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Ipanema lança concurso para artistas mulheres estamparem uma edição especial da sandália com suas artes

Com curadoria e produção de diversos projetos disruptivos e internacionais que garantiram visibilidade para artistas ao longo de quase uma década de atuação, em 2020, o Instagrafite lançou o WOW – Women On Walls – o primeiro programa internacional gratuito de capacitação e profissionalização para mulheres artistas visuais de países de língua portuguesa.
Contemplando mentoria, acompanhamento e aulas online ministradas por artistas, curadoras e articuladoras mulheres consagradas do mercado das artes, em sua 2ª edição, o WOW traz a pluralidade do universo feminino, não só em suas convidadas e temáticas, mas também na seleção das alunas, e conta com o patrocínio das Sandálias Ipanema, reforçando ainda mais o conceito de “Art is female”.
A Ipanema é uma marca conectada e em movimento, feita por e para mulheres transformadoras, incentivando a liberdade feminina e contribuindo para que as mulheres conquistem seus sonhos e inspirem outras tantas gerações de artistas. Desde 2018, integra artistas mulheres em seus projetos, com participação, por exemplo, das artistas Criola, Ananda Nahu e Nila Carneiro para o lançamento das estampas de suas coleções.
Para aumentar ainda mais as oportunidades que o WOW oferece às novas artistas, a Ipanema lança um concurso para valorizar os talentos femininos que compõe a turma WOW Ipanema 2021, a fim de apoiá-las na inserção no mercado de trabalho, de forma remunerada e com toda a divulgação que a Sandálias Ipanema irá oferecer. Até dia 30 de julho, cada uma das 60 alunas selecionadas de 2021 poderá submeter uma ou mais artes criadas exclusivamente para uma edição especial da sandália da marca. No dia 31 de agosto, a vencedora será revelada no site: https://wowinstagrafite2021.com/ ao final do projeto, e além de ter sua arte estampada na próxima sandália, em 2022, terá remuneração em dinheiro.
O concurso foi lançado durante a aula “Moda com Arte”, em que a Ipanema convidou um time de peso: Daiane Fischer (Gerente de Marca e Comunicação da Ipanema), Luciana Cardozo (Coordenadora de Design da Ipanema) e as artistas da próxima coleção “Arte Conecta” da marca, a baiana Aju Paraguassu, a paulista Naíma Almeida e a pernambucana, radicada no Rio de Janeiro, Juliana Fervo. A aula proporcionou uma conversa sobre a criação de produtos de moda em colaboração com artistas, com explicação de todas as etapas do processo de um projeto: curadoria, briefing, criação, digitalização, estamparia, impressão e realização.
“A relação do WOW 2021 com às Sandálias Ipanema não é meramente de patrocínio. Essa parceria transcende as questões comerciais. A marca Ipanema entende sobre a importância de desenvolvermos um programa deste tipo e como ainda se fazem necessárias iniciativas que valorizem às mulheres, ainda mais no mercado das artes. Não poderia ser um melhor “match”, afirma Marina Bortoluzzi – curadora do WOW – Women on Walls – e também da próxima coleção “Arte Conecta” das Sandálias Ipanema.
“Estamos muito felizes em fazer parte do WOW 2021, um projeto que traduz o movimento de Ipanema com as artistas mulheres desde 2018. A intenção do concurso é tornar essa conexão ainda mais profunda, aumentando o diálogo da marca com artistas mulheres de todo o Brasil, e do mundo, e gerando mais oportunidades para o público feminino”, Daiane Fischer, gerente de marca e comunicação das Sandálias Ipanema.
Além de ser a parceira master no programa 2021, oferecendo também uma aula e o concurso, Ipanema aparece no kit especial criado pelo Instagrafite para todas as alunas e professoras da edição 2, com sandálias da marca de presente para todas as mulheres envolvidas no projeto.
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Netshoes cria circuito proprietário de bares em São Paulo para se conectar ao torcedor por meio do brand experience

Com o objetivo estratégico de estreitar os laços com os apaixonados por futebol durante o Mundial, a Netshoes decidiu tirar o time do ambiente estritamente digital e apostar em cheio na experiência presencial. A gigante do e-commerce esportivo estruturou um circuito proprietário de bares espalhados pela cidade de São Paulo. A operação foi desenhada e executada pela Macunaíma.ag, agência especializada em brand experience, em uma parceria com a agência Gira. Juntas, as empresas transformaram cinco tradicionais estabelecimentos da capital paulista em pontos oficiais de encontro para a torcida ao longo de todo o calendário da competição.
O projeto de live marketing contempla uma série de ativações simultâneas nos bares Orfeu, Seu Justino, Juarez, Posto 6 e Beleléu. A meta é criar uma jornada de consumo totalmente integrada, capaz de amarrar entretenimento de qualidade, forte engajamento de público e presença ostensiva de marca em um dos períodos de maior apelo emocional para os brasileiros.
A iniciativa foi arquitetada para inserir a Netshoes no coração do ritual coletivo de assistir aos jogos fora de casa, dividindo a mesa e os momentos de tensão com os amigos. Para materializar esse conceito, a Macunaíma.ag e a Gira desenvolveram dinâmicas interativas que transformam os balcões e salões desses estabelecimentos em verdadeiras extensões físicas da campanha de comunicação do anunciante. “A Copa do Mundo é um dos poucos momentos capazes de mobilizar milhões de pessoas em torno de uma mesma paixão. Nossa estratégia foi transformar essa energia em experiências memoráveis, criando pontos de contato relevantes entre marca e consumidor em ambientes onde as emoções acontecem de forma genuína”, pontua João Felipe Villanova, CEO da Macunaíma.ag.
Entre os pilares da ativação de trade marketing e relacionamento urbana, destaca-se a criação da Carteirinha do Torcedor Raiz. A mecânica promocional de fidelidade incentiva os clientes a realizarem uma espécie de pub crawl, visitando os diferentes bares integrantes do circuito para acumular selos e carimbos de experiência. Ao completar o desafio, o público pode trocar suas participações por brindes exclusivos produzidos pela Netshoes, incluindo cordões para celular, meias estilizadas, chaveiros, cartelas de adesivos e mini câmeras vintage com design inspirado no universo da bola.
A inteligência da campanha também preencheu as lacunas de tempo entre as transmissões com o Quiz da Seleção. A ativação gamificada testa o conhecimento da mesa com perguntas sobre estatísticas do campeonato, curiosidades históricas dos mundiais e a trajetória da Seleção Brasileira, estimulando a competitividade e a descontração durante os intervalos e no aquecimento pré-jogo.
Cuidando de cada detalhe da jornada do torcedor no ponto de venda, as agências também assinam toda a cenografia e a comunicação visual unificada do circuito. O minucioso projeto de ambientação inclui desde molduras personalizadas para os televisores e telões de transmissão até descansos de copo temáticos, copos americanos estilizados, baldes de gelo, porta-garrafas, windbanners na calçada, barris cenográficos e mesas bistrô totalmente customizadas. A tática garante que a marca esteja presente de maneira orgânica em todos os pontos de contato visual, gerando alto potencial de compartilhamento nas redes sociais e fixando a Netshoes como a grande anfitriã da torcida paulistana.
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Computação quântica promete redefinir a personalização e desafia o futuro da economia criativa no Brasil

Enquanto as agências e marcas ainda consolidam suas estratégias baseadas nos impactos da inteligência artificial generativa, os bastidores da tecnologia já movimentam uma nova fronteira que promete chacoalhar o mercado global. Trata-se da IA quântica. Embora ainda restrita a laboratórios de ponta e centros de pesquisa avançados, analistas do setor garantem que o advento dessa nova tecnologia representará um salto disruptivo tão profundo quanto o impacto provocado pelo surgimento do ChatGPT e das ferramentas generativas nos últimos anos.
Se a IA generativa transformou a criação de conteúdo e o modelo multimodal expandiu a interpretação de diferentes linguagens de forma simultânea, a IA quântica chega com a promessa de acelerar o processamento de dados a uma velocidade exponencial. Essa evolução apoia-se em uma arquitetura computacional radicalmente distinta da atual. Em vez dos bits tradicionais, a engrenagem opera por meio de qubits processados por QPUs (Quantum Processing Units), permitindo a análise matemática de múltiplos cenários e volumes massivos de dados ao mesmo tempo. Cálculos complexos que demandariam décadas nos computadores mais potentes de hoje poderão ser desatados em poucos minutos, abrindo horizontes inéditos para a logística, a ciência e, de forma muito particular, para o live marketing e a economia criativa.
Acompanhando de perto essa transição e os desdobramentos regulatórios do setor, Bia Ambrogi, presidente da APRO+SOM (Associação Brasileira de Produtoras de Som), analisa o panorama com o olhar de quem vivencia a intersecção entre negócios e comportamento humano. Atualmente cursando MBA em IA Aplicada a Negócios e pós-graduação em Neurociências e Comportamento na FAAP, a executiva monitora a tramitação do Projeto de Lei 2.338/2023, que visa estabelecer as diretrizes para o desenvolvimento e o uso da IA no Brasil, liderando discussões integradas ao movimento frente IA responsável, que hoje congrega mais de 50 entidades da economia criativa.
Na visão de Ambrogi, o avanço quântico dará às marcas e criadores uma capacidade sem precedentes de leitura de audiência e profundidade analítica. Ao cruzar instantaneamente variáveis culturais, preferências históricas e tendências comportamentais, o sistema conseguirá prever padrões de consumo com precisão cirúrgica. Na prática do entretenimento e das ativações de marca, isso significa que experiências sonoras e audiovisuais poderão se moldar em tempo real de acordo com as reações de cada usuário.
Diferente da IA generativa, que analisa o passado para criar combinações lógicas dentro de um repertório preexistente, a vertente quântica propõe ir além. O sistema terá robustez para processar simultaneamente o nível de atenção do espectador, seu estado emocional, o ambiente social ao redor e sinais comportamentais sutis que hoje operam dispersos. Um desdobramento prático seria o desenvolvimento de trilhas sonoras customizadas para um indivíduo que retorna de uma viagem sob o efeito da nostalgia. No ecossistema audiovisual, as plataformas superariam a simples recomendação de gêneros parecidos para sugerir narrativas conectadas intimamente ao momento de vida do consumidor, seja uma fase de transição, reflexão ou descoberta.
No entanto, essa hiperpersonalização também acende alertas importantes no mercado publicitário e cultural. A líder da APRO+SOM adverte para os riscos de uma cultura excessivamente moldada pela previsibilidade matemática e pela entrega de conteúdos baseados na média do conhecimento humano, o que poderia sufocar o verdadeiro motor da criatividade: o insight inesperado, as produções independentes e o olhar do outsider. O perigo reside em uma curadoria algorítmica engessada que privilegie apenas fórmulas consagradas, inibindo propostas experimentais e o surgimento de novos talentos que desafiem o consenso de mercado. “Os algoritmos quânticos continuarão com a análise do passado para prever o futuro. Por isso, tendem a apontar sempre para o que já funcionou. O risco é ficarmos presos em um ciclo de repetição, investindo cada vez mais no que é familiar e reduzindo espaço para aquilo que ainda não foi testado”, pondera Bia Ambrogi.
A executiva reforça que a quebra de padrões é essencial para a oxigenação do mercado criativo. “Os grandes avanços da arte, da música, do cinema e da comunicação muitas vezes vieram de projetos considerados apostas arriscadas. Se toda decisão passar a ser baseada em previsões de sucesso quase garantido, onde ficará o espaço para o inesperado?”, completa.
À medida que a computação quântica desenha seu caminho rumo à viabilidade comercial, o debate no universo do live marketing e da comunicação extrapola os limites técnicos. O desafio central que se desenha para os próximos anos reside em equilibrar a eficiência analítica com a preservação do espaço para a ousadia e o erro criativo. Para lideranças como Ambrogi, a evolução tecnológica precisa caminhar em simetria com a valorização do elemento estritamente humano que máquina nenhuma conseguiu replicar: a intuição, a sensibilidade artística e a capacidade de conceber o amanhã a partir do absoluto zero.








