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Hershey’s muda embalagens e homenageia profissionais que atuam na linha de frente contra o coronavírus

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Edição especial do chocolate ao leite traz a palavra ‘Heroes’ no lugar do nome da marca e faz parte de um conjunto de ações da companhia durante o período da quarentena

Em iniciativa criada pela agência BETC/Havas, a Hershey vai mudar, novamente, a embalagem de seu principal produto. Desta vez, uma edição especial das tradicionais barras de chocolate ao leite estampará a palavra HEROES (heróis, em inglês) no lugar da marca, como forma de reconhecer e homenagear o trabalho dos agentes de saúde que estão envolvidos na luta diária contra a COVID-19.

Os chocolates serão distribuídos para equipes hospitalares que estão na linha de frente do combate à pandemia em todo o Brasil, como forma de levar um pouco de carinho aos profissionais. A ação faz parte de um conjunto de iniciativas da companhia, que está atuando junto a seus funcionários, fornecedores, clientes, parceiros e comunidade no enfrentamento deste período de quarentena.

Com o objetivo de proporcionar um conforto emocional às equipes de saúde, a marca anunciou a doação de 15 toneladas de chocolates ao fundo de solidariedade do Estado de São Paulo. Ao todo, serão mais de 35 hospitais e organizações beneficiados na capital e no interior do Estado. Já na cidade de São Roque, onde está instalada a fábrica da marca, a companhia está realizando a doação de cestas básicas para 700 famílias em situação de vulnerabilidade, pelos próximos três meses, o período mais crítico da pandemia, como forma de contribuir localmente na comunidade em que está inserida. Ao todo, as doações alcançam a soma de R$ 1 milhão.

“A paixão pelo bem é uma herança do fundador da nossa marca e faz parte da visão central de Hershey’s. Temos diversos trabalhos que já são desenvolvidos em parceria com organizações como Casa do Zezinho e Gerando Falcões, para o amparo de crianças e jovens em situação de risco. Nesse período tão delicado que estamos vivendo, não poderia ser diferente”, comenta Marcel Sacco, gerente geral da Hershey Brasil e América Latina. “Essa é uma iniciativa conjunta, com o apoio de diversos de nossos parceiros. A gráfica responsável pela impressão das embalagens, por exemplo, assumiu os custos de produção dessa edição especial, como forma de contribuir para a homenagem a todos esses heróis anônimos”, completa o executivo.

Além da alteração da logomarca nas barras de chocolate, a marca produziu um filme especial, criado pela agência BETC/Havas, para expressar o sentimento de gratidão que é comum a todos os brasileiros. “A Hershey é uma companhia que tem o cuidado com os outros em seu DNA. Recentemente mudamos o logo, maior asset de uma marca, para dar visibilidade às mulheres. Agora, transformamos o logo em uma homenagem aos HEROES, heróis anônimos, que estão na linha de frente do combate ao Covid”, comenta Erh Ray, sócio e CEO da BETC/Havas.

Veiculado nas redes sociais da companhia, o vídeo traz imagens de profissionais de saúde e um tom que remete a esperança e força, apresentando diversos adjetivos, tais como bravos, inconformados, sonhadores e protetores, para definir milhares de equipes que estão lutando incessantemente para cuidar daqueles que estão doentes.

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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