Empresa
JK Iguatemi traz a magia do Natal por meio de experiência omnichannel para os seus clientes

A temporada natalina do JK Iguatemi se inicia em novembro com a sua decoração e o tradicional Papai Noel de Bike na fachada do empreendimento. A novidade deste ano é que as ações no ambiente digital ganharão ainda mais relevância e estarão integradas com as ativações que serão encontradas no empreendimento.
A magia também estará presente na história envolvendo o Papai Noel e outros personagens característicos dessa data, de modo que as crianças poderão se envolver com essa aventura tanto no shopping, como no site iguatemi.com.br/natal. Além disso, QR-Codes espalhados pelo empreendimento convidam os clientes para que, utilizando a câmera do celular, tenham acesso a filtros especiais do Instagram, promovendo uma interação ainda mais especial via Realidade Aumentada.
E como o bom velhinho esse ano estará em sua casa no Polo Norte, o ambiente digital foi a maneira que o shopping encontrou para que as crianças pudessem enviar suas cartinhas para o Papai Noel. A dinâmica será muito simples, sendo que as mensagens serão encaminhadas via Direct Message no Instagram @jkiguatemi. Com foco na experiência online, mas ainda personalizada, o agradecimento aos pequenos virá no formato virtual em vídeo, também via Instagram.
“Esse é um dos períodos mais importantes do varejo e estamos preparados para atender nossos clientes com todos os cuidados que este novo momento exige, sem deixar de lado a magia e toda a beleza que a data traz. Este ano, nosso Natal será marcado por ativações que extrapolam o ambiente físico, com surpresas também no ambiente digital, entregando uma experiência integrada e multicanal para o nosso cliente”, conta Alexandre Biancamano, diretor de marketing da Iguatemi Empresa de Shopping Centers.
A solidariedade característica da data também fará parte da campanha desse ano. Com a temática “Neste Natal, seja o Papai Noel de alguém”, a rede de shopping centers convida os clientes a abraçarem uma corrente do bem. Para tornar a dinâmica mais ágil e acessível, as doações poderão ser feitas de maneira online por meio do aplicativo Iguatemi One ou pelo site do shopping Iguatemi São Paulo (https://iguatemi.com.br/jkiguatemi). O valor arrecadado será destinado para as instituições Santa Casa, Projeto Ancora, Instituto C e Instituto Reciclar. A programação natalina também marcará presença no Iguatemi Daily, plataforma digital de conteúdo da marca no Instagram.
Na promoção Compre e Ganhe de 2020, o JK Iguatemi irá presentear os seus clientes com um brinde exclusivo da Chocolat du Jour. Os visitantes que fizerem compras a partir de R$ 750,00, entre 11 de novembro e 24 de dezembro, ganharão um panetone au chocolat. Para participar, basta apresentar o cupom fiscal das compras realizadas nas lojas participantes durante o período da promoção no Posto de Troca – localizado no Piso 2. O limite diário é de 02 itens por CPF durante todo o período da promoção ou disponibilidade do estoque. O cliente American Express, que pagar todas as suas compras com cartão AMEX, irá ganhar mais um presente, uma caixa de bombons sortidos da Chocolat du Jour.
A omnicanalidade também está presente no marketplace Iguatemi 365, sendo uma excelente opção de compra para a data, com mais de 350 marcas e 15 mil produtos disponíveis. Na plataforma, os clientes podem encontrar uma grande variedade de artigos de moda, decoração, acessórios, perfumes, vinhos, livros, tecnologia e arte – tudo com a curadoria característica da marca Iguatemi. Para conferir as novidades, é só acessar www.iguatemi365.com.
Empresa
Pré-Black Friday: Novembro já registrou 15 milhões de compras online e mais de 117 mil tentativas de fraude evitadas até quinta-feira, segundo Serasa Experian

A Black Friday, que antes se concentrava na última sexta-feira de novembro, hoje movimenta o varejo ao longo de todo o mês. Entre 1º e 26 de novembro, a Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, detectou 15.057.286 pedidos realizados no e-commerce brasileiro, que somaram R$ 8,5 bilhões em transações. Deste total, 117.968 foram identificados como tentativas de golpes, barradas tecnologias antifraude da companhia. Se efetivadas, poderiam ter causado perdas de até R$ 104.329.618,28 para lojistas e consumidores. O levantamento reforça a importância de estratégias robustas de autenticação e segurança.
Segundo dados da datatech, na semana da Black Friday de 2024 foi registrado um aumento de 260% na criação de páginas de phishing em comparação às demais semanas do mês. O método é um tipo de golpe digital em que criminosos simulam sites ou comunicações oficiais de empresas para enganar os usuários e capturar dados sensíveis, como senhas e informações de pagamento. Diante da expectativa de movimentação intensa no e-commerce em 2025, o alerta permanece: este é o momento em que o consumidor deve redobrar os cuidados com a segurança online.
Dicas para empresas:
• Estabeleça políticas internas de segurança da informação e oriente colaboradores sobre boas práticas, como o uso de senhas fortes e a participação em treinamentos de conscientização.
• Adote criptografia na transmissão de dados para proteger informações sensíveis de clientes e da empresa contra interceptações.
• Implemente soluções antifraude para minimizar riscos financeiros e reputacionais. Contar com especialistas e tecnologias dedicadas torna sua empresa mais preparada para lidar com golpes sofisticados.
• Utilize a prevenção em camadas como estratégia central. Ferramentas combinadas atuam em diferentes pontos da jornada digital e são essenciais diante da evolução constante das fraudes.
• Invista em soluções que se atualizem continuamente, garantindo a veracidade dos dados e maior resiliência contra novas ameaças.
• Conheça o comportamento do seu usuário e reduza fricções na jornada digital, sem comprometer a segurança.
• Trate a prevenção à fraude como fator de competitividade: soluções bem orquestradas aumentam a segurança, reduzem perdas e melhoram a experiência de compra.
O levantamento realizado considera somente as transações realizadas entre 1 e 26/11/2025 analisadas pela Serasa Experian.
Empresa
Tirania da média na Black Friday: Por que métricas agregadas escondem prejuízos reais

A Black Friday é um dos poucos consensos do e-commerce brasileiro: todos fazem, os consumidores esperam e as metas do último trimestre dependem disso. Por isso, mais do que decidir participar, o desafio está em estruturar ações que gerem volume sem cair na perigosa ‘Tirania da Média’ — campanhas que geram vendas imediatas a um custo médio aceitável, mas comprometem a rentabilidade futura ao mascarar o desempenho individual de cada canal.
“O cenário está posto. Consumidores condicionados a esperar descontos, concorrência acirrada e todas as marcas disputando atenção ao mesmo tempo”, afirma Caio Motta, cofundador da Elementar Digital, agência de marketing especializada em performance orientada por dados. “Marcas que não participam perdem relevância e market share. O desafio real é jogar bem esse jogo de maneira analítica – e isso começa muito antes do desconto chegar no site.”
Nesse contexto, um dos principais equívocos ainda é analisar o período apenas por métricas agregadas, como CAC (Custo de Aquisição de Cliente) médio, ROAS (Retorno sobre o Gasto com Anúncios) geral ou faturamento total. Segundo Motta, essa leitura consolida demais a performance e esconde o que realmente funciona.
“Um Custo de Aquisição de Cliente (CAC) médio de R$ 80,00 pode parecer aceitável. No entanto, ao analisar os dados por grupos específicos de clientes (cohorts), você pode descobrir que clientes atraídos na Black Friday por um canal em particular têm um CAC de R$ 60, mas nunca mais compram. Por outro lado, clientes com um CAC de R$ 100 podem fazer novas compras em 45 a 60 dias”, detalha Felix Bohn, sócio da agência. Fica claro, então, que é essa análise detalhada e segmentada que diferencia uma Black Friday que apenas desperdiça dinheiro de outra que realmente forma uma base de clientes sólida.”
A partir desse entendimento, a mídia de performance passa a ser uma alavanca estratégica, não apenas tática. “Muitas marcas aumentam budget de forma linear em todos os canais esperando retorno proporcional. Não funciona assim”, comenta Motta. Ele reforça que a alocação deve ser guiada por dados históricos – quais canais, públicos e formatos trouxeram clientes de maior valor e maior lift de vendas. Além disso, a estrutura de funil precisa ser respeitada: campanhas de awareness não podem ser medidas com o mesmo ROAS de campanhas de conversão direta. Como resume Bohn, “é preciso ter paciência no topo do funil e ser cirúrgico no fundo.”
Entretanto, mesmo a estratégia de mídia mais sólida não se sustenta se a operação não acompanha. Atrasos na entrega, rupturas de estoque e instabilidades no site se transformam rapidamente em detratores, e esse custo, segundo os especialistas, é muito maior do que uma venda perdida. “A gente vê isso todo ano: marcas que explodem em vendas na sexta-feira e, na segunda, já estão apagando incêndio no SAC”, comenta Motta. Testes de carga, estoques planejados com margem de segurança e logística dimensionada para cenários extremos são, portanto, medidas essenciais para proteger margem e reputação.
A visão de curto prazo também impede que as marcas enxerguem o verdadeiro impacto da Black Friday. Para os profissionais, o sucesso do período não se mede em novembro, mas em março, junho e até o próximo novembro. “Todo mundo comemora quando bate a meta de faturamento, mas o jogo real acontece depois”, diz Bohn. Ele explica que é preciso monitorar quantos clientes adquiridos na Black Friday recompram no ano seguinte, qual foi o LTV (Lifetime Value) desse cohort comparado ao de períodos normais e qual a taxa de churn (perda de clientes ou receita) em seis meses. Essa disciplina é o que diferencia marcas que tratam a data como liquidação daquelas que a utilizam como aquisição estratégica.
Quando essa visão orientada por dados se consolida, aliada a mídia inteligente, operação preparada e promessas que a marca consegue cumprir, a Black Friday deixa de ser apenas um pico de vendas e passa a funcionar como alavanca real de crescimento. “A diferença está em trocar o imediatismo por visão de longo prazo”, resume Bohn. “Quando você estrutura a estratégia pensando no contexto de longo prazo, não em transações isoladas, equilibra volume com qualidade de cliente. E aí sim a Black Friday vira o que deveria ser: um acelerador do negócio”, conclui.









You must be logged in to post a comment Login