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Lay’s entra em campo na UEFA Champions League

A marca de snacks Lay’s, lançou sua nova campanha global com foco na união e alegria das pessoas por meio do futebol.
No Brasil, com a assinatura “Futebol com mais sabor”, a ação para apoiar o maior patrocínio da marca – a Liga dos Campões Masculina e Feminina da UEFA – reúne o que há de melhor: jogadores, esporte e, claro, snacks.
Com os fãs desfrutando os jogos nas suas casas e não mais nos estádios, Lay’s busca trazer a emoção e paixão dos dias de jogo para casa com um curta-metragem criativo, apresentando o seis vezes vencedor da Bola de Ouro, Lionel Messi, o campeão mundial Paul Pogba e a Lieke Martens, eleita melhor jogadora do ano da Liga dos Campeões da UEFA em 2017.
“Lay’s traz uma nova perspectiva sobre os eventos do dia a dia – como assistir a um jogo do sofá acompanhado de um bom snack”, disse Sebnem Erim, vice-presidente de marketing de Global Foods da PepsiCo.
“Mesmo nos momentos mais difíceis, a alegria nos rodeia, só precisamos ser receptivos e instigá-la. Lay’s é uma marca para todos os fãs e sabemos que não há maior alegria do que compartilhar a paixão pelo futebol. Estamos ansiosos para criar esses momentos com o programa deste ano” completa o VP de Marketing.
Campanha 2021
A peça central, “Futebol com mais sabor”, mostra Messi e Martens provocando a energia da atmosfera dos estádios, ao se juntarem em um prédio para assistir ao jogo juntos – mas a distância – de suas varandas. Provocado pelo som irresistível da abertura de um pacote de batata Lay’s, Pogba interrompe seu aquecimento pré-jogo para se juntar à diversão enquanto Lay’s “reúne” a galera.
A parceria de Lay’s com a Liga Feminina dos Campões da UEFA e a parceria com a Liga Masculina dos Campões da UEFA visa estimular e aproximar os fãs, os atletas e o jogo que amam com uma presença reforçada e unificada através do esporte.
Essa é a primeira ação de Lay’s de futebol masculino e feminino, a jogadora Martens comenta: “Nos unimos para criar um momento de alegria na vida cotidiana: assistir a um jogo em casa. Acho que é muito fácil e poderoso ver que, não importa como ou quando assistimos a um jogo, estamos unidos pela energia e emoção”.
“Foi uma grande alegria fazer parte de mais uma campanha de futebol de Lay’s. Elas são sempre cheias de energia e diversão e estou pessoalmente emocionado de poder fazer nossos fãs sorrirem este ano”, completa o jogador, Pogba
Ação Digital – “Fala aí, Messi”
O conteúdo digital atraente de Lay’s, bem como sua posição diferenciada nas prateleiras, levará o futebol para a casa dos fãs como uma experiência digna de estádio.
Este ano, a icônica marca busca ajudar a criar conexões por meio uma plataforma interativa inédita: o “Fala Aí, Messi”. A marca e o jogador fizeram uma parceria para facilitar essa conexão no dia dos jogos, dando aos torcedores a oportunidade de enviar vídeos personalizados do próprio Messi, em 10 idiomas diferentes, para convidar amigos para assistir ao jogo.
A ativação “Fala Aí Messi” é uma novidade mundial que usa a tecnologia avançada de Inteligência Artificial para os consumidores assistirem aos jogos com os amigos e familiares de forma mais fácil e memorável, estejam eles juntos ou separados.
Disponível em 20 países, a ativação é o resultado criativo da parceria de Lay’s com a Synthensia, especialista em tecnologia de Inteligência Artificial e mapeamento facial.
Os vídeos de “Fala Aí Messi” usam essa ferramenta tecnológica para manipular o movimento dos lábios do Messi, sincronizando-o com áudio de narração em tempo real para fazer com que Messi pareça falar perfeitamente as palavras no idioma escolhido. Essa tecnologia, líder do setor, nunca foi oferecida aos consumidores por meio de uma ativação de marca antes e eleva a experiência em casa de uma maneira nova e surpreendente.
A novidade no Brasil já está disponível para os consumidores e pode ser acessada pelo site www.lays.com.br/falaaimessi, com uma abordagem lúdica em um espaço criativo estrelado por Messi.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).
Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.
A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.
Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.
Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.
Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.
Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.
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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.
O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.
Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.
Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.
Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.
Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.








