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ISC Brasil anuncia nova data para realização do evento

15ª edição será realizada de 30/09 a 2/10, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP)
Em decorrência da situação mundial do novo Coronavírus, COVID-19, a 15ª edição da ISC Brasil acontecerá de 30 de setembro a 2 de outubro de 2020, no mesmo local, Expo Center Norte, em São Paulo.
A ISC Brasil tem um forte relacionamento com as mais importantes entidades de classe e parceiros de mídia do setor da Segurança. Em conversa prévia de alinhamento, todos aprovaram o adiamento do evento em função do contexto atual. “Nós temos uma responsabilidade com o setor. É em momento como este que precisamos estar próximos de todos, sempre com confiança e transparência. Nosso foco é trabalhar para a retomada da indústria de segurança, contribuindo para conectar as soluções dos expositores com as necessidades dos visitantes, seja de forma presencial ou virtual, por meio das nossas ferramentas de matchmaking e rodadas de negócio”, afirma Thiago Pavani, responsável da ISC Brasil.
A ISC Brasil agradece à FENAVIST (Federação Nacional da Empresas de Segurança e Transporte de Valores), ao SESVESP (Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Segurança Eletrônica do Estado de São Paulo), à ABSEG (Associação Brasileira de Profissionais de Segurança), à ASIS International, à ABINEE (Associação Brasileira da Industria Elétrica e Eletrônica), à ABIMDE (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança), ao SIESE-SP (Sindicato das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança do Estado de São Paulo), ao CNCG (Conselho Nacional dos Comandantes Gerais da PM e CBM), à Revista Segurança Eletrônica, à NetSeg, e à Revista Segurança Estratégica pelo apoio e colaboração nesta tomada de decisão.
“Estamos comprometidos, juntamente com nossos parceiros, em oferecer um evento bem-sucedido para nossos expositores, com conteúdo técnico e estratégico e presença de público qualificado”, afirma Luiz Bellini, diretor de portfólio da Reed Exhibitions Brasil. A força da ISC Brasil está na presença de gestores de segurança, usuários finais, grandes integradores, Comandantes-Gerais das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares e líderes do governo que compõem toda a comunidade de Segurança no Brasil, oferecendo uma oportunidade excepcional e diferenciada para o desenvolvimento de negócios das empresas e seus clientes, por meio da Super Agenda de Negócios, soluções de recomendações, matchmaking e Rodada de Negócios.
A organização da ISC Brasil acredita que a feira tem uma responsabilidade com a retomada da indústria de segurança, em um momento de extrema importância para alavancar o setor e contribuir ativamente para o engajamento, networking e aceleração dos negócios dos setores da Segurança Eletrônica, Segurança Privada e integração com a Segurança Pública.
“Após a crise provocada pelo vírus, as empresas precisarão de incentivos e suportes para retomarem a atividade. Ao adotar essa postura, a ISC Brasil, desde já, garante a sua contribuição à retomada da economia para o segmento que gera milhares de empregos, sendo um dos maiores pagadores de impostos do país”, analisa o presidente da FENAVIST, Jeferson Nazário.
O presidente da ABSEG, Marco Antonio Lopes salienta importância da ISC Brasil para o setor da Segurança no país. “Não temos dúvidas do sucesso desta feira. Cada vez melhor, com mais conteúdo, mais tecnologia, melhor visitada e cada ano aumentando o número de participantes. A ABSEG se sente feliz com essa parceria da ISC Brasil e também com as outras entidades no mercado de segurança. A ISC Brasil se firmou como a Feira da Segurança Privada no Brasil. O crescimento, a atenção dedicada ao setor e o conteúdo é tudo muito importante. Temos gente hoje vindo do Brasil inteiro e de outros países para visitar a ISC aqui em São Paulo”.
Para Roberto Coletti, Chairman da ASIS International no Brasil, entidade responsável por certificações internacionais de gestores de segurança “A sinergia que teremos este ano na ISC Brasil será um marco para o desenvolvimento da cultura de segurança no mercado brasileiro. Precisamos elevar o nível dos profissionais do setor e conectá-los com as melhores práticas da indústria”.
A equipe da ISC Brasil está à disposição nos canais de atendimento para esclarecimento de qualquer dúvida, através do e-mail [email protected] ou do telefone (11) 3060-4717. Todas as atualizações sobre o evento podem ser acessadas no site: www.iscbrasil.com.br
Evento: ISC Brasil 2020
Data: 30 de setembro a 02 de outubro de 2020
Horário: das 13h às 20h
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
Informações: https://www.iscbrasil.com.br/
Eventos
Ubrafe reúne principais lideranças do setor em Mendoza para discutir os próximos 40 anos da indústria de eventos

A Ubrafe (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios) realiza, entre os dias 25 e 28 de junho de 2026, a quarta edição do CEO Weekend. O encontro exclusivo é voltado aos principais tomadores de decisão do mercado de feiras comerciais, congressos e centros de convenções do Brasil. Desta vez, a iniciativa internacionaliza sua proposta e desembarca em Mendoza, na Argentina, um dos polos mais expressivos para o turismo de negócios e experiências corporativas da América do Sul.
Desenvolvido para funcionar como um ambiente de relacionamento e troca qualificada de alto nível, o evento busca estreitar os laços entre os associados da entidade, promover debates estratégicos sobre os rumos do setor e alinhar agendas conjuntas voltadas ao fortalecimento e desenvolvimento da indústria no cenário nacional.
O ponto alto da programação será a reunião fechada entre os executivos, que colocará em pauta a representatividade institucional do segmento e os desafios de infraestrutura para as próximas décadas. Os líderes usarão o encontro para projetar uma visão de futuro para os próximos 40 anos do setor.
Para embasar as discussões e nortear as tomadas de decisão, as lideranças analisarão dois importantes levantamentos de mercado. O primeiro é o 3º Dimensionamento Econômico da Indústria de Eventos no Brasil, lançado recentemente pelo Sebrae e pela ABEOC Brasil, que teve a participação direta da Ubrafe na coleta de dados. O segundo documento é uma pesquisa inédita encomendada pela entidade à consultoria alemã JWC Consulting, que mapeou as principais venues brasileiras dedicadas à geração de novos negócios.
Na visão da entidade, ações focadas em networking executivo são vitais para a sustentabilidade de uma indústria que atua como motor para diversos setores da economia, gerando milhares de empregos e atraindo inovações globais para o país.
Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, detalha a proposta do encontro internacional. “O CEO Weekend é uma oportunidade para que os principais executivos do setor possam discutir tendências, compartilhar experiências e construir, de forma colaborativa, soluções para os desafios do mercado. Mais do que um encontro de relacionamento, trata-se de um espaço estratégico para pensar o futuro da nossa indústria.”
Consolidado no calendário oficial da instituição, o CEO Weekend reúne anualmente promotores de feiras, diretores de pavilhões de exposições, fornecedores estratégicos e prestadores de serviços do ecossistema de live marketing de negócios. Em suas edições anteriores, a imersão corporativa já passou por destinos nacionais importantes, como Socorro (SP), Recife (PE), no Hotel Novotel Marina, e Rio de Janeiro (RJ), reforçando seu papel de integração regional.
Eventos
Mercado de eventos e live marketing projeta cifras bilionárias com o maior ciclo de investimentos da história do mundial

A Copa do Mundo de 2026 está engatilhando um dos ciclos de investimentos mais robustos da história do mercado global de experiências e brand experience. Impulsionado pela expansão inédita para 48 seleções e pela projeção da FIFA de arrecadar mais de US$ 10 bilhões em receitas globais, o torneio redefine as réguas do setor. Dados oficiais da entidade máxima do futebol apontam que os patrocínios devem romper a barreira dos US$ 2,8 bilhões, enquanto os direitos de transmissão devem cravar US$ 4,2 bilhões. O impacto macroeconômico global, que abarca gastos diretos com turismo, hospitalidade e ativações de marca, é estimado em impressionantes US$ 80 bilhões. Sob uma ótica complementar, projeções do Bank of America indicam uma injeção de US$ 41 bilhões (cerca de R$ 225 bilhões) na economia global, oxigenando cadeias como hotelaria, alimentação, serviços e eventos.
Para Evandro Monteiro, CEO da Origami Marketing e Eventos, a competição funciona como um supercombustível para o mercado de live marketing, impulsionada por uma combinação rara de fatores psicológicos e comerciais. “Durante a Copa, a atenção do público se concentra como em poucos outros momentos, com audiências massivas e altamente engajadas. Ao mesmo tempo, o componente emocional do futebol encurta a distância entre marcas e consumidores, influenciando diretamente decisões de consumo. Soma-se a isso o comportamento coletivo, com jogos assistidos em grupo, encontros e celebrações, que impulsiona a demanda por eventos, ativações e experiências compartilhadas”, avalia Monteiro.
Na prática do mercado, grandes players mundiais utilizam historicamente o torneio como uma plataforma de relacionamento de longo prazo. No Mundial de 2022, no Catar, a Budweiser transformou adversidades regulatórias em um case de relações públicas e engajamento. Mesmo diante do veto à comercialização de bebidas alcoólicas no perímetro das arenas, a marca redirecionou seus esforços para o desenvolvimento de fan zones urbanas, eventos simultâneos em múltiplos países e estratégias com influenciadores fora dos estádios, expandindo o tempo de tela e gerando milhões de interações digitais.
No cenário nacional, o mercado corporativo responde com o mesmo vigor. A Heineken, por exemplo, vem consolidando sua presença por meio de ativações premium e ações de hospitalidade, conectando transmissões exclusivas em ambientes cenográficos a encontros de negócios de alto padrão. Já o Itaú Unibanco trata o esporte como uma ferramenta de fidelização contínua. Em períodos de torneio, a instituição financeira intensifica ações de relacionamento, eventos proprietários e experiências físicas personalizadas para blindar sua base de clientes e humanizar seus serviços financeiros. “Ciclos como o da Copa do Mundo aceleram a conexão entre marcas e público. Os jogos duram apenas 90 minutos, mas uma experiência bem executada pode gerar impacto por anos. Por isso, é fundamental aproveitar esse momento para investir em estratégias capazes de criar conexões reais, fortalecer relacionamento e gerar resultados concretos para o negócio”, defende o CEO da Origami.
O Brasil reúne o ecossistema ideal para potencializar essa engrenagem econômica, combinando uma alta afinidade cultural com o esporte, a presença massiva de multinacionais e um mercado de prestação de serviços maduro. Prova disso é que o setor de eventos e entretenimento faturou R$ 25,33 bilhões apenas no primeiro bimestre de 2026, de acordo com o Radar Econômico da ABRAPE (Associação Brasileira dos Promotores de Eventos). Durante a Copa, esse fluxo acelera drasticamente do topo da pirâmide aos fornecedores locais. No último Mundial, o setor de bares e restaurantes anotou uma alta de 30% no faturamento logo na primeira semana de jogos, segundo a Abrasel, impulsionado por confraternizações corporativas e exibições públicas. “Também ganham força as experiências exclusivas, especialmente voltadas à fidelização de clientes premium, com ações desenhadas para oferecer diferenciação e proximidade. Essa combinação amplia o impacto das iniciativas e prolonga seus efeitos para além do momento do evento”, complementa Monteiro.
Para os ciclos atuais e futuros, a inteligência analítica assume a posição de camisa 10 nas estratégias das agências. O especialista aponta que a tendência para o mercado de brand experience caminha para um modelo de ativação cirúrgico, pautado por dados, customização e tecnologia de ponta. “A tendência para as próximas Copas do Mundo é de eventos cada vez mais integrados à tecnologia, dados e personalização. O uso de inteligência artificial, plataformas digitais e análise de comportamento permite compreender melhor o público, ajustar experiências em tempo real e direcionar ações mais personalizadas e individualizadas, com maior precisão e potencial de retorno para as marcas”, afirma Monteiro.
Essa transformação reposiciona o papel das feiras, camarotes e ativações, que deixam de ser meras vitrines de logotipo para atuar como plataformas híbridas de geração de negócios. Ao cruzar ferramentas de inteligência artificial, análise de dados e mecânicas de interação omnichannel, as produtoras conseguem qualificar os leads, estendendo a conversão e a fidelização para as etapas pré e pós-evento presencial. “Se antes os eventos eram planejados principalmente para dar visibilidade às marcas, hoje eles são avaliados com muito mais rigor. Nesse cenário econômico mais desafiador, as empresas buscam garantir retorno concreto sobre o investimento (ROI), integrar os eventos a outros canais, como digital e CRM, e medir com mais precisão os resultados gerados, como engajamento, geração de leads e impacto nos negócios”, conclui o executivo da Origami.
O horizonte para as empresas que investem na emoção do consumidor é promissor e de longo prazo: globalmente, o mercado de marketing experiencial deve movimentar US$ 71,22 bilhões até o ano de 2035, segundo dados compilados pela Business Research Insights, chancelando a força do setor como ferramenta indispensável para a sobrevivência e crescimento das marcas na mente das pessoas.









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