito com Leite MOÇA cozido na panela, que também está entre as tradicionais receitas das famílias brasileiras”, continua a executiva da FOM.
Para finalizar, a collab traz para a coleção exclusiva uma almofada decorativa “charm Leite MOÇA” com as cores, ícones e tipografia da marca de leite condensando da Nestlé. “Trouxemos o céu com a nuvem de Leite MOÇA, a simpática camponesa e os ícones e cores delicadas. O resultado foi uma peça que reflete a identidade de FOM e MOÇA ao mesmo tempo”, finaliza Suzana.
Selo de qualidade FOM e Leite MOÇA
Assim como os doces feitos com Leite MOÇA ganham o selo de qualidade, a coleção FOM também contará com esta assinatura por meio de etiquetas personalizadas e Tags que certificam a parceria. “O selo de qualidade é extremamente importante para ambas marcas. A FOM, trabalha com cinco pilares fundamentais que incluem: design, inovação, diversão, ergonomia e conforto. Ser sinônimo de bem-estar está muito alinhado a oferecer qualidade nos produtos, e ainda firmar parcerias com empresas que contam com o mesmo propósito. Além disso, a assinatura ‘Doce como um abraço’, que também permeará a campanha como um todo, é mais que propícia a esta parceria tão deliciosa”, finaliza Suzana.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Pré-Black Friday: Novembro já registrou 15 milhões de compras online e mais de 117 mil tentativas de fraude evitadas até quinta-feira, segundo Serasa Experian

A Black Friday, que antes se concentrava na última sexta-feira de novembro, hoje movimenta o varejo ao longo de todo o mês. Entre 1º e 26 de novembro, a Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, detectou 15.057.286 pedidos realizados no e-commerce brasileiro, que somaram R$ 8,5 bilhões em transações. Deste total, 117.968 foram identificados como tentativas de golpes, barradas tecnologias antifraude da companhia. Se efetivadas, poderiam ter causado perdas de até R$ 104.329.618,28 para lojistas e consumidores. O levantamento reforça a importância de estratégias robustas de autenticação e segurança.
Segundo dados da datatech, na semana da Black Friday de 2024 foi registrado um aumento de 260% na criação de páginas de phishing em comparação às demais semanas do mês. O método é um tipo de golpe digital em que criminosos simulam sites ou comunicações oficiais de empresas para enganar os usuários e capturar dados sensíveis, como senhas e informações de pagamento. Diante da expectativa de movimentação intensa no e-commerce em 2025, o alerta permanece: este é o momento em que o consumidor deve redobrar os cuidados com a segurança online.
Dicas para empresas:
• Estabeleça políticas internas de segurança da informação e oriente colaboradores sobre boas práticas, como o uso de senhas fortes e a participação em treinamentos de conscientização.
• Adote criptografia na transmissão de dados para proteger informações sensíveis de clientes e da empresa contra interceptações.
• Implemente soluções antifraude para minimizar riscos financeiros e reputacionais. Contar com especialistas e tecnologias dedicadas torna sua empresa mais preparada para lidar com golpes sofisticados.
• Utilize a prevenção em camadas como estratégia central. Ferramentas combinadas atuam em diferentes pontos da jornada digital e são essenciais diante da evolução constante das fraudes.
• Invista em soluções que se atualizem continuamente, garantindo a veracidade dos dados e maior resiliência contra novas ameaças.
• Conheça o comportamento do seu usuário e reduza fricções na jornada digital, sem comprometer a segurança.
• Trate a prevenção à fraude como fator de competitividade: soluções bem orquestradas aumentam a segurança, reduzem perdas e melhoram a experiência de compra.
O levantamento realizado considera somente as transações realizadas entre 1 e 26/11/2025 analisadas pela Serasa Experian.
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Tirania da média na Black Friday: Por que métricas agregadas escondem prejuízos reais

A Black Friday é um dos poucos consensos do e-commerce brasileiro: todos fazem, os consumidores esperam e as metas do último trimestre dependem disso. Por isso, mais do que decidir participar, o desafio está em estruturar ações que gerem volume sem cair na perigosa ‘Tirania da Média’ — campanhas que geram vendas imediatas a um custo médio aceitável, mas comprometem a rentabilidade futura ao mascarar o desempenho individual de cada canal.
“O cenário está posto. Consumidores condicionados a esperar descontos, concorrência acirrada e todas as marcas disputando atenção ao mesmo tempo”, afirma Caio Motta, cofundador da Elementar Digital, agência de marketing especializada em performance orientada por dados. “Marcas que não participam perdem relevância e market share. O desafio real é jogar bem esse jogo de maneira analítica – e isso começa muito antes do desconto chegar no site.”
Nesse contexto, um dos principais equívocos ainda é analisar o período apenas por métricas agregadas, como CAC (Custo de Aquisição de Cliente) médio, ROAS (Retorno sobre o Gasto com Anúncios) geral ou faturamento total. Segundo Motta, essa leitura consolida demais a performance e esconde o que realmente funciona.
“Um Custo de Aquisição de Cliente (CAC) médio de R$ 80,00 pode parecer aceitável. No entanto, ao analisar os dados por grupos específicos de clientes (cohorts), você pode descobrir que clientes atraídos na Black Friday por um canal em particular têm um CAC de R$ 60, mas nunca mais compram. Por outro lado, clientes com um CAC de R$ 100 podem fazer novas compras em 45 a 60 dias”, detalha Felix Bohn, sócio da agência. Fica claro, então, que é essa análise detalhada e segmentada que diferencia uma Black Friday que apenas desperdiça dinheiro de outra que realmente forma uma base de clientes sólida.”
A partir desse entendimento, a mídia de performance passa a ser uma alavanca estratégica, não apenas tática. “Muitas marcas aumentam budget de forma linear em todos os canais esperando retorno proporcional. Não funciona assim”, comenta Motta. Ele reforça que a alocação deve ser guiada por dados históricos – quais canais, públicos e formatos trouxeram clientes de maior valor e maior lift de vendas. Além disso, a estrutura de funil precisa ser respeitada: campanhas de awareness não podem ser medidas com o mesmo ROAS de campanhas de conversão direta. Como resume Bohn, “é preciso ter paciência no topo do funil e ser cirúrgico no fundo.”
Entretanto, mesmo a estratégia de mídia mais sólida não se sustenta se a operação não acompanha. Atrasos na entrega, rupturas de estoque e instabilidades no site se transformam rapidamente em detratores, e esse custo, segundo os especialistas, é muito maior do que uma venda perdida. “A gente vê isso todo ano: marcas que explodem em vendas na sexta-feira e, na segunda, já estão apagando incêndio no SAC”, comenta Motta. Testes de carga, estoques planejados com margem de segurança e logística dimensionada para cenários extremos são, portanto, medidas essenciais para proteger margem e reputação.
A visão de curto prazo também impede que as marcas enxerguem o verdadeiro impacto da Black Friday. Para os profissionais, o sucesso do período não se mede em novembro, mas em março, junho e até o próximo novembro. “Todo mundo comemora quando bate a meta de faturamento, mas o jogo real acontece depois”, diz Bohn. Ele explica que é preciso monitorar quantos clientes adquiridos na Black Friday recompram no ano seguinte, qual foi o LTV (Lifetime Value) desse cohort comparado ao de períodos normais e qual a taxa de churn (perda de clientes ou receita) em seis meses. Essa disciplina é o que diferencia marcas que tratam a data como liquidação daquelas que a utilizam como aquisição estratégica.
Quando essa visão orientada por dados se consolida, aliada a mídia inteligente, operação preparada e promessas que a marca consegue cumprir, a Black Friday deixa de ser apenas um pico de vendas e passa a funcionar como alavanca real de crescimento. “A diferença está em trocar o imediatismo por visão de longo prazo”, resume Bohn. “Quando você estrutura a estratégia pensando no contexto de longo prazo, não em transações isoladas, equilibra volume com qualidade de cliente. E aí sim a Black Friday vira o que deveria ser: um acelerador do negócio”, conclui.








