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Hershey’s Professional quer transformar chocolate em oportunidade para empreendedores

A Execution assina a criação da ação de Páscoa de Hershey’s Professional, com a linha profissional de Hershey’s. Com o conceito “Transforme Chocolate em Oportunidade”, a iniciativa tem foco digital, com conteúdo e estratégia de influenciadores visando apresentar produtos para a data especial – Páscoa, além de inspirar os profissionais transformadores, como doceiras e confeiteiras.
O material produzido para redes sociais tem a participação de especialistas conceituados do segmento, que ajudarão as páginas da marca a se tornar hubs de conteúdos. Entre os protagonistas está Solange Piagge, chef chocolatier da marca, que usará produtos da marca para dar dicas e ensinar receitas completas, bem como mostrar os toques especiais que tornam uma preparação verdadeiramente diferente.Também, para impulsionar a ação, o chef renomado do mercado da confeitaria Kadu Barros trará inspirações e inovações de receitas, entre lives e demais conteúdos.
Além das dicas de confeitaria, o profissional João da Gerenciando Docerias apresentará dicas de negócios, gestão, finanças, marketing e empreendedorismo dentro do setor, visando prestar uma assessoria e contribuir para que o público lucre mais nesta época.
Com os conteúdos criados pela Execution, a Hershey pretende apoiar pessoas que atuem ou queiram atuar no mercado doceiro, trazendo toda qualidade, sabor, rendimento e praticidade que os transformadores buscam. Além dos conteúdos para os canais proprietários da marca, a ação é composta por material de ponto de venda e uma iniciativa de cashback em lojas selecionadas para quem comprar produtos Hershey’s Professional, sempre com a ideia de transformar chocolate em oportunidade. A ação inclui ainda a divulgação de alguns dos negócios e empreendedores que interagirem com a campanha nas redes da marca.
“A criatividade impulsiona o talento de todo brasileiro que deseja empreender. Por isso, a campanha foi criada para dar espaço para as pessoas aprenderem e interagirem com o conteúdo transformador de Hershey’s Professional, abrindo oportunidades para preparações mais inventivas e com dicas fundamentais para o futuro do negócio”, explica Geraldo Azevedo, CEO da Execution.
“A Hershey entrou recentemente neste mercado profissional, justo em um momento em que muitas pessoas estão buscando uma fonte de renda extra. Por isso, queremos gerar o conhecimento da marca Hershey’s Professional ao mesmo tempo que ajudamos as pessoas a transformar suas vidas com o chocolate. Esse é o DNA da marca”, completa Matheus Moreira, head de Food Service da Hershey’s.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








