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Itaú fecha parceria com streamer brasileiro para amplificar atuação na área de games

No meio gamer, ele é uma unanimidade. Dono de recordes de audiência em lives (já transmitiu para 710 mil pessoas simultâneas, o equivalente a mais de 10 Maracanãs lotados), exemplo de superação e referência para milhares de criadores de conteúdo. Agora, Alexandre Borba Chiqueta, o Gaules, vai levar o game ainda mais longe com o Itaú.
A parceria entre o streamer e o Itaú é mais um passo no objetivo de transformar o cenário de games no Brasil dentro da plataforma #IssoMudaOGame – que desde 2021 vem posicionando o banco do universo dos jogos eletrônicos de maneira orgânica. De saída, Gaules e sua Tribo (como é chamada a comunidade de seguidores que acompanha suas lives) participarão da cocriação de produtos e serviços voltados para os gamers – como um cartão exclusivo do Player’s Bank, a conta digital do Itaú destinada ao público gamer.
Todo o processo de cocriação será feito diretamente por um canal exclusivo do Player’s Bank no Discord, que poderá ser acessado, após o cadastro na página, neste link. Lá, os membros terão contato com outros inscritos e poderão participar de ações exclusivas voltadas para a Tribo.
“Sempre fico atento no quão os parceiros realmente abraçam a nossa comunidade, nosso público é muito focado em nosso lema “Tribo ajuda Tribo”, então as marcas precisam fazer parte disso. O Itaú tem essa mesma pegada, sabem que não estão sozinhos e pensam na comunidade como um só organismo, isso me deixa extremamente feliz em tê-los como membros da Tribo”, afirma Gaules.
Para o head de Games, eSports e Metaverso do Itaú Unibanco, Luiz Alberto Fiebig “Tatu”, a parceria ganha ainda mais peso e relevância para o Itaú pelo que os games representam na vida de Gaules e dos membros da tribo que o acompanha diariamente. “É uma parceria que fortalece a comunidade gamer de modo geral, porque o Gaules é uma referência mundial e materializa tudo o que acreditamos sobre como os games podem transformar a vida das pessoas. São iniciativas como essa que nos levarão para outro patamar e ajudarão a de fato mudar o game e o cenário de esportes eletrônicos”, enfatiza.
Para o anúncio dessa parceria, Itaú e Gaules criaram um vídeo animação e uma campanha de comunicação produzida pela Agência Druid divulgado nas redes sociais da marca e canais do Gaules.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








