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Hype recebe de volta talentos experientes

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A Hype valoriza a expertise como um elemento enriquecedor para o trabalho, e acredita que a acumulação de experiências resulta em profissionais altamente capacitados e influentes em suas áreas. A alta rotatividade de profissionais no mercado de eventos não é vista como uma perda pela equipe, uma vez que ela permite a entrada de outros talentos que fortalecem o grupo. E este é um momento que a volta completa 360º e profissionais talentosos que já fizeram contribuições significativas em projetos anteriores estão “de volta para casa”.

Fabiana Lucone, que liderou o planejamento da empresa de 2019 a 2021, agora assume o cargo de diretora de estratégia, com o desafio de tornar os projetos ainda mais sólidos estrategicamente. Com mais de 25 anos de experiência em eventos e planejamento estratégico e criativo, Fabiana está motivada com sua nova posição: “Assumir a diretoria estratégica neste retorno à Hype é encarado por mim como um reconhecimento, acima de tudo. Um bom relacionamento é inspirador, e acaba se tornando melhor pela parceria e confiança mútua, o que se reflete diretamente nos projetos”.

 

Fernando Araújo, que liderou a produção da empresa anteriormente, retorna como diretor de operações. Com mais de 29 anos de experiência em eventos e alguns projetos premiados, Araújo tem as habilidades ideais para a função, de acordo com a postura que a Hype assume diante do mercado em 2023. “O mundo dos eventos está em constante renovação, e estar de volta é como completar um ciclo e dar início a outro, com ainda mais garra e uma enorme vontade de superar expectativas. Sempre trabalhei para encantar o cliente, e agora faremos brilhar ainda mais cada projeto”, diz Araújo.

 

Camila Lima se junta à empresa como diretora de planejamento operacional, trazendo consigo 17 anos de experiência em eventos e comunicação trabalhando com grandes marcas e excelentes projetos. “A expectativa com minha chegada é grande, o que me faz sentir muito bem e motivada. O entrosamento com a equipe foi imediato, senti todos em sintonia, um time focado e unido, do qual será um prazer fazer parte. Agora, é mão na massa, porque temos projetos incríveis para dar vida juntos.”

Ao dar mais autonomia a cada setor, a Hype vê sua estrutura ainda mais estável e técnica, com um foco contínuo em resultados, sustentabilidade e pessoas. A empresa acredita que esse é o caminho certo para oferecer entregas perfeitas e memoráveis.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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