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Holding Clube anuncia o Holding Lab

Iniciativa digital surgiu para desenhar, em conjunto com os clientes, o futuro das ativações de marcas e eventos promocionais
A partir dessa semana, a Holding Clube, maior grupo de comunicação e experiências entre marcas e consumidores do Brasil, disponibiliza para todos os seus clientes e parceiros o Holding Lab, material rico em tendências, ideias, cases inovadores e análises provocativas sobre como as atuais mudanças na sociedade impactam a forma de pensar e fazer o live marketing.
A iniciativa surgiu para facilitar a vida dos clientes e desenhar, em conjunto, o futuro das ativações de marcas e eventos no país. Um passo importante e necessário na busca das melhores soluções para a realidade e contexto de cada cliente.
A primeira edição do Holding Lab traz um amplo panorama de como a pandemia da Covid-19 está reinventando a forma de nos comunicarmos e criarmos experiências. Além disso, analisa se a crise no setor pode acelerar os processos de inovação que ainda caminhavam a passos lentos no mercado de experiências e eventos.
Pensado por integrantes de diferentes áreas da Holding Clube, o Holding Lab pretende, além de olhar as tendências, criar novos negócios, novas oportunidades e estar ao lado do cliente para descobrir o futuro do live marketing. É um lab colaborativo que une a expertise do grupo, por meio de agências como o Banco de Eventos, Samba, Storymakers e Cross, e contará com uma rede de parceiros tecnológicos para transformar as ideias em realidade.
O Holding Lab conta com a participação de Rachel Corrêa, head de estratégia e insights na Samba; Rovena Zache, head de estratégia e insights do Banco de Eventos; Diego Martins, diretor artístico da Samba; Guilherme Ippolito, diretor artístico do Banco de Eventos, Tom Vinhal, head de criação do Banco de Eventos; Fábio Brandão, VP de criação da Holding Clube, e Juliana Ferraz, diretora de Novos Negócios do grupo.
Para Ju Ferraz, mesmo no cenário atual de incertezas, a iniciativa abre aos clientes uma gama de possibilidades no mercado digital de experiências e relacionamento. “Com a desaceleração causada pelo distanciamento social, é hora de expandir a mente, testar as ferramentas digitais e absorver tudo o que pudermos das tendências de mercado”.
Já Marcio Esher, diretor de operações da Holding Clube, conta que o grupo de agências entende o momento como uma oportunidade para repensar o negócio, pois o cenário do setor não voltará a ser como antes. “Se as empresas não se adequarem à nova realidade, terão dificuldade para reestabelecer os seus negócios”, afirma.
Agências
Gabriel Sotero lança agência NO.LAND com modelo adaptativo e conquista contas da Genera e ONGs globais

O mercado publicitário brasileiro ganha uma nova operação com o lançamento da NO.LAND, agência fundada e liderada pelo criativo Gabriel Sotero, ex-VML e executivo de criação mais premiado do país no The One Show 2026. A nova empresa estreia no mercado já respondendo por projetos estratégicos, como o reposicionamento da Genera — marca de genética pertencente ao Grupo Dasa — e uma campanha integrada para as entidades ambientais globais Sea Shepherd, WildAid e Freeland.
Com 22 anos de trajetória, mais de 80 marcas atendidas e 150 reconhecimentos na indústria (incluindo Cannes Lions, Effie Awards, Clio Awards, D&AD e Clube de Criação), Sotero concebeu a agência com base no conceito de full specialist. A proposta visa superar a rigidez e os custos de organogramas tradicionais por meio de estruturas modulares e adaptativas, nas quais o fundador atua diretamente nas contas ao lado de times seniores especializados nas demandas setoriais de cada cliente.
“O contexto do mundo e o comportamento do consumidor mudam numa velocidade que não respeita organogramas. Uma agência que se apega ao próprio modelo envelhece junto com ele. A NO.LAND foi pensada para se adaptar aos desafios de cada cliente e de cada momento, trazendo toda a estrutura de que um grande anunciante precisa”, afirma Gabriel Sotero, fundador da agência.
No campo da tecnologia, a agência incorpora inteligência artificial, dados e automação do briefing à produção final, posicionando o critério humano e a excelência estética (craft) como contrapontos à homogeneização do conteúdo gerado por algoritmos. O posicionamento da marca sintetiza a ruptura de barreiras operacionais a partir da assinatura: “NO.LAND is not nowhere. It’s everywhere.”
“A IA é fundamental para ampliar possibilidades, reduzir custos e gerar velocidade. Mas a mesma tecnologia também criou um problema. Quando qualquer pessoa consegue gerar cem análises, cem planos de mídia e cem peças, o valor passa para quem sabe o que merece existir. É esse julgamento que uma marca contrata quando escolhe a NO.LAND”, complementa Sotero.
Com o novo modelo de negócios, a agência busca combinar agilidade operacional, inteligência de dados e ambição criativa para gerar diferenciação e impacto nos resultados financeiros de grandes anunciantes.
Agências
LGL Case atinge marca de mais de 70 projetos em 2026 com foco na integração entre planejamento e produção de eventos

A produtora de eventos e experiências de marca LGL Case consolidou sua metodologia operacional voltada à convergência entre planejamento estratégico e execução técnica no setor de live marketing. Em 2026, a empresa já contabiliza mais de 70 projetos corporativos de grande escala entregues, ampliando sua presença em ativações de marcas, eventos de negócios e produções com diferentes perfis de complexidade operacional.
O modelo de trabalho da companhia estrutura-se no alinhamento contínuo entre o desenho do escopo, a alocação de recursos, a gestão de prazos e a coordenação de fornecedores. A abordagem parte do princípio de que a viabilidade de uma produção depende da previsibilidade técnica construída ainda nas etapas iniciais, garantindo rapidez de resposta para ajustes de campo sem comprometer os cronogramas estabelecidos.
“Um evento não é bem executado apenas porque ficou pronto ou porque o resultado final corresponde ao que foi imaginado. Ele é bem executado quando existe coerência entre o que foi proposto, o que foi planejado e o que acontece na prática. Nosso trabalho é conectar essas etapas, antecipar desafios e tomar decisões que permitam transformar objetivos em entregas reais, com consistência do início ao fim”, afirma Gustavo Costa, CEO da LGL Case.
A operação abrange o acompanhamento direto de todas as fases da entrega, incluindo a análise das especificidades físicas dos espaços, a validação de estruturas técnicas e a supervisão das equipes envolvidas na montagem e desmontagem.
Com a sustentação desse fluxo integrado, a LGL Case projeta seguir expandindo seu portfólio no mercado de eventos, posicionando a precisão operacional e a coerência executiva como diferenciais competitivos para atender às demandas de grandes marcas.








