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IZA se une a novos talentos da música em série inédita de Devassa no Globoplay

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A representatividade dos subúrbios brasileiros para a música mainstream conduz o roteiro da nova série “Criatividade Tropical: Abre as Portas para o Gueto”. No audiovisual, a cantora IZA cocria uma canção inédita junto a nove músicos regionais, com a participação de produtores e artistas renomados, para a marca de cerveja Devassa. O seriado, que é estruturado em quatro episódios, está disponível gratuitamente para não-assinantes do Globoplay.

No primeiro episódio, IZA reflete sobre as barreiras que os músicos da periferia têm para alcançar notoriedade, embora a música desenvolvida por eles esteja em evidência. Os talentos do projeto falam sobre suas origens (conheça-os abaixo). O segundo episódio captura masterclass do Carlinhos Brown com os talentos sobre a história da música. O multiartista baiano comenta sobre as origens do gênero pop no Candomblé e a cobrança pela estrutura linguística na música periférica.

Os talentos estruturam rimas, poesia, refrão, estrofes e melodia no terceiro episódio, com a colaboração criativa da cantora e compositora baiana Larissa Luz e da IZA. No episódio final, os talentos gravam voz e instrumentos individualmente em uma sessão única no estúdio Toca do Bandido, localizado no Rio de Janeiro, com produção musical de Sérgio Santos e Pablo Bispo. A faixa, que transita pelo pagode baiano, o afrobeat e o funk carioca, deverá ser lançada por Devassa nas plataformas de streaming junto com videoclipe.

O time de talentos escalados para o projeto é formado pela rapper Stefanie (SP), que já colaborou com MV Bill, Rincon Sapiência, entre outros nomes do hip hop nacional; Leo Oliveira (BA), percussionista que já foi músico acompanhante do Denny Denan, atual vocalista do Timbalada; e Nanny Santos (BA), percussionista que já desfilou no Cortejo Afro, tradicional bloco do carnaval de rua de Salvador. Continua com o violonista Melk (BH); o contrabaixista Ítalo Viana (PB); o cantor e compositor Lukinhas “LK”, que assina a coautoria do recém lançado single ‘A Queda’ da cantora Glória Groove; a atriz e compositora Sabrina Azevedo (RJ); o cantor e compositor Rafael Rocha (BA) e a violonista Izandra Machado (RS).

O seriado é idealizado pela agência HNK Lab e conta com produção da Trace Brasil, ecossistema pioneiro na criação audiovisual afrourbana no país, com produção executiva e criativa de Alberto Pereira Jr, Head de Produção e Conteúdo da Trace. A plataforma selecionou um time de mulheres negras para o comando da série, com direção da Aisha Mbikila, pós-produção e finalização de Mia Lab, além de assistentes de direção e roteirista pretas. A obra tem curadoria de talentos da Digital Favela e estratégia e execução de mídia digital da iProspect (Red Star).

Esta é a primeira vez que uma empresa 100% focada em conteúdo negro produz uma série dessa magnitude para uma grande marca como Devassa, tendo como artista principal uma das maiores cantoras da atualidade no Brasil, para exibição em uma plataforma tão relevante como é o Globoplay. A união de Devassa, Trace Brasil, IZA e Globoplay mostra o avanço da pauta racial e a importância de empoderar e dar visibilidade aos talentos negros e periféricos, um compromisso para além do entretenimento.

As filmagens foram realizadas em agosto, a partir do avanço da vacinação contra a Covid no Rio de Janeiro, seguindo os protocolos de segurança. Os bastidores da série e as novidades sobre o lançamento da música serão divulgadas no criatividadetropical.devassa.com.br e Instagram.com/Devassa.

 

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Ubrafe obtém liminar na Justiça Federal que reduz retenção de imposto de renda sobre dividendos de associadas

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A União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) obteve uma liminar favorável junto à Justiça Federal do Distrito Federal que reduz a alíquota de retenção do Imposto de Renda (IR) incidente sobre lucros e dividendos distribuídos a sócios pessoas físicas. A medida beneficia as empresas associadas à entidade em todo o país e abrange repasses mensais compreendidos na faixa entre R$ 50 mil e R$ 100 mil.

Concedida no âmbito do Mandado de Segurança Coletivo nº 1109346-72.2026.4.01.3400, em trâmite na 4ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária do DF, a decisão visa alinhar a retenção na fonte à alíquota projetada na declaração de ajuste anual, evitando a antecipação excessiva de tributos e preservando a liquidez das operações do setor de eventos.

“A decisão permite que a retenção de IR sobre pagamentos mensais entre R$ 50 mil e R$ 100 mil acompanhe a tributação anual projetada, reduzindo a antecipação de valores que poderiam permanecer retidos até o ajuste anual. A medida beneficia as associadas da Ubrafe independentemente do regime tributário, enquanto a questão específica da dupla tributação no lucro presumido será analisada na sentença”, explica Alessandro Ragazzi, advogado responsável pelo acompanhamento jurídico da entidade.

Para a aplicação da liminar, as companhias filiadas devem manter arquivados o comprovante de associação e a cópia da decisão judicial, orientando o processo de escrituração contábil até a consolidação da declaração de ajuste anual.

“A atuação da Ubrafe busca justamente identificar questões que impactam diretamente as empresas do setor e buscar soluções que tragam mais segurança e previsibilidade para os associados. Neste caso, a decisão evita que uma retenção mensal de 10% gere um desembolso antecipado maior do que o imposto que poderá ser efetivamente devido no ajuste anual, preservando recursos importantes para a operação das empresas”, destaca Paulo Octávio Pereira de Almeida (P.O.), presidente-executivo da Ubrafe.

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Apro+Som fortalece atuação em direitos autorais, internacionalização e regulamentação da produção sonora nacional

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O setor audiovisual brasileiro vivencia um paradoxo histórico: embora o som represente metade da experiência de qualquer obra, sua produção ainda busca equivalência institucional, econômica e criativa em relação à imagem. Para transformar o reconhecimento do áudio em novas oportunidades de negócios, remuneração e projeção internacional, a Associação Brasileira das Produtoras de Som (Apro+Som), sob a liderança de sua presidente Bia Ambrogi, tem intensificado sua agenda de ações e articulações institucionais.

À frente da entidade desde 2022, Ambrogi vem liderando diálogos estratégicos com o poder público e entidades do setor. Uma das frentes prioritárias é a viabilização da arrecadação de direitos autorais e patrimoniais pela execução pública de obras sonoras na publicidade. A partir de conversas com a Secretaria de Direito Autoral e Intelectual, a entidade identificou a inexistência de impedimentos legais para essa cobrança, iniciando a estruturação do modelo junto às entidades de gestão coletiva.

“A possibilidade de arrecadação pode criar uma nova fonte de remuneração para autores e profissionais envolvidos na produção sonora e, ao mesmo tempo, reforçar o reconhecimento do valor econômico do áudio dentro da cadeia audiovisual. Durante muito tempo, ele foi tratado como complemento da imagem, quando, na verdade, são duas linguagens que se unen para formar uma obra. Nosso trabalho é fazer o mercado reconhecer, valorizar e remunerar essa metade”, afirma Bia Ambrogi.

No âmbito internacional, a associação estrutura a iniciativa Áudio Brasil, voltada à exportação da produção sonora nacional em parceria com ApexBrasil e Sebrae. A entidade também integra o movimento Brasil para o Mundo (BPOM), do qual Ambrogi é cofundadora, com foco na geração de negócios e contratos internacionais para a economia criativa. No ambiente de premiações globais, a presidente destaca como avanço a inclusão, na edição de 2026 do festival El Ojo de Iberoamérica, da categoria dedicada à melhor produtora de áudio e som da região.

A atuação abrange ainda frentes legislativas no Congresso Nacional. A Apro+Som acompanha o Projeto de Lei 1.776/2025, conhecido como “Pague em 15”, que propõe o teto de 15 dias corridos para pagamentos de contratos de até R$ 200 mil no setor criativo, e participa ativamente da Frente IA Responsável nos debates sobre o Projeto de Lei 2.338/2023, defendendo a transparência, o consentimento e a remuneração pelo uso de obras no treinamento de ferramentas de inteligência artificial.

Para os próximos anos, o plano de trabalho da entidade prevê a criação de uma base de dados consolidada da produção sonora brasileira, a implementação de guias de boas práticas e a realização do primeiro Fórum de Produção Sonora.

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