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Incentivar.io e Nestlé lançam campanha “Pontos que ajudam” para estimular doações durante pandemia de Covid-19

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Iniciativa beneficiará a ONG Gerando Falcões, que atua em comunidades em Poá (SP)

O mundo tem vivenciado uma onda de dúvidas e mudanças de rotina com o surgimento da Covid-19. E, em uma época tão incerta, o que fazer para ajudar aqueles que não têm condições de se manter em um trabalho remoto? Diante dessas questões, a Incentivar.io , primeiro software de marketing de incentivo da América Latina, resolveu abraçar a causa e convidou a Nestlé para participar da campanha “Pontos que ajudam”.

A iniciativa tem como objetivo convidar os colaboradores cadastrados no programa “Vença”, destinado a merchandisers do todo Brasil, a doarem pontos conquistados para a ONG Gerando Falcões, que está coletando materiais de limpeza e alimentos para comunidades mais pobres. Para isso, o processo para participar é bem simples: a Incentivar criou a aba “Pontos que ajudam” dentro do software e o colaborador decide quantos pontos irá doar.

“Estamos muito felizes em podermos usar a nossa tecnologia para um bem maior, principalmente neste momento tão delicado e incerto que o Brasil e mundo estão passando. Além disso, a Incentivar.io não irá cobrar honorários dos clientes que participarem da campanha. Desta forma, estimulamos cada vez mais empresas e pessoas a abraçarem uma causa tão nobre”, afirma o CEO da Incentivetech, Rodolfo Carvalho.

E para dar continuidade na corrente de bem, a ação prevê que a cada ponto doado pelos participantes a marca irá doar o mesmo valor à ONG. Além disso, os colaboradores também poderão divulgar sua doação nas redes sociais, estimulando ainda mais pessoas a doarem.

“Estamos vendo uma verdadeira mobilização de empresas e de pessoas nesse momento tão crítico. A crise faz com que o sentimento de união cresça e a causa é muito nobre, é ter alimento na mesa, um compromisso que é de todos nós na Nestlé. Nossa força de trabalho é muito expressiva e acreditamos que essa iniciativa terá uma dimensão bem relevante”, diz Barbara Sapunar, Head de CSV (Criação de Valor Compartilhado) da Nestlé Brasil.

Hoje, o programa Vença da Nestlé já conta com cerca de 3.600 cadastros. Para participar, os colaboradores devem enviar, por meio da plataforma, fotos de seus serviços no PDV. Aqueles que realizarem os melhores trabalhos, ganham pontos que podem ser trocados por prêmios.

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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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