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Kitano lança campanha com Rodrigo Hilbert como estagiário do mundo dos temperos

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Kitano lança campanha com Rodrigo Hilbert como estagiário do mundo dos temperos

A Kitano, marca da General Mills e líder nacional em temperos naturais, anuncia o lançamento de sua nova campanha e faz um convite aos consumidores para conhecer a origem das ervas e especiarias e a naturalidade de seus produtos. Para apresentar todos os conteúdos, desde os processos produtivos no campo até a chegada dos temperos naturais à mesa, além das diversas possibilidades de uso das ervas e especiarias em preparações culinárias, Rodrigo Hilbert assumirá o papel de estagiário da marca.

Desenvolvida em parceria com a agência Mestiça, a campanha “Rodrigo, o estagiário” apresentará toda a jornada do ator, cozinheiro, apresentador e agora também estagiário – que já possui uma relação muito próxima com a cozinha e adora usar ingredientes naturais em suas preparações culinárias -, mostrando que apesar de todo o seu conhecimento, sempre há o que aprender quando o assunto envolve ervas e especiarias.

Como mais novo aprendiz deste mundo, Rodrigo aceitará os desafios. O estágio será dividido em três etapas principais: terra, momento em que o ator terá todo o entendimento prático dos processos produtivos; armazém, para conhecimento dos processos de desidratação e armazenamento dos ingredientes; e criatividade na cozinha, em que encerrará a sua jornada com ensinamentos ao público das infinitas possibilidades de criações e inovações a partir do uso das ervas e especiarias 100% naturais de Kitano. Toda a jornada será retratada em peças publicitárias e nas redes sociais e contará com o lançamento de três mini documentários com as temáticas em ações de branded content com portais de abrangência nacional e regionais. Nos pontos de vendas, as ativações também terão a figura de Rodrigo.

A campanha estará no ar até o fim do ano com diversos conteúdos em vídeo, animações e fotos. A ação completa também contará com comerciais e merchan em horários nobres da TV aberta, ativações em Digital nas redes oficiais de Kitano (@kitano.brasil) – Instagram e Facebook -, site da marca e no Facebook do próprio Rodrigo Hilbert; além de ativações no Youtube e no Tudo Gostoso, um dos maiores portais de receitas do país.

Demais ativações da campanha

Kitano também oferecerá aulas virtuais abertas ao público ensinando aos consumidores como inovar e dar um toque especial às receitas por meio das diferentes formas de se usar os temperos. Já o lançamento do challenge “Vamos Temperar” promete movimentar as redes e esquentar as dancinhas e os memes com o público nas redes sociais. A marca ainda contará com o engajamento e interação do time de colaboradores da General Mills durante diversos momentos da campanha.

“Pensamos numa ação 360º e no envolvimento de diferentes frentes para engajar o público, contando com o total envolvimento dos nossos colaboradores, já que o nosso convite é para que as pessoas realmente tenham a oportunidade de fazer um mergulho no mundo das ervas e especiarias, conhecer a origem e o lado natural dos nossos temperos, por meio de muito conteúdo informativo, entretenimento e ainda possam exercer a sua criatividade na cozinha, trazendo novos sabores para as suas criações culinárias diárias”, explica Marcel Alves, Gerente de Marketing da Kitano na General Mills Brasil. A campanha faz parte da plataforma “Vamos Temperar”, criada em 2019, também em parceria com a agência Mestiça.

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Estudo Tensões Culturais 2026 revela brasileiro mergulhado em otimismo defensivo e fadiga de decisão

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Em um momento em que a instabilidade deixou de ser um evento esporádico para se tornar uma condição permanente, a Quiddity, consultoria de pesquisa estratégica do ecossistema Untold|, apresentou oficialmente o estudo “Tensões Culturais 2026”. O lançamento, realizado no Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), em São Paulo, traçou um diagnóstico minucioso do comportamento do consumidor após ouvir 1.355 pessoas em todo o território nacional. A análise destaca o papel central da Geração Z na reconfiguração das relações de consumo e a urgência de uma nova postura das marcas diante de crises sistêmicas.

A pesquisa aponta que o tradicional otimismo brasileiro, antes utilizado como ferramenta de sobrevivência, já não é capaz de neutralizar a convergência entre emergência climática, disrupção tecnológica e a saturação de informações. Esse cenário gera o que o estudo classifica como information overload, resultando em efeitos cognitivos como a fadiga de decisão. “O brasileiro, historicamente, vive em cenário de instabilidade recorrente. O ambiente nunca foi realmente seguro por muito tempo, e a sociedade aprendeu a viver em alerta. Mas, o que muda agora? Dessa vez, não é apenas o Brasil que vive sob tensão e pela primeira vez não temos um caminho claro a seguir”, contextualiza Rebeca Gharibian, sócia e diretora geral da Quiddity.

Nesse ecossistema de incerteza ampliada, surge o conceito de “otimismo defensivo”. O consumidor, agora mais cético e exausto, busca refúgio em microcomunidades e círculos de confiança restritos. Dentro dessa dinâmica, a Geração Z assume o protagonismo ao impor um pragmatismo que pune a hipocrisia institucional. Para esses jovens, a coerência entre discurso e prática é inegociável, o que torna a reputação das empresas um ativo extremamente volátil e dependente de comportamentos reais, não apenas promessas de marketing.

Everton Schultz, líder do grupo Untold|, reforça que a mudança no sistema de influência é profunda e irreversível. “Entender esse estado de espírito é crucial para qualquer líder de negócio hoje. Marcas e instituições perderam o controle da conversa. Vivemos em um Brasil em tensão, e emerge um novo sistema de influência, com protagonismo nítido da Geração Z”, afirma o executivo.

O estudo conclui que, para serem relevantes em 2026, as marcas precisam atuar como redutoras de atrito na vida do consumidor. Em vez de disputarem atenção por meio do volume, as estratégias vencedoras serão aquelas que oferecerem segurança, clareza e transparência. Em um mercado onde a confiança é a moeda mais valiosa, o desafio das organizações passa a ser a construção de um legado de autenticidade em meio ao ruído permanente.

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JoomPulse e Alexandre Nogueira firmam parceria para profissionalizar uso de dados no e-commerce brasileiro

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A competitividade acirrada no ecossistema de marketplaces no Brasil está forçando uma mudança de paradigma entre os vendedores. Em um cenário onde a intuição cede espaço à precisão analítica, a JoomPulse, plataforma de análise de dados baseada em inteligência artificial, anunciou uma colaboração estratégica com Alexandre Nogueira, especialista e fundador da Universidade Marketplaces. O objetivo é capacitar milhares de sellers a utilizarem tecnologia de ponta para decisões críticas de precificação, sortimento e logística.

A iniciativa ganha tração com o anúncio de uma turnê nacional liderada por Nogueira, que percorrerá 12 cidades ao longo de 2026. A expectativa é impactar diretamente entre 1.5 mil e 2 mil empreendedores, levando conhecimento técnico a polos que vão além do eixo tradicional das capitais, alcançando cidades como Bauru, Araçatuba, Limeira e Franca, além de metrópoles como Curitiba, Salvador e São Paulo.

O movimento ocorre em um momento de números vultosos para o setor. O Brasil consolida sua posição como o maior mercado de e-commerce da América Latina, tendo movimentado US$ 35 bilhões em 2024, com projeções que apontam para a marca de US$ 113 bilhões até 2029. No entanto, o crescimento traz consigo o aumento da saturação e a compressão de margens.

Para Alexandre Nogueira, a falta de embasamento técnico é o principal gargalo para a sustentabilidade dos negócios digitais. “Em muitos casos, os vendedores ainda escolhem produtos com base na intuição — e é aí que perdem dinheiro. Entender demanda, concorrência e margens reais deixou de ser diferencial e passou a ser essencial para quem quer se manter competitivo”, alerta o especialista.

A parceria foca em treinar os vendedores para o uso de ferramentas de Business Intelligence aplicadas ao dia a dia operacional. Isso inclui a identificação de nichos de mercado com alto potencial, antecipação de tendências sazonais, cálculo milimétrico de margens líquidas (considerando taxas e fulfillment) e o monitoramento em tempo real da concorrência.

Para a JoomPulse, que já possui uma base de mais de 30 mil vendedores no Mercado Livre, a colaboração é um passo fundamental para o que chamam de democratização da informação. Ivan Kolankov, CEO da JoomPulse, reforça que a tecnologia deve ser um equalizador de forças no mercado. “O acesso a dados de qualidade ainda é desigual no ecossistema de sellers. Nosso objetivo é reduzir essa diferença, permitindo que mais vendedores tomem decisões informadas — e não apenas grandes operações”, pontua Kolankov.

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